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Está por acontecer o maior retrocesso na história da proteção animal no Brasil – PARLAMENTARES que ODEIAM os animais – NÃO VOTEM NELES ! 12.03.2010

Posted by Aldo Corrêa de Lima in Ambiental, Cultura, DENÚNCIA, Meio Ambiente, Notícias, Política Geral, Saúde, Utilidade Pública.
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Tramita no Congresso Nacional o Projeto de Lei (PL) nº 4.548 de 1998, de autoria do deputado José Thomaz Nono, que pretende modificar o art. 32 da Lei nº 9.605/98 – Lei de Crimes Ambientais, o qual diz:

“Art. 32. Praticar ato de abuso, maus-tratos, ferir ou mutilar animais silvestres, domésticos ou domesticados, nativos ou exóticos:
Pena – detenção de três meses a um ano, e multa.
§ 1º. Incorre nas mesmas penas quem realiza experiência dolorosa ou cruel em animal vivo, ainda que para fins didáticos ou científicos, quando existirem recursos alternativos.
§ 2º. A pena é aumentada de um sexto a um terço, se ocorre morte do animal.”

O PL em questão tem como objetivo retirar a expressão “domésticos ou domesticados”, sob o argumento de que a realização de rodeios e vaquejadas tem sido prejudicada. Tal proposição está apensada ao Projeto de Lei nº. 3.981/2000 e foi relatada favoravelmente pelo Deputado Régis de Oliveira.

Se este projeto for aprovado, será consumado o maior retrocesso da história da proteção animal em nosso país. Por exemplo, o combate às condenáveis rinhas de galo e cães, além da cruel Farra do Boi, entre outras barbaridades.

A Constituição e o bem-estar animal

Nossos animais, independentemente da espécie, são protegidos pela Constituição Federal, que em seu artigo 225, inciso VII, diz:

“Todos têm direito ao meio ambiente ecologicamente equilibrado, bem de uso comum do povo e essencial à sadia qualidade de vida, impondo-se ao Poder Público e à coletividade o dever de defendê-lo e preservá-lo para as presentes e futuras gerações.
§ 1º – Para assegurar a efetividade desse direito, incumbe ao Poder Público:
VII – proteger a fauna e a flora, vedadas, na forma da lei, as práticas que coloquem em risco sua função ecológica, provoquem a extinção de espécies ou submetam os animais a crueldade.

http://saudecompleta.blogspot.com

Conhecimentos em Sustentabilidade – Uma tendência para todas as áreas 08.12.2009

Posted by Aldo Corrêa de Lima in Cultura, Meio Ambiente.
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Segundo o relatório “Green Jobs: Towards Decent Work in a Sustainable, Low-Carbon World” (Empregos Verdes: rumo ao trabalho decente em um mundo sustentável e com baixas emissões de carbono), da Organização Internacional do Trabalho (OIT), O Brasil já possui mais de 1 milhão de empregos ligados ao desenvolvimento sustentável.

No entanto, não serão apenas os engenheiros, gestores e advogados ambientais, agrônomos, ecologistas, engenheiros florestais, entre outros profissionais verdes, que terão que trabalhar com sustentabilidade.

No futuro, os trabalhadores de todas as áreas da empresa deverão entender esse conceito e ter consciência do impacto ambiental de sua função.

No início da década de 90, o conceito de sustentabilidade ganhou força nas empresas, muito mais como uma discussão do que como prática.

Atualmente, a situação mudou, e elas começaram a se preocupar com a questão, fazendo uma leitura sistêmica dos negócios, seja hoje, seja no longo prazo.

“A questão de sustentabilidade permeia a gestão do negócio, do ponto de vista de governança corporativa, do alinhamento dos proprietários ou da gestão do negócio em si.

Isso envolve, de modo geral, a questão processual; a operação em si; a inovação de produtos, matérias-primas e embalagens; a seleção de fornecedores e, também, a maneira que a embalagem ou até mesmo a composição do produto podem interferir mesmo depois de consumido.

Então, percebe-se que essa questão é pra ser olhada por diversas perspectivas e usando diversos tipos conhecimentos. É um problema interdisciplinar”, explica Valter Faria, professor de sustentabilidade e negócios, da Brazilian Business School (BBS).

Essa preocupação aumentou ainda mais com a pressão que existe hoje da sociedade, como um todo, e do ponto de vista regulatório, como explica Valter. Se antes apenas os ambientalistas pressionavam as empresas, atualmente o consumidor começou a exigir selo de qualidade nos produtos, coleta seletiva, entre outras práticas sustentáveis.

“Uma empresa de refrigerante, por exemplo, depende do nível de reciclagem de sua embalagem. Não adianta ser apenas um produto econômico, rentável e fantástico se ele vai gerar um problema ambiental no futuro. A organização tem que se preocupar com a ida do produto e com a volta de sua embalagem”.

A pressão, no entanto, só tende a aumentar, já que até 2020 o conceito de sustentabilidade estará mais presente e mais na prática do indivíduo do que hoje, como conta Renata Spers, do Programa de Estudos do Futuro da FIA (Fundação Instituto de Adminstração).

“A preocupação estará mais próxima do profissional e da empresa, seja qual for sua atuação. É o conceito da sustentabilidade ganhando força. Hoje, isso pode estar mais informal dentro da organização ou realmente pode estar formalizado como uma carreira, de uma forma mais estruturada dentro da empresa e até mesmo como uma área.

Além disso, outra vertente aponta que dentro de grandes organizações, a sustentabilidade se tornará uma atividade formal”.

Isso explica os dados da pesquisa Carreiras do Futuro, realizada pelo Programa de Estudos do Futuro, entre outubro de 2008 e fevereiro de 2009, que apontou que, até 2020, empregos relacionados à sustentabilidade e programas ecológicos estarão muito consolidados.

“Num rol de 30 profissões emergentes, a que apareceu em primeiro lugar foi a de gerente de eco-relações. Essa pessoa deve se comunicar e trabalhar com consumidores, grupos ambientais e agências governamentais, desenvolvendo programas ecológicos de organizações”, aponta Renata, “hoje, existe um gerente de sustentabilidade, cuja atuação é muito mais técnica e ligada realmente àquela atividade ambiental.

Essa profissão deve evoluir de tal forma que esse profissional irá adquirir habilidade e uma visão mais ampla, para agregar, também, atividades como comunicação, conhecimento de leis e direitos nas áreas ligadas à ecologia, sustentabilidade, capacidade de maximizar os negócios da empresa, além de saber fazer o meio de campo entre a ela e a sociedade”.

Entretanto, a pesquisa apontou, também, que a tradicional profissão de engenheiro ambiental deve evoluir 81% até 2020, ficando à frente de outras atividades como relações internacionais, lazer e turismo, engenharia de alimentos, computação, farmácia e administração de empresas.

Além de engenharia ambiental, apareceram na pesquisa, atividades relacionadas a Engenharia de Alimentos e engenharia agronômica – ligadas à necessidade de um ambiente mais sustentável, à redução de problemas com descartes e, dentro do próprio desenvolvimento do produto, no processo, à redução de gases e outros poluentes.

Apesar do crescimento dessas profissões ligadas à questão da sustentabilidade, o professor Valter Faria, defende que, no futuro, todos os profissionais deverão compreender o conceito de sustentabilidade como uma relação interdependente que veio pra ficar.

“As atividades vão ser desenvolvidas com uma visão de interdependência diferente e vão trabalhar, cada vez mais, com uma compreensão melhor das relações entre as diversas atividades.

O que é um desafio hoje. As organizações têm uma falta de capacidade de diálogo entre os seus funcionários e de compreender as funções que não são as suas.

O financeiro, por exemplo, tem que conversar com a engenharia, que tem que conversar o recursos humanos e assim por diante. Isso tudo para procurar a melhor solução.

Os profissionais que tiverem essa capacidade de ver o todo e de achar a melhor solução de sua parte, mas respeitando e conhecendo os reflexos tanto dos processos antes de sua atividade, como depois, farão a diferença no futuro. Eles serão os profissionais do futuro”.

O professor da BBS explica, ainda, que as empresas perceberam que investir em sustentabilidade e, consequentemente, preparar o funcionário para isso, gera capital e menos gastos no futuro.

“As organizações querem os seus engenheiros pensando em inovação e produto, porque quando fazem uma embalagem usando mais material biodegradável ou diminuindo a quantidade de material colocado para preservar o produto, ela também está sendo mais econômica;

quando reutiliza subprodutos dentro da indústria, também está tendo que comprar menos matéria-prima, e assim por diante. Tudo isso, partindo de uma premissa de interdependência e sustentabilidade ao longo prazo, minimizando risco de operação, de atuação e, inclusive, de ineficiência”.

Por meio de outras pesquisas realizadas pelo Programa de Estudos do Futuro, Renata afirma que o Brasil já possui uma experiência muito grande e um ambiente propício para ter essas atividades muito desenvolvidas, além de uma vantagem em número de profissionais e suas experiências.

“Temos resultados que mostram que o Brasil apresenta de fato uma vantagem competitiva com relação, principalmente, a produção de novos combustíveis.

Tanto ele pode evoluir e se tornar referência para outros países por causa das competências, como pode ficar defasado se não tiver um programa de treinamento, uma atualização.

Muitas vezes, o nosso país perde oportunidades porque não preparou as pessoas adequadamente, além de não ter divulgado os programas e desenvolvido tecnologias. Então, existe sim a oportunidade hoje. A gente não pode se acomodar por causa disso e achar que está tudo resolvido”.

Fonte: Justiça Federal.

Pesquisa alerta população sobre alimentos contaminados 09.05.2009

Posted by Aldo Corrêa de Lima in DENÚNCIA, Meio Ambiente.
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 Estudo da ANVISA em 17 tipos de frutas, verduras e legumes aponta que 15,29% possuem resíduos de agrotóxicos proibidos ou além do permitido por lei
 

BRASÍLIA (ABN News) – A população recebeu, nesta quarta-feira (15), um alerta sobre a contaminação de agrotóxicos nos alimentos que estão sendo vendidos nos supermercados. A declaração foi dada pelo ministro da Saúde, José Gomes Temporão, durante o lançamento da sétima edição do Programa de Análise de Resíduos de Agrotóxicos em Alimentos (PARA). O estudo feito pela ANVISA (Agência Nacional de Vigilância Sanitária) revelou que, de 17 culturas analisadas, entre frutas, verduras e legumes, em 1.173 amostras coletadas, 15,29% estavam irregulares quanto aos resíduos de agrotóxicos.

O pimentão foi o alimento que apresentou o maior índice de irregularidades, com 64% das amostras contento resíduos de agrotóxicos. O fruto é seguido pelo morango, cenoura e uva que possuem índices de irregularidades superiores a 30%.“O governo, profissionais de saúde pública e entidades médicas chamam a atenção da sociedade para a necessidade de mudança do padrão alimentar. Comer menos gordura e aumentar a quantidade de frutas, legumes e verduras. É importante, no entanto, que esse conjunto de alimentos seja seguro para o consumo”, afirmou Temporão.

Os resultados insatisfatórios são divididos em duas categorias: resíduos que excederam os limites máximos estabelecidos em legislação ou agrotóxicos não autorizados para aquele determinado alimento.

Temporão explicou que o estudo não indica que todos os produtos estão contaminados, variando entre os estados e as amostras. “A pesquisa alerta para que a população saiba que produtos estão mais seguros e para que os produtores sigam as boas práticas de plantio e as recomendações das autoridades sanitárias”, afirmou. Para ele, a sequencia do trabalho desenvolvido pela ANVISA tem trazido bons resultados, como a queda do índice de contaminação em alguns alimentos.

O percentual de irregularidades nas amostras de tomates baixou de 44,72% para 18,27%, entre 2007 e 2008. Já para a batata a queda foi de 22% para 2%, entre 2002 e 2008, e a banana de 6,53% para 1,03%, no mesmo período. A boa notícia também é para o arroz, feijão, manga, batata, banana, cebola e maçã, cujas irregularidades não ultrapassaram os 4,5%. A banana, que chegou a apresentar índice de 6,53%, em 2002, fechou 2008 com incidência de 1,03% de irregularidades.

Como medidas para reduzir o impacto na saúde do consumidor, o ministro recomendou que, antes do consumo, os alimentos sejam lavados e as folhas externas retiradas. Também enfatizou que os produtos de época contêm menos resíduos de agrotóxicos e aqueles certificados, como os orgânicos e indicação de origem, são alternativas mais seguras para a população.

COMBATE – Agenor Álvares, diretor da ANVISA, informou que a Polícia Federal e o Ministério da Agricultura serão informados sobre a descoberta de alimentos contaminados por agrotóxicos proibidos no país. Segundo ele, há uma ação conjunta entre os ministérios da Agricultura, Meio Ambiente e da Saúde para adequar os defensivos agrícolas às necessidades econômicas de produção, às questões ambientais e à segurança da população.

“O nosso objetivo é que a atividade econômica não seja predatória da saúde a população brasileira. Isso é algo que a ANVISA não abre mão. O nosso compromisso é com a saúde da população”, afirmou Álvares.

Entre 2002 e 2006, foram proibidos 5 ingredientes ativos (benomil, heptacloro, monocrotofós, lindano e pentaclorofenol) e mais de 6 tiveram restrição de uso (IAs captana, folpete, carbendazim, clorpirifós, metamidofós, entre outros)

O trabalho de reavaliação de agrotóxicos utilizados no país, em 2008, foi marcado por longa batalha judicial contra liminares favoráveis às empresas, que impediam a avaliação de seus produtos. “Ao final ano, a Anvisa derrubou as liminares e manteve o direito de dar continuidade ao seu trabalho”, disse o diretor.

 

Brasil assumiu em 2008 o posto de maior consumidor de agrotóxicos em todo mundo 09.05.2009

Posted by Aldo Corrêa de Lima in DENÚNCIA, Meio Ambiente, Utilidade Pública.
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 agrotoxicos

BRASÍLIA (ABN News) – Um dado preocupa as autoridades sanitárias nacionais. Em 2008, o Brasil assumiu o posto de maior consumidor de agrotóxicos em todo mundo, posição antes ocupada pelos Estados Unidos. Só o mercado de agrotóxicos movimentou mais de US$ 7 bilhões.
Para proteger a saúde da população dos riscos associados ao uso destes produtos nas culturas agrícolas nacionais, a Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) trabalha na reavaliação de substâncias ativas utilizadas em agrotóxicos no Brasil. “Como o registro de um agrotóxico é eterno, a reavaliação ocorre quando há alguma alteração de riscos à saúde, em comparação aos riscos avaliados durante a concessão de registro de determinada substância ativa”, explica a gerente de avaliação toxicológica da Anvisa, Letícia Rodrigues.
Até hoje, a Agência já proibiu o uso de quatro ingredientes ativos e restringiu severamente o uso de outros 19, utilizados na fabricação de mais de 300 agrotóxicos no país. “Nesse processo, destaca-se a proibição do uso como inseticida doméstico para o ingrediente ativo clorpirifós. Essa substância afetava o desenvolvimento neurológico e cognitivo de crianças que ficassem expostas a ela”, afirma Letícia.

 

 

proibido pensar

Paralisação
Em 2008, uma série de decisões judiciais impediram a Anvisa de realizar a reavaliação de 14 ingredientes ativos (utilizados em mais de 200 agrotóxicos). “Empresas de agrotóxicos e o próprio Sindicato Nacional da Indústria de Produtos para Defesa Agrícola recorreram ao Judiciário para impedir a Anvisa de cumprir seu papel”, critica a consultora jurídica do Instituto de Defesa do Consumidor (IDEC), Andrea Salazar.
Esse cenário contribuiu para o Brasil continuar a produzir e importar agrotóxicos proibidos em diversos países do mundo. “O que não se consegue mais vender para a União Européia, Estados Unidos, Canadá, Japão e China, acaba vindo parar no mercado brasileiro”, complementa Rosany Bocher, coordenadora do Sistema Nacional de Informações Tóxico-Farmacológicas da Fundação Oswaldo Cruz.

A consultora jurídica do IDEC, Andrea Salazar, acredita que só após a existência de jurisprudência sobre o tema as barreiras jurídicas serão vencidas. “A superação desse entrave acontecerá a partir da pacificação da jurisprudência no sentido de reconhecer a imprescindibilidade da reavaliação dos agrotóxicos para a preservação da saúde da população, garantida textualmente pela legislação vigente.”, afirma Andrea.

Após moção de apoio do Conselho Nacional de Saúde, amplo apoio da sociedade civil organizada e recursos por parte da Advocacia Geral da União, a Anvisa consegui reverter as decisões judiciais para a reavaliação de 13 substâncias ativas. Somente a reavaliação do acefato foi declarada nula. As demais reavaliações foram retomadas e estão previstas para serem finalizadas até junho de 2009.

Fonte: ABN News – Agência Brasileira de Notícias [ www.abn.com.br ]

 

 

 agrotóxico 2

São produtos usados nas lavouras do mundo todo para proteger as novas plantações contra insetos, doenças, inços, etc. Eles são vendidos nas embalagens especiais. O uso do agrotóxico é grande e conseqüentemente o acumulo de embalagens vazias também. É preciso que após o uso do produto faça a lavagem completa destas embalagens, as embalagens dos agrotóxicos são recicláveis e exigem de muitos cuidados especiais, tais como a tríplice lavagem, fique atento, proteja-se sempre que estiver usando agrotóxico.
Curiosidades
… Em casos de intoxicação devem-se tomar as devidas providências:

· Levar a vítima para local fresco e ventilado, retirar suas roupas.
· Ao levá-lo ao médico, levar junto o rótulo ou a bula do produto.
· Não ministrar leite a vitima, porque pode aumentar a retenção do agrotóxico no organismo.

… Existem dois métodos bastante práticos de se efetuar a lavagem das embalagens vazias de agrotóxicos.

· Tríplice lavagem.
· Lavagem sob-pressão

Sabia que…

· O óleo do crisântemo é um fungicida fortíssimo e natural.
· A água do leite é um veneno natural para ferrugens que atacam as folhas
· Os agrotóxicos recebem duas classificações, uma em função da toxicidade a saúde humana e outra em função do impacto no ambiente.
· Não se deve comer, beber e fumar durante o manuseio de produtos químicos (agrotóxicos).
· Não pode ser reutilizada a embalagem de agrotóxicos.
· Água de pimenta é um veneno natural contra insetos que atacam as plantas.
· Utilizar por muito tempo herbicidas com o mesmo mecanismo de ação pode contribuir para a infestação de plantas resistentes a esse herbicida.
· O armazenamento da embalagem vazia, até sua devolução pelo usuário, deve ser efetuado em local coberto, ventilado, ao abrigo da chuva e com piso impermeável, no próprio local onde são guardadas as embalagens cheias.
· É importante usar equipamentos de proteção, antes de manusear embalagens de agrotóxicos.
· As embalagens de agrotóxicos devem ser mantidas fora do alcance das crianças e animais domésticos.
Sempre devemos proteger-se quando estivermos usando agrotóxicos, sua saúde vale ouro. Não contamine os rios, riachos ou acides; deles dependem toda a vida do planeta.
Não se deve comer, nem beber, durante o manuseio do produto.
· Não se devem desentupir bicos, orifícios e válvulas com a boca.
· Não se devem transportar alimentos juntamente com embalagens de agrotóxicos (cheios ou vazios).
· As embalagens de agrotóxicos devem ser lavadas nas casas agropecuárias, onde se efetuar a compra.
· Os equipamentos de proteção individual são:
Ø Luvas plásticas.
Ø Máscara.
Ø Botas.
Ø Óculos.
Ø Avental impermeável.
Ø Chapéu impermeável.

 

 

perigo

VOCÊ SABIA QUE:
· Quando bem utilizados, os agrotóxicos impedem a ação de seres nocivos, sem estragar os alimentos. Porém, se os agricultores não tiverem alguns cuidados durante o uso ou extrapolarem no tempo de ação dos agrotóxicos, estes podem afetar o ambiente e a saúde.
· O Brasil é hoje um dos maiores compradores de agrotóxicos do mundo e as intoxicações por estas substâncias estão aumentando tanto entre os trabalhadores rurais que ficam expostos, como entre pessoas que se contaminam através dos alimentos. Alguns estudos já relataram a presença de agrotóxicos no leite materno, o que poderia causar defeitos genéticos nos bebês nascidos de mães contaminadas.
 

Brasil e França: acordo vai explorar e proteger Amazônia 24.12.2008

Posted by Aldo Corrêa de Lima in Meio Ambiente.
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 Os presidentes Luiz Inácio Lula da Silva e Nicolas Sarkozy assinaram no Rio de Janeiro um ambicioso acordo para a exploração conjunta da Amazônia. O plano prevê atividades de pesquisa e exploração dos recursos genéticos do bioma amazônico, acesso aos conhecimentos tradicionais e o desenvolvimento de produtos ‘de interesse ambiental, econômico e social’, com a ‘repartição justa e eqüitativa dos benefícios’ gerados.

Um protocolo adicional prevê a criação de um Centro Franco-Brasileiro da Biodiversidade Amazônica, focado na pesquisa científica e tecnológica. O órgão será constituído de núcleos a serem instalados na região fronteiriça entre o Amapá e a Guiana Francesa. Pelo acordo, as atividades de exploração dos recursos dependerão da anuência de cada governo.

Segundo a Folha apurou, será criado grupo de trabalho com a missão de fazer um levantamento, por sensoriamento remoto, da situação atual dos recursos naturais, tanto do lado francês como do brasileiro.(Folha Online)

Escrito por Magno Martins.

Exército iniciou hoje (25.06.2007) transposição do São Francisco 25.06.2007

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O 2º Batalhão de Construção e Engenharia do Exército começou nesta segunda-feira as obras de destacamento e de topografia para a transposição do Rio São Francisco, em Cabrobó (PE). Serão delimitadas áreas a serem desmatadas e realizados os primeiros serviços de construção da barragem no município. A previsão é de que até agosto de 2008 estejam prontos um canal de aproximação e uma barragem.

Fonte: Blog do Magno Martins.

O lado negro do verde 06.05.2007

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 O pessoal que anda propagando a chegada do fim do mundo está meio distraído. Fora dos cálculos logarítmicos das geleiras que vão inundar o mar, que por sua vez vai virar sertão, que vai matar de fome uma pessoa e meia por segundo nos próximos quinze séculos, está a ameaça real da perfuração petrolífera na Amazônia. Isso não vai acontecer no ano 2115. Está acontecendo agora.

A lógica de desenvolvimento do governo Lula, como se sabe, é marxista – no mesmo sentido que era no governo Fernando Henrique. É a velha concepção economicista de prosperidade. Coisas como cultura, ciência e meio ambiente ficam para depois do cafezinho. E agora o Brasil fica sabendo que a saída “ecológica” para o Acre, uma das principais fronteiras da biodiversidade amazônica, é furar a floresta e tirar petróleo debaixo dela.

Já que o verde da mata não é o do dólar, a saída é pintá-lo de preto.

“O Brasil fica sabendo” é força de expressão. O correto seria dizer: o Brasil “não” fica sabendo. Antes de qualquer procedimento de divulgação, consulta e discussão pública – exigências da lei para a aprovação da exploração de recursos naturais na região – a Agência Nacional do Petróleo aprovou, em fevereiro, a primeira etapa da prospecção.

Na ocasião, a diretoria da ANP autorizou a abertura de licitação para contratar “serviços técnicos especializados de aquisição e processamento de 105 mil quilômetros lineares de dados aerogravimétricos e aeromagnetométricos nas bacias do Acre, Madre de Dios e Solimões”.

A área onde a Petrobras se prepara para buscar no subsolo o futuro negro da floresta tem nada menos que 29 terras indígenas. Também estão nessa mesma região do Alto Juruá três reservas extrativistas, diversos seringais e parte considerável das áreas de conservação do Acre, incluindo o Parque Nacional da Serra do Divisor.

Assim como o petróleo, os preparativos para esta mega-empreitada também estão no subsolo. Essa invisibilidade permitiu que o projeto avançasse sem qualquer avaliação dos possíveis danos ambientais. Mais do que a prospecção em si, a infra-estrutura necessária para o escoamento do petróleo, certamente um sistema de grande monta, não foi revelada. Tanto as alternativas rodoviárias quanto as de transporte por dutos provocarão largas cicatrizes na floresta, nessa região de delicada riqueza ambiental e humana que é o Juruá.

Liderado pelo senador Tião Viana (PT-AC), o projeto da exploração petrolífera no Acre é amplamente respaldado pelo governo federal, que inclusive prepara um projeto de lei para abrir as terras indígenas à exploração mineral – o que hoje é vedado pela Constituição. Seria mais um instrumento para consumar o atropelo do Zoneamento Econômico-Ecológico do Acre (aprovado em dezembro último após cinco anos de estudos), que não recomenda a exploração de petróleo no estado.

O edital da ANP para a primeira fase de prospecção foi lançado e, embora esteja momentaneamente suspenso, a agência informou que já é conhecida a empresa ganhadora. A largada para a corrida do ouro negro na terra de Chico Mendes depende agora apenas de uma autorização do presidente Lula, por se tratar de atividade em área de fronteira.

Vai ver a  da região de maior biodiversidade do planeta é mesmo a produção de petróleo. Concede-se uma mesada aos índios e ficam todos felizes. Quem sabe até a velha piada de se aproveitar aquele enorme espaço “vazio” como um grande estacionamento não deixa de ser piada. Os seringueiros dariam excelentes flanelinhas.

Fonte: Blog Política & Cia.

Ibama intensifica ações contra desmatamento no Amazonas 28.04.2007

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O Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (Ibama) vai intensificar, neste ano, as ações de combate ao desmatamento ilegal na região sul do Amazonas. Para tanto, o Ibama pretende aumentar o número de parceiros e a eficácia das ações contra crimes ambientais com novas estratégias. O instituto deve contar também com maior participação de órgãos estaduais e federais integrantes do Plano Nacional de Combate ao Desmatamento da Amazônia.

Desde 2003, quando o plano foi estabelecido, instituições ligadas a pelo menos 15 ministérios trabalham em parceria com o Ibama. Agora, em 2007, o órgão quer intensificar essa parceria para coibir de maneira mais eficaz a prática do desmatamento na região.

“Se o Ibama fizer a parte dele, se a Polícia Federal fizer as apreensões, se o Ipaam [Instituto de Proteção Ambiental do Estado do Amazonas] fizer as autuações e apreensões em nível estadual, se o Ministério do Trabalho fizer as autuações na identificação dos crimes contra o trabalho, o “baque” será muito maior. Nossa intenção é mobilizar o infrator, para que ele pare de cometer crimes ambientais”, disse o chefe de Fiscalização do Ibama no Amazonas, Adilson Cordeiro.

Ele informou que as ações deverão começar pelos municípios Boca do Acre, Lábrea, Canutama, Humaitá, Apuí e Novo Aripuanã. As operações serão realizadas durante todo o “verão” do sul do estado do Amazonas, que começa no mês de julho e vai até o final do mês de outubro, explicou.

“Nós estamos enviando equipes mistas do Ibama com estas instituições para permanecer pelo menos no verão inteiro e autuar os desmatamentos que forem feitos sem a devida licença. Também serão apreendidos os equipamentos utilizados nos crimes ambientais”, disse Cordeiro.

Segundo dados do Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (INPE) o desmatamento na região sul do Amazonas tem diminuído. No ano passado, a redução foi de 30%. O objetivo do Ibama com as ações anunciadas é reduzir em pelo menos 30% o desmatamento neste ano.

Fonte: Agência Brasil, Publicado em 28.04.2007, às 14h53 no site do Jornal do Comércio.

Ibama intensifica ações contra desmatamento no Amazonas 28.04.2007

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O Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (Ibama) vai intensificar, neste ano, as ações de combate ao desmatamento ilegal na região sul do Amazonas. Para tanto, o Ibama pretende aumentar o número de parceiros e a eficácia das ações contra crimes ambientais com novas estratégias. O instituto deve contar também com maior participação de órgãos estaduais e federais integrantes do Plano Nacional de Combate ao Desmatamento da Amazônia.

Desde 2003, quando o plano foi estabelecido, instituições ligadas a pelo menos 15 ministérios trabalham em parceria com o Ibama. Agora, em 2007, o órgão quer intensificar essa parceria para coibir de maneira mais eficaz a prática do desmatamento na região.

“Se o Ibama fizer a parte dele, se a Polícia Federal fizer as apreensões, se o Ipaam [Instituto de Proteção Ambiental do Estado do Amazonas] fizer as autuações e apreensões em nível estadual, se o Ministério do Trabalho fizer as autuações na identificação dos crimes contra o trabalho, o “baque” será muito maior. Nossa intenção é mobilizar o infrator, para que ele pare de cometer crimes ambientais”, disse o chefe de Fiscalização do Ibama no Amazonas, Adilson Cordeiro.

Ele informou que as ações deverão começar pelos municípios Boca do Acre, Lábrea, Canutama, Humaitá, Apuí e Novo Aripuanã. As operações serão realizadas durante todo o “verão” do sul do estado do Amazonas, que começa no mês de julho e vai até o final do mês de outubro, explicou.

“Nós estamos enviando equipes mistas do Ibama com estas instituições para permanecer pelo menos no verão inteiro e autuar os desmatamentos que forem feitos sem a devida licença. Também serão apreendidos os equipamentos utilizados nos crimes ambientais”, disse Cordeiro.

Segundo dados do Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (INPE) o desmatamento na região sul do Amazonas tem diminuído. No ano passado, a redução foi de 30%. O objetivo do Ibama com as ações anunciadas é reduzir em pelo menos 30% o desmatamento neste ano.

Fonte: Agência Brasil, Publicado em 28.04.2007, às 14h53 no site do Jornal do Comércio.

Querem reduzir a Amazônia Legal para desmatar 23.04.2007

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No momento em que a Organização das Nações Unidas (ONU) deflagra e lidera um debate sobre o aquecimento global e a situação climática no mundo – e o presidente Luiz Inácio Lula da Silva trata as licenças ambientais como empecilho para as obras do Programa de Aceleração do Crescimento (PAC) -, um projeto de lei que tramita no Senado promete esquentar ainda mais o debate no Brasil. Ele cria, ao mesmo tempo, brechas para ampliar a derrubada da floresta amazônica e para regulamentar propriedades rurais, de produção de soja ou usadas na pecuária, com desmatamento acima dos 20% permitidos pela legislação.

Estados como Mato Grosso poderão, pelo projeto, reduzir à metade a área hoje considerada de preservação ambiental. O projeto do senador Jonas Pinheiro (DEM-MT), protocolado em fevereiro e já endossado com parecer favorável da Comissão de Desenvolvimento Regional e Turismo do Senado, prevê uma alteração no Código Florestal para excluir áreas de Mato Grosso, Tocantins e Maranhão da Amazônia.

Fonte: Estado de S. Paulo.

Gelo no Ártico pode desaparecer em menos de 50 anos 14.04.2007

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O catedrático de ecologia da Universidade do Alasca-Fairbanks (Estados Unidos), F. Stuart Chapin, advertiu nesta sexta-feira (13) que em menos de 50 anos o gelo do Ártico pode desaparecer como conseqüência do aquecimento global, já que estão ocorrendo mudanças mais rapidamente do que se previa. Chapin apresentou na Fundação BBVA de Madri os resultados de suas pesquisas sobre o aquecimento no Ártico e seus efeitos sobre o planeta, assim como a reação das espécies animais e vegetais ao aumento das temperaturas. O pesquisador americano considerou que se vive um momento “crítico” para o futuro da biodiversidade e do planeta. As decisões que os diferentes países adotarem hoje determinarão as mudanças que ocorrerão em 50 anos, afirmou. Na opinião de Chapin, os relatórios do Painel Intergovernamental sobre Mudanças Climáticas (IPCC, em inglês) da ONU são “muito conservadores”. De acordo com as pesquisas realizadas pela equipe de Chapin, a neve derrete cada vez mais cedo no Ártico, o que acelera a mudança climática na região, que registrou nos últimos anos as temperaturas mais elevadas em 400 anos. A neve no Ártico derreteu, em média, dois dias e meio mais cedo por década nos últimos 45 anos, segundo o pesquisador. No Alasca, nesse mesmo período (de 1961 até agora), ocorreu um aquecimento do solo nos meses de verão de 2 graus Celsius, que originou também um aquecimento do ar, cuja temperatura se elevou em 2,7 graus Celsius, alcançando as médias mais altas nos últimos 75 anos. Segundo Chapin, a maior duração da temporada sem neve permitiu a extensão rumo ao norte do Alasca da floresta boreal, que está progressivamente preenchendo regiões anteriormente ocupadas pela tundra.

Fonte: Efe/Folha Online.

E AGORA ??? O QUE PODEMOS FAZER PARA TENTAR ESCAPAR DESSE FUTURO ANUNCIADO ???

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O Derretimento dos Pólos

Renato Sabbatini

O que está acontecendo nos pólos da Terra? Os últimos relatos de viajantes e de cientistas é que tanto o Ártico quanto a Antártica estão passando por um período sem precedentes de derretimento dos suas áreas de gelo. No verão deste ano, enormes áreas dos mares ao norte do Canadá estão livres de gelo pela primeira vez na história. Na Groenlândia, a lâmina de gelo que existe há centenas de milhares de anos está perdendo de 2 a 5 metros de espessura por ano. Na Antártica, enormes plataformas de gelo, algumas com 8.000 km2 estão se fragmentando e se espalhando pelo mar. Geleiras das montanhas estão também derretendo com velocidade surpreendente. Animais que dependem do ciclo natural das estações, como os ursos polares, pingüins e peixes marinhos, estão sendo devastados.
 

As organizações de proteção do meio ambiente, como a Greenpeace, a World Wildlife Fund (WWF), e grupos de cientistas e ecoativistas acham que existem evidências irrefutáveis de que isso está sendo causado pelo aquecimento global, e que a atividade humana é, em grande responsável, por esse aumento, através do chamado “efeito estufa” (aumento dos gases na atmosfera que retém o calor emitido pelo sol). Recentemente, mais de 1.500 cientistas, inclusive 80 nobelistas e centenas de organizações científicas assinaram um manifesto a favor dessas idéias, e pedindo um acordo global entre as nações que tenha como meta a diminuição substancial dos níveis de emissão. Tanta gente importante e sabida assim pode estar errada? O problema é que pode estar, sim, como veremos adiante.

De fato desde o início do século, a temperatura média do planeta aumentou em 0,5 ºC, sendo que aproximadamente a metade desse valor desde 1960. A Agência de Proteção Ambiental dos EUA (E.P.A.) determinou que os 10 anos mais quentes do século ocorreram nos últimos 15 anos, e que 1998 foi o ano mais quente de todos. O nível médio dos oceanos aumentou entre 5 a 12 cm, sendo que 40% desse valor foi devido ao derretimento das geleiras em montanhas. O restante é devido à expansão do volume de água devido ao próprio aumento de temperatura (dilatação). Se todo o gelo dos pólos se derreter (hipótese altamente improvável), o nível médio dos oceanos aumentará em mais de 80 metros, submergindo todas as cidades costeiras do mundo, e engolindo ilhas e zonas costeiras inteiras (o estado da Flórida e a Holanda, por exemplo, praticamente desapareceriam debaixo das águas!). A quantidade de precipitação de chuvas também aumentou em 1% neste século.

Os ambientalistas argumentam que o aquecimento global está sendo causado pelo aumento do efeito-estufa, principalmente pelo gás dióxido de carbono. Segundo eles, os maiores culpados do aumento dos níveis de CO2 na atmosfera por emissão de gases por combustão de combustíveis fósseis (petróleo, gás e carvão) são os paises mais desenvolvidos. Por exemplo, os EUA, que representam apenas 4% da população mundial, contribuem com 20% dos gases do efeito estufa, com cerca de 5,3 toneladas por habitante por ano (em comparação, a China produz 0,7 toneladas, e Bengladesh, apenas 0,04 toneladas). Europa e Japão contribuem com 20% adicionais.

As adeptos dessa teoria dizem que se nada for feito para coibir as emissões de CO2 pela atividade humana, a Terra poderá esquentar até 3,5 º C nos próximos anos. Pode parecer pouco, mas seria um aumento catastrófico, principalmente para a modificação de ecossistemas e a para a extinção de centenas de milhares de espécies de vida, inclusive a erradicação de milhões de quilômetros quadrados de florestas no hemisfério norte.

Todas essas afirmações, no entanto, têm sido o objeto de uma enorme polêmica. Muitos cientistas acham que os dados que os ambientalistas brandem com tanta veemência na condenação do progresso material e industrial, são refutados por muitos estudos sérios. Não existe de forma tão clara essa alegada relação entre atividade humana, aumento de gases atmosférico e aquecimento global. Nenhum sequer desses elos foi claramente comprovado até agora, e existem até evidências em sentido contrário. Por exemplo, cerca de 12.500 anos atrás, a temperatura média da terra subiu mais de 20 graus em apenas 50 anos; apenas devido a causas naturais (desconhecidas até hoje, mas suspeita-se que possa ter sido um aumento da atividade solar). Na chamada “Pequena Idade Glacial”, que começou no século 17, a temperatura terrestre chegou a ser dois graus menor do que agora, sem que a humanidade tenha se extingüido. Portanto, 0,5 grau de aumento em um século significa apenas uma pequena variação, que tanto poderia ser para cima como para baixo, e que não é necessariamente causada pelo ser humano. Embora o nível de CO2 esteja realmente aumentando na superfície do planeta (e pode ser que seja mesmo o resultado da queima aumentada de combustíveis fósseis, principalmente pelos automóveis), isto não está ocorrendo nas partes superiores da atmosfera, onde ocorre o efeito-estufa. Além disso, o vapor de água que existe nessas regiões é o maior responsável pelo efeito, e não o CO2 ou o gás metano, como se pensava.

Outra falha na argumentação sobre o efeito do CO2: os ambientalistas apresentam apenas o quanto é emitido a mais pela atividade humana. Geralmente não citam o que realmente fica a mais na atmosfera, pois existem muitas fontes naturais de absorção: as florestas e os mares, por exemplo. De fato, existem evidências que as florestas do norte dos EUA absorvem mais CO2 (2 bilhões de toneladas por ano) do que é gerado (1,7 bilhões). Um dos motivos é que os ecossistemas terrestres são precisamente auto-regulados: quando aumenta o CO2 na atmosfera estimula-se o crescimento das árvores e outras plantas, que por sua vez passam a remover mais CO2.

O ambiente terrestre e a vida podem ser muito mais estáveis e resistentes do que imaginamos. Ao mesmo tempo, em periodos relativamente curtos, podemos passar por grandes modificações. É cedo, ainda, para apontar o dedo para os culpados. Mas, de qualquer forma, tentar diminuir a poluição é sempre uma boa meta.

Para Saber Mais

Fonte: http://www.sabbatini.com/renato/correio/ciencia/cp000908.html

Diário de um cão !!! (Não evite as lágrimas, se puder. Não contenha-se) 04.04.2007

Posted by Aldo Corrêa de Lima in Cultura, DENÚNCIA, Direitos Humanos, Jurídico, Meio Ambiente, Pai Nosso ..., Utilidade Pública.
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1ª semana:
- Hoje completei uma semana de vida. Que alegria ter chegado a este mundo !

1º mês:
- Minha mamãe cuida muito bem de mim. É uma mãe exemplar !

2 meses:
- Hoje me separaram de minha mamãe. Ela estava muito inquieta e, com seu olhar, disse-me adeus. Espero que a minha nova "família humana" cuide tão bem de mim como ela o fez.

4 meses:
- Cresci rápido; tudo me chama a atenção. Há várias crianças na casa e para mim são como "irmãozinhos". Somos muito brincalhões, eles me puxam o rabo e eu os mordo de brincadeira.

5 meses:
- Hoje me deram uma bronca. Minha dona se incomodou porque fiz "pipi" dentro de casa. Mas nunca me haviam ensinado onde deveria fazê-lo. Além do que, durmo no hall de entrada. Não deu para agüentar.

8 meses:
- Sou um cão feliz! Tenho o calor de um lar; sinto-me tão seguro, tão protegido ... Acho que a minha família humana me ama e me consente muitas coisas. O pátio é todinho para mim e, às vezes, me excedo, cavando na
terra como meus antepassados, os lobos quando escondiam a comida. Nunca me educam. Deve ser correto tudo o que faço !

12 meses:
- Hoje completo um ano. Sou um cão adulto. Meus donos dizem que cresci mais do que eles esperavam. Que orgulho devem ter de mim !!!

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13 meses:
- Hoje me acorrentaram e fico quase sem poder movimentar-me até onde tem um raio de sol ou quando quero alguma sombra. Dizem que vão me observar e que sou um ingrato. Não compreendo nada do que está acontecendo.

15 meses:
- Já nada é igual... Moro na varanda. Sinto-me muito só. Minha família já não me quer ! Às vezes esquecem que tenho fome e sede. Quando chove, não tenho teto que me abrigue ...

16 meses:
- Hoje me desceram da varanda. Estou certo de que minha família me perdoou. Eu fiquei tão contente que pulava com gosto. Meu rabo parecia um ventilador. Além disso, vão levar-me a passear em sua companhia !

Nos direcionamos para a rodovia e, de repente, pararam o automóvel. Abriram a porta e eu desci feliz, pensando que passaríamos nosso dia no campo.

Não compreendo porque fecharam a porta e se foram. "Ouçam, Esperem" ! lati ... se esqueceram de mim ... Corri atrás do carro com todas as minhas forcas. Minha angústia crescia ao perceber que quase perdia o fôlego e eles não paravam. Haviam me esquecido.

17 meses:
- Procurei em vão achar o caminho de volta ao lar. Estou e sinto-me perdido ! No meu caminho existem pessoas de bom coração que me olham com tristeza e me dão algum alimento. Eu lhes agradeço com o meu olhar, desde o fundo de minh'alma. Eu gostaria que me adotassem: seria leal como ninguém !

Mas somente dizem: "pobre cãozinho, deve ter se perdido."

18 meses:
- Um dia destes, passei perto de uma escola e vi muitas crianças e jovens como meus "irmãozinhos". Aproximei-me e um grupo deles, rindo, me jogou uma chuva de pedras "para ver quem tinha melhor pontaria". Uma dessas pedras feriu-me o olho e desde então, não enxergo com ele.

19 meses:
- Parece mentira Quando estava mais bonito, tinham compaixão de mim. Já estou muito fraco; meu aspecto mudou. Perdi o meu olho e as pessoas me mostram a vassoura quando pretendo deitar-me numa pequena sombra.

20 meses:
- Quase não posso mover-me! Hoje, ao tentar atravessar a rua por onde passam os carros, um me jogou ! Eu estava no lugar seguro chamado "calçada", mas nunca esquecerei o olhar de satisfação do condutor, que até se
vangloriou por acertar-me. Quisera que tivesse matado ! Mas só me deslocou as cadeiras ! A dor é terrível ! Minhas patas traseiras não me obedecem e com dificuldade arrastei-me até a relva, na beira do caminho ...

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Faz dez dias que estou embaixo do sol, da chuva, do frio, sem comer. Já não posso mexer-me ! A dor é insuportável ! Sinto-me muito mal; fiquei num lugar úmido e parece que até o meu pelo esta caindo ...

Algumas pessoas passam e nem me vêem; outras dizem: "não chegue perto". Já estou quase inconsciente; mas alguma força estranha me faz abrir os olhos. A doçura de sua voz me fez reagir. "Pobre cãozinho, olha como te deixaram", dizia ... junto com ela estava um senhor de avental branco. Começou a tocar-me e disse:

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"Sinto muito senhora, mas este cão já não tem remédio. É melhor que pare de sofrer".

A gentil dama, com as lágrimas rolando pelo rosto, concordou. Como pude, mexi o rabo e olhei-a, agradecendo-lhe que me ajudasse a descansar.

Somente senti a picada da injeção e dormi para sempre, pensando em porque tive que nascer se ninguém me queria ... (?)

AJUDE A ABRIR A CONSCIÊNCIA DOS IGNORANTES E, ASSIM, PODER ACABAR COM OS MAUS TRATOS AOS ANIMAIS, ESPECIALMENTE COM O PROBLEMA DE CÃES DE RUA.

REPASSE ESTE MENSAGEM PARA QUANTAS PESSOAS VOCÊ PUDER.

NÃO CUSTA NADA !!!

SIMPLICIDADE DE CARÁTER É O RESULTADO NATURAL DA REFLEXÃO PROFUNDA ...

Denuncie quem pratica maus tratos contra os animais, pois É CRIME !!!

Art. 32, da Lei Federal nº 9.605/98: “È considerado crime praticar ato de abuso, maus-tratos, ferir ou mutilar animais silvestres, doméstico ou domesticados, nativos ou exóticos. Pena – Detenção de 3 (três) meses a 1 (um) ano e multa. … “omissis”… Parágrafo 2°. – A Pena é aumentada de 1 (um) terço a 1 (um) sexto, se ocorrer a morte do (s) animal (s).”

O maior dos covardes é aquele que maltrata um animal !!!

 

Aldo Corrêa de Lima.

Ar puro – Direito de todos os humanos !!! 03.04.2007

Posted by Aldo Corrêa de Lima in Meio Ambiente.
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Suprema Corte manda EUA controlar emissão de carbono

por Claudio Julio Tognolli

A administração George Bush teve uma derrota judicial na segunda-feira (2/4). A Suprema Corte dos Estados Unidos mandou o governo federal passar a controlar as emissões de dióxido de carbono dos carros. As informações são do site Findlaw.

Por 5 votos a 4, a Suprema Corte determinou que a lei chamada Ato do Ar Puro seja cumprida pela Agência de Proteção ao Meio Ambiente, a autoridade para controlar as emissões automotivas. De acordo com a lei, de 1970, o dióxido de carbono é um poluente do ar que ameaça a saúde pública e, portanto, deve ser controlado pela Agência de Proteção ao Meio Ambiente. As indústrias dos Estados Unidos e veículos são responsáveis por 15% da emissão de gases que geram o efeito estufa, disse David Doniger, do Conselho Nacional de Defesa das Reservas.

A ação foi ajuizada por estados e grupos de defesa do meio-ambiente, em 18 de dezembro de 2006. Os estados alegaram que a administração Bush “ignora a ciência e seus peritos” e nega-se a reduzir os níveis de emissão. Mais notadamente, a Califórnia é quem comandava a briga e tomou sozinha, por exemplo, a iniciativa de firmar acordo com a Grã-Bretanha para troca tecnológica para a redução dessas emissões. O estado da Califórnia também foi pioneiro em aprovar lei limitando a emissão de gases para cortar os atuais níveis em 25% até o ano de 2020.

Segundo o procurador-geral de Justiça de Nova York, Eliot Spitzer, os estados argumentaram que a manutenção dos atuais níveis de tolerância dos gases “contribui para a morte prematura, geração de doenças respiratórias crônicas e ataques de asma”. De acordo com ele, “esses níveis de poluição também levam a mais admissões hospitalares e aumento de gastos públicos com saúde”. Os estados signatários da ação são: Califórnia, Connecticut, Delaware, Illinois, Maine, New Hampshire, New Jersey, New Mexico, Oregon, Pennsylvania, Rhode Island, Vermont e Nova York.

“Onde a ciência é clara, nós somos claros em agir”, disse Jennifer Wood, porta-voz da Environmental Protection Agency. Ele afirmou que ainda não há estudos definitivos sobre as emissões de gases. O Ato do Ar Puro, lei que regulamenta o assunto, afirma que a cada cinco anos devem ser feitos novos estudos sobre o tema. Os estados litigantes dizem que a Environmental Protection Agency falhou neste ponto.

“Há razões de sobra para que isso seja encarado agora”, disse o procurador-geral de Justiça de Massachusetts, Thomas Reilly, que fala em defesa dos ambientalistas e dos estados. As indústrias dos Estados Unidos e veículos são responsáveis por 15% da emissão de gases que geram o efeito estuda, disse David Doniger, do Conselho Nacional de Defesa das Reservas.

 

Fonte: http://conjur.estadao.com.br/static/text/54315,1

Estrangeiros preservam mais a Amazônia que o Brasil 18.03.2007

Posted by Aldo Corrêa de Lima in Meio Ambiente, Notícias.
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 O Brasil se gaba de ser o principal dono da Amazônia e repudia a idéia que surge de tempos em tempos de internacionalizar a maior floresta tropical do mundo. Apesar disso, para manter a selva de pé, o País depende em grande parte de dinheiro estrangeiro. De acordo com um levantamento feito pelo Estado, Alemanha, Estados Unidos, Japão e Holanda investem juntos por ano R$ 108,9 milhões na preservação da floresta brasileira.

O dinheiro estrangeiro é mais volumoso que os R$ 96,4 milhões que os nove Estados da Amazônia Legal (a região Norte mais Mato Grosso e parte do Maranhão) aplicaram em ambiente em 2005. E é superior aos R$ 58 milhões que o Ministério do Meio Ambiente destinou aos Estados amazônicos em 2006. Como comparação, o Central Park, de Nova York, tem US$ 25 milhões (R$ 52,3 milhões) por ano. O gasto do Estado de São Paulo com gestão ambiental em 2005 foi de R$ 824,1 milhões.

“A verba nacional para a Amazônia é irrisória. Temos de pagar juros da dívida, cobrir os recursos obrigatórios de previdência, saúde, educação… Veja a questão da segurança pública… O ambiente tem de competir com todas essas demandas. O que sobra é pouco”, avalia Adalberto Veríssimo, pesquisador da organização não-governamental (ONG) Imazon.

Euros, dólares e ienes entram no Brasil por meio da chamada cooperação internacional, sistema que os países ricos utilizam para ajudar os países pobres, com dinheiro ou apoio técnico. A mais conhecida das cooperações foi o Plano Marshall – no final da década de 40, os EUA bancaram a reconstrução da Europa, devastada pela 2ª Guerra.

No caso da cooperação destinada à Amazônia, beneficiam-se governos, empresas, comunidades locais e, principalmente, ONGs. Outro levantamento realizado pelo Estado mostra que as maiores ONGs injetam R$ 36,6 milhões por ano na floresta – uma parte do dinheiro vem de suas respectivas sedes no exterior (quando é o caso); outra, da cooperação internacional.

A filial brasileira do WWF, que tem sede na Suíça e escritórios em uma centena de países, destina anualmente R$ 10 milhões à Amazônia – 99% dos recursos são estrangeiros. O Instituto Socioambiental (ISA) é uma ONG nacional, mas também depende de recursos internacionais. Dos R$ 9,2 milhões aplicados na região no ano passado, R$ 7,9 milhões vieram de fora.

Fonte: Estadão.

Aquecimento fará milhões de famintos e sem água neste século, diz estudo 31.01.2007

Posted by Aldo Corrêa de Lima in Meio Ambiente.
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O aquecimento global fará com que milhões de pessoas passem fome por volta de 2080 e causará grave falta de água na China, Austrália e em partes da Europa e Estados Unidos. O quadro faz parte de um estudo sobre o clima global divulgado, em partes, nesta terça-feira (30).

Segundo o relatório da Painel Intergovernamental para a Mudança Climática, até o final do século as mudanças climáticas trarão escassez de água para até 3,2 bilhões de pessoas, com um aumento médio de temperatura na ordem de 2ºC a 3ºC.

O texto completo deve ser divulgado só em abril. O estudo diz ainda que até 600 milhões de pessoas enfrentarão falta de alimentos até 2080. Países pobres, como os da África e Bangladesh, seriam os mais afetados, por serem os menos capazes de lidarem com secas e inundações litorâneas, também previstas pelos cientistas.

O Painel Intergovernamental foi criado em 1988 pela Organização Meteorológica Mundial e pelo Programa Ambiental da ONU para orientar as políticas globais sobre o aquecimento. O grupo deve divulgar na sexta-feira, em Paris, um relatório prevendo que até 2100 a temperatura média do mundo estará de até 4,5ºC acima dos níveis pré-industriais. (Folha Online)

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