Dr. Aldo Corrêa de Lima – Advogado | Professor | Teólogo

MAUS TRATOS contra Animais – A Autoridade Pública é OBRIGADA a tomar providências, sob pena de RESPONSABILIDADE:

OBS: Em 14.12.2007, às 19:00 horas aproximadamente, às margens da BR 232 – KM 103, aconteceu um VERGONHOSO fato na Cidade onde resido (Bezerros/PE) – O Delegacia de Polícia da Cidade (cujo Delegado Titular é o Sr. Guaracy) recebeu uma denúncia sobre BRIGA DE GALOS e, ao chegarem no local (constatado inclusive uma grande quantidade de galos de briga, rinhas, muitas gaiolas e demais equipamentos e muita gente “ENDINHEIRADA”: militares, delegados de polícia, prefeitos de outras cidades e vários populares, etc.) as Polícias Civil e Militar (GATI), por “ordem” do Delegado, resolveram não prender ninguém em FLAGRANTE, no entanto, o Ministério Público ao saber da VERGONHOSA ATUAÇÃO DAS POLÍCIAS, determinou a abertura de INQUÉRITO para apurar as RESPONSABILIDADES dos referidos agentes públicos ALTAMENTE DESPREPARADOS para desempenharem as funções que exercem e, com certeza, SERÃO PUNIDOS PELA OMISSÃO-NEGLIGÊNCIA, inclusive perante suas CORREGEDORIAS DE POLÍCIA.

A VERGONHA ACONTECEU, MAS OS RESPONSÁVEIS SERÃO SEVERAMENTE PUNIDOS NA FORMA DA LEI – PODEM TER CERTEZA !!!

 

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Segundo dispõe o Decreto nº 24.645/34, a PROTEÇÃO dos animais É DEVER DO ESTADO, portanto, ao DENUNCIAR (no sentido de “comunicar”, ainda que informalmente, à Autoridade Competente ou a alguma entidade de proteção dos animais) alguém que está “MAL-TRATANDO” algum INDEFEZO animalzinho, a responsabilidade e obrigação de investigar e PUNIR é do Estado (Poder Público), representado pelos seus agentes:

  • POLÍCIA CIVIL

  • POLÍCIA MILITAR

  • POLÍCIA FEDERAL

  • POLÍCIA RODOVIÁRIA FEDERAL

  • POLÍCIA FERROVIÁRIA FEDERAL

  • CORPO DE BOMBEIROS

  • MINISTÉRIO PÚBLICO

  • PODER JUDICIÁRIO, etc.

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Ao tomar conhecimento da prática de maus tratos (Art. 32 e parágrafos, da Lei Federal nº 9.605, de 12.02.1998), o Delegado de Polícia (no caso das demais Autoridades Públicas, deverão encaminhar o caso ao Delegado, devendo prender EM FLAGRANTE DELITO o ofensor), por exemplo, formalizará um T. C. O. (Termo circunstanciado de Ocorrência), que é uma espécie de Inquérito Policial simplificado (Lei nº 9.099/95) e o enviará à Justiça, que designará uma AUDIÊNCIA, onde o Ministério Público PROPORÁ uma PENA NÃO PRIVATIVA DE LIBERDADE (prestação de serviços à sociedade/comunidade e/ou uma MULTA), além de cessar com os maus tratos (perda da posse/propriedade do animal, etc.), justamente por se tratar de CRIME de pequeno potencial ofensivo e caso o criminoso concorde (no caso dos maus tratos É OBRIGATÓRIO ao mesmo cessá-lo, podendo as autoridades competentes resgatar o animal e colocá-lo em abrigo provisório ou permanente, a fim de evitar mais sofrimentos para mesmo), o processo será encerrado, no entanto, o mesmo não gozará do mesmo benefício durante um prazo de 05 ANOS e caso venha a cometer qualquer outro delito cuja pena mínima seja igual ou inferior a 02 anos de detenção, RESPONDERÁ O PROCESSO NORMALMENTE e será punido ao final e TERÁ SEUS ANTECEDENTES CRIMINAIS REGISTRADOS no órgão competente, o que o tornará reincidente para efeitos penais, no futuro, o que pode ser muito ruim para o infrator.

Toda e qualquer Altoridade não é nada mais do que UM SIMPLES SERVIDOR PÚBLICO, cujo salário lhe é pago dos nossos bolsos, através dos impostos que pagamos, etc., por isso, competem aos mesmos OBEDECEREM A LEI, piamente, não podendo qualquer Autoridade deixar de cumprir ato de seu ofício INJUSTIFICADAMENTE, sob pena de responder por IMPROBIDADE ADMINISTRATIVA (Art. 11, inciso II, da Lei Federal nº 8.429, de 02.06.1992) e/ou CRIME DE PREVARICAÇÃO (Art. 319, do Código Penal), etc., portanto, recebendo um denúncia sobre maus tratos contra animais, por exemplo, e infundadamente, não proceder às medidas legais cabíveis, o Delegado (p. ex., ou o Juiz, ou o Promotor de Justiça ou quem quer que seja) estará violando a lei e SERÁ SEVERAMENTE PUNIDO, quando o caso chegar ao conhecimento de seus superiores hierárquicos, bastando DENUNCIÁ-LO a quem de Direito.

É importante que se diga que QUALQUER PESSOA PODE EFETUAR UMA PRISÃO EM FLAGRANTE DELITO, conforme autoriza o Art. 301, do Código de Processo Penal brasileiro (“Qualquer do povo poderá e as autoridades policiais e seus agentes deverão prender quem quer que seja encontrado em flagrante delito”), portanto, ao presenciar o cometimento de QUALQUER TIPO DE CRIME, nós, mero cidadãos, PODEMOS PRENDER o infrator (prisão de cidadão) e encaminhar o delinquente ao Delegado de Polícia, que tomará as providências de praxe.

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É sempre importante registrar o ato ilícito praticado, por fotos, filmagens e, principalmente, por TESTEMUNHAS (02 no mínimo), com nome completo e endereço, a fim de que se produza s elementos mínimos para a constatação do fato delituoso e que possa o responsável ser PENALIZADO na forma da lei.

Os crimes mais comuns contra animais são:

  • Maus tratos residenciais

    (espancamentos, isolamento, fome, má higiene, abandono, excesso de exercícios físicos, etc;);

  • brigas de galo, cachorro e pássaros (rinhas, etc.);

  • fornecer bebidas alcoólicas para animais;

  • experimentos científicos;

  • carregamento de peso excessivo e continuamente;

  • outros.

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Nós, da A. P. A. AMIGOS PARA SEMPRE estamos dispostos a atuar efetivamente no combate aos maus tratos contra animais. E você ???

 

NÃO DEIXE MAIS ESSA VERGONHA ACONTECER ! 

 

Bel. Aldo Corrêa de Lima

Advogado – OAB/PE nº 17.988

aldoadv@gmail.com

https://aldoadv.wordpress.com

81.9622.0778

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Arquivado em:DENÚNCIA, Utilidade Pública

92 Responses

  1. junior disse:

    isso infelizmente está acontecendo aqui.. o q pode ser feito? Qual órgão devemos exigir uma investigação? E se não houver uma entidade específica para este tipo de denúncia? qual a punição esse demônio esta sujeito?

    veja notícia de um portal daqui…

    http://www.180graus.com/gazetilha/default.asp

    CARNIFICINA: Empresário sangüinário cria vira-latas para serem estraçalhados por cães Pit bull em Teresina
    15/12/2007 00:01:15
    A denúncia é grave. Em Sta. Teresa, na estrada de José de Freitas, 15km da zona urbana, num síto situado depois do Cemitério Sta. Rita, um empresário de Teresina vem promovendo, já há muito tempo, um verdadeiro espetáculo de crueldade. Em sua propriedade, ele cria cães Pit bull e também cães Vira-latas. Só que os Vira-latas são criados para serem estraçalhados pelos Pit bull. O empresário reuniu, neste domingo, vários amigos poderosos para assistirem à carnificina que ocorre até três vezes por mês. Sabemos só que ele é conhecido como Sivaldo, dono de restaurante no (bairro) Marquês. (zona norte de Teresina)

    • MARCOS disse:

      isto realmente é crueldade contra animais, porque o vira-lata não tem a mínima chance, nem pra fugir e nem pra se defender. Na griga de galos não há crueldade, pois os galos tem mesmo peso e altura e quando um deles foge a luta é encerra e não há como forçá-lo a voltar para a luta. no caso do cachorro o vira-lata corre o tempo todo, mas não consegue fugir da morte.

    • Leila disse:

      Deus queira que este ser horrível seja tão brutamente exterminado quanto aos pobres vira-latas. Meu pedido a Deus é que antes dele cometer a próxima crueldade que os pit bull acabem com ele da mesma forma. Eu tenho fé e acredito, me responda quando sober do fim dele, e de todos que façam parte disso, tudo que vejo neste sentido eu hajo desta maneira, acredite Deus vai fazer.

    • Sonia Ferri disse:

      Oi gostaria de saber se alguma coisa foi feita contra esse monstro que cria cachorros vira lata pra ser estraçalhado por pit bull …
      Eu sou protetora dos animais e sofro muito quando vejo esse tipo de noticia eu amuuu tanto os animais que não consigo acreditar que existe alguem assim que faz tanta maldade a um animalzinho tão inocente como cachorro eles são super carinhosos estou aqui escrevendo e chorando de tanta tristeza de saber que não tem punição a esse assassinos, eu dou vida se for preciso pra salvar a vida de um animal talves quem ler o que eu escrevo pode achar que sou louca e eu sou mesmo mais louca pra proteger a VIDA DOS ANIMAIS….
      O meu grande sonho é de ter dinheiro pra compra uma chacara pra levar todos os animais abandonados que eu ver pelas ruas da cidade e rodovias não gostaria de morrer antes de realizar esse grande sonho e colocaria o nome de CHACARA VITORIA porque sera a grande VITORIA da minha VIDA.

      • MARIA JOSÉ SIQUEIRA CAMPOS disse:

        SONIA, TEMOS O MM IDEAL. VC É MINHA XERÓX. E LOUCOS SÃO ESSES Q FAZEM ESSAS ATROCIDADES COM OS POBREZINHOS DOS ANIMAIS. ELES Ñ SE DÃO CONTA Q DEUS É JUSTO E Q ESTÁ ACORDADÍSSIMO AS 24 HORAS DIÁRIAS. NO MOMENTO CERTO DE DEUS A COBRANÇA VIRÁ CONTRA TODOS ELES. DEUS EXISTE; O CÉU TBM… PORÉM, O DIABO E O INFERNO TBM EXISTEM!!!

  2. edvania rodrigues disse:

    Temos um vizinho que está maltratando muito seu animal de forma abisurda, gostária de saber se é pocivel fazer uma denucia anonima pois não gostaria de ser identificada por ele. é muito grave oque ele faz c esse animal e muita gente é testemunha.

  3. Giulia disse:

    Isso ja aconteceu na frente da minha casa,2 homens estavam dando pauladas e pedradas em um cachorro,eu rapidamente liguei para a policia e eles pegaram em flagrante,eu levei o cao para o vet,e ele tinha fraturado a coluna e quebrado uma das patas.Mas agora ele ta bem.

  4. Edilce disse:

    Informo que estive na casa de eventos castelinho estrada de aldeia Recife, há dois cães com aspectos de maus tratos, pedi q/ desse comida e água, peço para quem de coração salve estas criaturas, a pessoa q/existe no local, não tem sentimento nenhum de amor aos bichinhos, sai de lá chorando ao ver a crueldade., não tenho condições para impedir o tal fato. Agradeço de coração salvem-os!!! o dono o imóvel deveria ter mais zelo pelos mesmos.

  5. José Aparecido Gomes disse:

    PUBLICANDO A VERDADE
    RONALDOC 14/07/2008 10:44
    ronaldo.aerolev@yahoo.com.br
    Dra. Geusa, leia este texto por favor.

    A ignorância das coisas conduz-nos fatalmente ao exagero. A citação não é nova, é bem sabido. A confirmação temos obtido através da história, onde povos e nações nos ofereceram muitos exemplos, alguns extremamente precipitados e sinistros, como o ocorrido a GALILEU, quase queimado vivo por sentença do Tribunal da Inquisição, simplesmente por ter afirmado ser a terra redonda. Mas, se o que ignoramos é sempre exagerado, é implícito que reconheçamos ser o exagero o subterfúgio dos desarrazoados.É o caso das lutas de galos, esporte emocionante, praticado em todo o mundo civilizado, mas que à morbidez de certas pessoas se afirma como perversidade, sadismo e outras tantas tolices, que bem caracterizam conflitospsiquicos ou mentalidade por demais rasteira e atrofiada de quem assim o julga, mutilando a ótica e turvando os horizontes.
    É bem sabido de que todo leigo tem soluções próprias para os problemas alheios. Por essa razão, compreende-se facilmente porque as lutas de galos são tão caluniadas por alguns, que contra elas despejam uma infinidade de julgamento errôneos, infundados, absurdos e em sua maioria levianos.
    Entre as opiniões mais generalizadas, figura a de que as lutas de galos são promovidas por pessoas incultas, rudes, grosseiras e na maior parte das vezes, de nenhuma ou de muito pouca civilidade. É certo de que as pessoas que esgrimam com semelhantes argumentos, certamente nunca presenciaram uma luta de galos realizada na devida forma, senão jamais argumentariam que somente indivíduos sem cultura e de instintos baixos poderiam interessar-se por essa modalidade de espetáculos. Semelhante argumentos esboroam-se facilmente quando são citados nomes de galistas ilustres, muito aliás, que se destacam nas diversas atividades em todo mundo.
    O mais interessante é que pessoas nada esclarecidas sobre os processos biológicos que regem os seres e as coisas e muitas vezes incapazes de distinguir um galo de uma galinha, arvoram-se como seus defensores, ignorando que essas extraordinárias aves brigam desde os primeiros dias de nascidas e se não houver a pronta interferência do homem, se aniquilarão ou se inutilizarão para sempre. O galista, pois, verdadeiro protetor de uma espécie de grande méritos, é um abnegado e mais do que isto, tem de possuir uma espécie de real vocação para o esporte, pois a criação e o manejo desses animais se prende à particularidades muito especiais, onde a dedicação, carinho e o espírito de observação são fatores para se levar a bom termo a tarefa. Parecerá exagero isto, mas quem conhecer de perto um galista, em pouco tempo se inteirará de seu carinho e dedicação para com suas aves e não raro verá que, com orgulho, ele lhe apontará determinado animal, já afastado das competições, com seis anos ou mais conservado como ? jóia rara ?. E feliz desse exemplar que não teve a indefectível sorte de um frango de corte!!! Morrerá de velhice ou de insidiosa doença, mas jamais para o inglório fim culinário.
    Galo-de-briga luta instintivamente, e isto se constituí no seu maior desejo. Não são instigados um contra o outro como comumente acreditam os leigos no assunto. Brigam por necessidade, pelo seu próprio instinto e pelas excepcionais qualidades com que a natureza os dotou. Apenas o homem, para que essa luta não se tornasse aleatória, como sucederia sem a sua interferência, estabeleceu normas para a igualdade em peso e altura evitando um desproporcional domínio de um lutador sobre o outro. Ninguém desconhece que as lutas de galos são praticadas em todo o mundo desde épocas imemoráveis! Nas Américas. Este emocionante é difundido da Patagônia às terras frias do Canaã. Em Orlando, na Florida, existiu um rinhandeiro famoso conhecido pelos galistas de todo mundo. Várias são as especialidades sobre o esporte publicadas nos Estados Unidos com matéria muito atraente. Podemos destacar, Gamecock, Game Fowl, News, The Feathered Warrior, Poltry Press e Grit and Steel, esta, beirando os 100 ANOS de EXISTÊNCIA. Entre centenas de anúncios de criadores de aves de combate, apetrechos galísticos, medicamentos, rações, e outros da espécie, destacam-se alguns de escolas para galistas, onde os novatos no esporte especializam-se na difícil arte de reproduzir, criar e preparar os galos para as rinhas.
    Na FRANÇA, onde o esporte está regulamentado por lei do então Presidente Marechal Charles De Gaulle, existe uma Confederação dos Galistas com sede na Cidade de Lille, com o nome ? FÉDERÁTION DES COQUELEURS RPÉGION NORD DE LA FRANCE ?, a qual mensalmente pública interessante jornal intitulado ? LE COQ GAULOIS ?.
    Transportando-nos à ESPANHA, vamos encontrar um órgão galístico, este, operando dentro do Sindicato Nacional de Ganaderia e conhecido como Grupo Sindical de Criadores y Exportadores de Gallos de Peleas y Aves Deportivas. Foi fundado em 1967 em Madrid e com grande objetividade vem controlando e incentivando a criação dessas belicosas e notáveis aves.
    Encontramos também na América do Norte entidade galística similar de grande atuação conhecida como The United Gamefowl Breeders Association ? UGBA e no MÉXICO, filiada a Unión Nacional de AVICULTORES, A Sccion de Criadores de Gallos de Combate, na própria Capital Federal.
    Na Índia, berço das lutas-de-galos, existem vários órgãos de preservação às raças de briga, como por exemplo, o The Departament of Animal Husbandry, em Andhara Pradesh que vem selecionando e aperfeiçoando a muitas vezes secular raça Assel de combate, uma das mais antigas do globo, o mesmo acontecendo no Paquistão, onde a Pakistan Poultry Association tem o encargo dessas importante tarefa. Omesmo acontece no JAPÃO, onde o combatente shamo vem sendo preservado sob o sistema de competições por vários órgãos locais, entre eles a ZENKOKU NIHON-KEI KYOKAI.
    Na Inglaterra, muito embora as lutas de galos permaneçam incompreensivelmente proibidas há mais de um século, é surpreendente como o desenvolvimento do esporte vem crescendo dia a dia, num frontal desafio às autoridades locais que perguntam a si mesmas a razão da expansão de uma prática julgada já marginalizada, sem encontrarem uma saída satisfatória.
    A resposta é fácil, entretanto. Não é necessário que recorramos ao cabedal de juristas ou a psicólogos, nem tampouco a dogmas de intolerantes puritanos para chegarmos à razão. As lutas de galos existem e florescem devido a uma Lei biológica imutável e soberana, muito diferente da lei dos homens, pois enquanto a primeira está integrada no equilíbrio natural das coisas, a segunda emana do interesse ou da conveniência de cada um, ou ainda, do admitido como certo dentro de uma comunidade. Ninguém dirá de bom senso que a lei dos homens proíba de chover ou fazer sol. Ninguém de bom senso, portanto, poderá admitir que dois galos deixarão de brigar devido a uma simples lei ditada pelos homens. Se os galos lutam é porque são belicosos e se não ocorresse, os homens jamais se interessariam por tal esporte. Tanto é assim, que em algumas reportagens o JORNAL LONDRINO ?NEWS OF THE WORLD ? focalizou o assunto, demonstrando que as lutas de galos na Inglaterra continuam mais VIVAS do que nunca. Por outro lado, existem na GRÃ-BRETANHA vários clubes de aves de briga que zelam pela preservação das velhas raças inglesas de combate, de atuação muito destacada na sobrevivência do esporte. O certo é que em nenhum país do mundo a proibição às lutas de galos possui o efeito desejado. Não é admissível, pois, que na era ATÔMICA e das viagens à lua, entidades cabalísticas que se arvoram defensoras dos animais continuem em atraso em atraso biológico secular, perpetrando acintoso crime contra a ZOOTECNIA. Caberia, isto sim, às nossas autoridades, fiscalizar tais entidades e somente permitir atividades as que possuem efetivamente condições para dentro de um campo biológico e não teórico, imprimir campanha de proteção aos animais, atendendo-se às condições peculiares a cada espécie, dentro de suas aptidões e finalidades e não explorando demagogicamente o lado sentimental dos leigos e desavisados. Não é cabível que se protejam as espécies selvagens do extermínio e se permita passivamente o aniquilamento de algumas domésticas, puras e simplesmente por um inexplicável ódio ZOOLÓGICO. Seria um paradoxo dos mais gritantes e absurdos! Aos galistas , pois, vem sendo legada a difícil e importante missão de proteger e preservar uma das mais nobres espécies domésticas, OGALO COMBATENTE, evitando sua miscigenação e abandono, sem o que viria a ser interrompido expressivo ciclo muitas vezes MILINAR de rigorosa e profícua seleção. Atentar-se contra legados de tal natureza alegando-se a tese de proteção aos animais é que não encontramos justificativas.
    Em conhecido livro sobre avicultura, JOÃO BRUNINI, categorizado autor patrício, afirma com grande propriedade que se não houver existido as PELEJAS de galos como DESPORTO POPULAR desde tempos remotos, seria pouco provável que houvesse na atualidade exemplares de aves tão fortes e perfeitas, e a AVICULTURA tanto COMERCIAL como a praticada simplesmente por afeição careceria de um de seus mais sólidos baluartes!
    Ma, magnífico exemplo, investido de grandes ensinamentos, que deveria deixar muita gente a meditar pela grandiosidade do seu conteúdo filosófico e que toca diretamente às lutas de galos, nos dá SANTO AGOSTINHO, o ÁGUIA DOS DOUTORES- nos versículos 25 e 26 do capítulo VIII ? Livro I ( Tomo Terceiro ) de sua grandiosidade obra DE ORDINE, ( BAR-LE-DUC, L. GUÉN Cº – ÉDITEURS ? 1864 ).

    Conta-nos SANTO AGOSTINHO, que após oferecido a Deus seus votos de cada dia, pôs-se a caminhar com dois amigos por um lugar que lhe era familiar, quando perto à soleira de uma porta deparou dois GALOS que se entregavam a um combate muito violento. Pararam para APRECIAR a peleja e sobre o espetáculo são essas suas considerações:

    ? Detivemos-nos. Quem não olha ou por onde não passam olhos amigos ao procurar se em alguma parte aparecerá aquela beleza da inteligência que modifica e governa tudo, tanto pela ciência como pela ignorância, que arrasta por toda parte seus discípulos ávidos, e se faz procurar por toda parte? De onde e em que lugar não pode ela absolutamente revelar-se? Assim, naqueles GALOS, era preciso ver suas cabeças inclinadas para a frente, as penas do pescoço eriçadas, os choques violentos, os desvios ágeis e em todos os movimentos desses animais, nada que não fosse conveniente. Tudo neles, REGULADO POR UMA RAZÃO SUPERIOR, enfim, a lei imposta pelo vencedor, seu CANTO DE GLÓRIA e seus membros assumindo uma forma imponente para atestar a magnificência da dominação; o vencido, testemunhando a derrota, arrepiando as penas do pescoço, não demonstrando na voz e nos movimentos senão disformidades; portanto, nada que não fosse em harmonia com as leis da NATUREZA. Indagamos então uns aos outros. Por que isso é assim? Por que RAZÃO achamos no aspecto do combate um certo prazer de espectador? Que havia em nós que buscava coisas tão longe dos sentidos?? Que havia ainda influenciado a despertar os sentidos?? Dissemos a nós mesmos; onde não está presente a lei? Onde o império não é conferido ao melhor? Onde não está presente a sombra da constância? Onde deixa de existir a imagem dessa beleza tão real? Onde deixa de existir o equilíbrio? Nossas reflexões eram locais, mas meditamos como coisas tão notáveis tinham até então escapado ao pensamento de 03 ( três ) homens que a elas se dedicavam. Assim que regressamos, pois escrevemos com cuidado este acontecimento em nosso livro. Ninguém pode recuar-se a aprova-lo, mas é raro e difícil senti-lo quando nos entregamos ardentemente a outros estudos ?.

    Também SÃO THOMÁS DE AQUINO tece considerações muito objetivas que podem ser aplicadas às lutas de GALOS.

    Diz ele:

    ? …..ninguém peca por usar uma coisa para o fim ap qual ela é destinada. Ora, na ordem das coisas, as menos perfeitas são para as mais perfeitas; assim como também, no seu processo de geração a natureza vai do imperfeito para o perfeito. Donde vem que, como na geração do homem, forma-se em primeiro lugar o ser vivo, depois o animal e depois o homem, assim também os seres que só têm vida, como as plantas, são destinados geralmente a servir todos os animais; e os animais, ao homem. Por isso, não é ilícito usarmos das plantas para utilidade dos animais, e dos animais para a nossa ?.

    ( SUMA TEOLÓGICA, VOL. XIX, PAG. 125, TRAD. DE ALEXANDRE CORRÊA ).
    Ora, dentro das utilidades destinadas ao homem, certamente que está o esporte, o divertimento. Épor isso que o cavalo é usado nas corridas, os peixes nas pescaria por distração, a raposa para satisfação da vaidade e luxo femininos e o GALO COMBATENTE conseqüentemente, para as disputas nos rinhandeiros.
    Mas, para chegarmos a origem do galo doméstico e particularmente a do GALO COMBATENTE, teríamos que retroceder a eras muito remotas. Exaustivas pesquisas nos conduziriam a épocas ASSAZ distantes antes de atingirmos a ARCH/EOPTERYX LITOGRAPHICA, cuja existência data do JURÁSSICO, era MESOZÓICA, há cerca de 120 a 160 milhões de anos dos dias atuais, como afirmam certos cientistas,arqueólogos e outros. Esta é a remota e provável responsável pelas espécies de aves que povoam o nosso PLANETA. Do GALLUS, ave selvagem e extremamente COMBATIVA, cujo habitat se estende a algumas regiões do SUDESTE ASIÁTICO, é indiscutível que surgiram os GALOS DE RINHAS de intransigente e admirável apanágio GURREIRO.
    As mais antigas citações sobre as lutas de GALOS, vêm-nos do código de MANU, há mais de 5.000 ( cinco mil ) anos de nossa era. É fácil de se entender portanto, como essas fabulosas aves chegaram ao surpreendente estágio atual de beleza, força coragem e resistência. Empregadas em sistemáticas competições durante séculos e séculos e submetidas a cada geração a processo de preparo físico especiais e alimentação adequada, é claro de que teriam de exibir semelhantes atributos, tornando-se uma das espécies domésticas dos mais altos méritos.

    O JORNALISTA LEAN CAU, num dos números da revista ? PARIS MATCH ?, membro de uma SICIEDADE PROTETORA DE ANIMAIS DA FRANÇA onde o esporte está REGULAMENTADO POR LEI, assim se refere às lutas de galos:
    ? Como se ousa fazer os galos lutarem entre si? Resposta: por se amar no mais elevado grau o que neles é o mais digno de ser amado e liberado; sua beleza, sua coragem e seu instinto. Ninguém mais do que um GALISTA ama seus GALOS. São os GALOS-DE-BRIGA, animais NOBRES, LIVRES, BELOS E ORGULHOSOS, nos quais não se injetam hormônios e não se castiga os olhos; animais a que não se impede de dormir com PODEROSAS LÂMPADAS; que não se aglutinam aos milhares, asa com asa nas granjas para que engordem em algumas semanas, onde vacilam miseravelmente sobre suas pernas de ossos frágeis; que não se mata, que não se ferve e que não se embrulha em série em papel celofane. São, ao contrário, animais dos quais se cultiva a beleza, a força e a resistência física, aos quais se oferece a alegria sim, a alegria de fazer-lhes explodir o que eles mais gostam no mundo: seu prodigioso instinto de combate, transmitido geração a geração ?.

    E sabem qual a vida média de um GALO COMBATENTE?? Sem medo de errar podemos fixa-la num ciclo de quatro a seis anos e às vezes mais, como por exemplo célebre e belicoso CHANTECLER NORTE-AMERICANO, cuja foto foi publicada num dos números de uma quase centenária revista galística daquele país irmão. Vinte anos de idade chegou a completar a referida ave, já cega pela velhice e alimentada pelo seu dedicado dono. Sua morte causou grande tristeza a seu criador, pois havia sido um grande CAMPEÃO DOS RINHANDEIROS.

    E sabem quanto VIVE UM FRANGO DE CORTE? Uma GALINHA DE POSTURA?
    Posso assegurar que o 1º ( primeiro ) não passará de noventa dias e a 2ª ( segunda ) será descartada após o 1º ( primeiro ) ano.

    A importância e a necessidade, pois, da preservação dos GALOS COMBATENTES no mundo atual dentro DO SISTEMA DE COMPETIÇÕES, tornou-se tão necessária que hoje pessoas mais diligentes vêm organizando FERERAÇÕES E ÓRGÃOS semelhantes , para que essas aves não se deteriorem nem desapareçam ou cheguem à beira DA EXTINÇÃO.
    Mas, para isso, há a necessidade também de se combater lendas e abusões, algumas fortemente arraigados à cultura popular, ou por supertição ou por simples ingenuidade. Assim, ainda há quem acredite que manga com leite faz mal. Passar em baixo de escada da azar. E outras muito corriqueiras. São crendices que antecedem nossos tataravôs e que chegam aos nossos dias atreladas a preconceitos outros do mesmo gênero, que se banalizam e se eternizam nos hábitos populares e são difíceis de ser erradicadas. O mesmo acontece com o ESPORTE GLÍSTICO, vítima de campanha infundadas, difamatórias e absurdas. Isto, tornou-se um hábito através de gerações e se deve à campanhas perniciosas de pessoas HIPÓCRITAS, PSICOLOGICAMENTE ANORMAIS E LEIGAS no que seja PROTEÇÃO aos ANIMAIS. Jamais essas pessoas souberam o que vem a ser CRUELDADE, PRESERVAÇÃO DAS ESPÉCIES, APRIMORAMENTO DAS RAÇAS OU COISAS SEMELHANTES. Falam da boca pra fora enquanto se acomodam em cômodas poltronas de suntuosos gabinetes. Ora, todo cidadão perfeitamente normal sabe que a CRUELDADE tanto pode ser física como mental. Todas são perversas. A física, pode partir de uma agressão armada ou não, enquanto a mental pode mesmo ter origem num ato de intimidação, coação ou impedimento de qualquer atividade individual. Por ser complexa é sumamente diversificada. CRUELDADE não se limita apenas a uma agressão física e muito mais do que isto, é uma ação covarde das mais variadas formas. Quando uma granja avícola sacrifica milhares e milhares de pintos, queimando-os vivos ou afogando-os num rio mais próximo, está cometendo uma abominável CRUELDADE. Quando num abatedouro coloca centenas de cabeças de aves num funil, sem qualquer defesa, para que sejam decapitadas e seu SANGUE se esvale pelo fino gargalo para que não se perca uma só gota, queiram ou não, está se cometendo uma terrível CRUELDADE. Porém, quando 02 ( dois ) galos lutam, com ou sem a interferência do homem, não há explicitamente qualquer ato de CRUELDADE, já que se trata de uma impulsão biológica traduzida numa necessidade nata do seu instinto. Por isso, eles são de RAÇA COMBATENTES. Podem ser JAPONESES, INDIANOS, CHINESES, TAILANDESES, ESPANHÓIS, INGLESES, NORTE-AMERICANOS, etc. Não importa, são todos de RAÇA COMBATENTES e com o mesmo instinto belicoso. Lutam por necessidade como o fizeram seus ancestrais há MILÊNIOS atrás. Só que numa luta de GALOS não há a interferência direta de homem sobre o animal. Apenas, há uma regulamentação para que ambos os lutadores se igualem em peso e altura para que impere um equilíbrio na disputa, coisa que não acontece em CAMPO ABERTO, quando 02 ( dois ) ou mais desses lutadores de penas fortuitamente se deparam e medem forças. Nesse caso, o menor não recuará ante o poderio do maior e o tempo se encarregará do resto. É a lei biológica, sábia e imutável que DARWIN classificou como a lei da sobrevivência que confere ao mais forte a perpetuação das espécies. Um ponto, porém, deve ser ressaltado; é que o GALO COMBATENTE, trazido à domesticidade, demonstrou outras aptidões na combatividade, já que luta apenas em defesa do território, mas por necessidade para liberação de energia. E todo GALISTAS sabe que GALO COMBATENTE EMGAIOLADO por muito tempo, afastado das lidas, morre inapelavelmente de tédio. Essa que é a VERDADE! Nos dia atuais, os pesquisadores do chamado 1º ( primeiro ) mundo, preocupam-se com grande empenho na utilização das espécies silvestres no melhoramento genético das raças domésticas. Para isso, são criados ? Bancos de genes ? com a finalidade de por em prática os animais avançados conhecimentos da engenharia genética com fins a melhorar entre outras coisas, a senectude dos plantéis das várias espécies de animais domésticos. Cogita-se, inclusive, na implantação de uma Rede Nacional de Bancos de Gemoplasma para a conservação da biodiversidade como um todo. As raças de galinhas, de carne ou postura, serão as mais beneficiadas. Embora tenham tido origem nas similares combatentes, o que é incontestável, vêm se deteriorando com sofisticação imposta à avicultura para a obtenção de produtos mais precoce e rentáveis. Para isso, os animais são mantidos sob poderosas lâmpadas, em gaiolas individuais, algumas vezes em estrados de madeira e alimentados com rações que lhes proporcionam em 45 dias condições de mercado. Em conseqüência, tornam-se apáticas, vulneráveis à doenças, perdem a fertilidade e se retiradas do local de confinamento, mal saberão caminhar. Quanto às raças de galos combatentes, isso não acontece. Selecionadas em competições em milhares de anos, com alimentação apropriada, assistência veterinária permanente e invulgar carinho, exibem-se hoje em protótipos de robustez, rusticidade, arcabouço ósseo/muscular privilegiado, fertilidade, força e coragem. Sem dúvida, o que pode haver de mais positivo para a recuperação dos rebanhos avícolas atuais, que muito carecem de um eficaz e diligente trabalho genético. E não é só. O galo combatente brasileiro é dos melhores do mundo e pode com sua rusticidade e compleição física ser utilizado na formação de aves de corte de grande categoria, evitando-se a importação de matrizes do exterior e, conseqüentemente, economizando-se divisas. Por outros lado, temos de reconhecer que as lutas de galos se constituem em uma das mais autênticas manifestações folclóricas do nosso povo. Os criadores dessas fabulosas aves, são invariavelmente, pessoas ordeiras e trabalhadoras, chefes de família exemplares e antes de mais nada preservam perseverantemente uma espécie das mais valorosas. Se não fosse sua ação nesse sentido, por certo já estaria ela extinta pela miscigenação ou pela atuação inconseqüente de pessoas de pouca ou nenhuma visão do que seja meio-ambiente, biodiversidade e eco-sistema. Certo de que existem indivíduos menos esclarecidos e levianamente mal orientados. Pode ser até que essas pessoas tenham mesmo bons sentimentos; apenas não sabem utilizá-los. Não obstante, este procedimento vem causando grandes danos a humanidade, por vezes, irreversíveis. O biólogo Forest Muir, Direto do Departamento de Ciências Avícolas da Universidade de Ohio ( USA ), em pronunciamento publicado no Columbus Dispatch, em 24 de março de 1991, referindo-se as aves de raças combatentes, faz importante referências às suas qualidades, terminando em considerá-las aves de grande importância para o futuro da indústria avícola. Se as lutas de galos fossem realmente um esporte de vândalos e cruéis personagens, não possuiriam a farta literatura mundial nas mais variadas línguas, complementadas com centenárias revistas, nem possuiriam órgãos de preservação, ou ainda, leis de proteção e preservação, como acontece em vários países, inclusive o Japão. Isto, sem dúvida, seria assunto para uma interminável explanação e consumiria ainda muitas folhas de papel. E isto é dizer pouco, sabendo-se que figuras como os Presidentes Norte Americanos Washington, Jefferson, Jackson e Lincoln foram ardentes apreciadores das rinhas de galos, sendo este último, inclusive, renomado juiz de rinhas. Também, nomes como o do inventor dos pára-raios, Benjamim Franklin, do escritor Ernest Hamingway, do Presidente Argentino Hypólito Hirigoyen e de muitos outros, podem ser acrescidos a esta lista. No Brasil, destacamos nomes como o do Senado Pinheiro Machado, Ministro Oswaldo Aranha, o do saudoso Presidente Tancredo Neves, o do jornalista Assis Chateaubriand e o de Lineu de Paula Machado, para não citar uma lista interminável de autênticos galóficos de ontem e de hoje. Na Constituição Brasileira, verifica-se na Seção III ? Do desporto, em seu artigo 217 que ? é dever do Estado fomentar práticas desportivas formais e não formais, como direito de cada um ?. Logo a seguir, nas alíneas IV é garantida ? a proteção e o incentivo às manifestações desportivas de criação nacional. À luz do direito, temos ainda na nossa Constituição, em seu Capítulo VI ? Artigo 225 ? Do meio Ambiente ? um esteio amplo e sólido que pode ser perfeitamente adequado aos processos de preservação das raças de galos combatentes, já que constituem elas o mais sólido baluarte de avicultura de todos os povos, bem como o definiu certo avicultor e escritor patrício. Entre outras coisas, reza o seu Artigo 225 ? Parágrafo 1º – alínea VII ? proteger a fauna e a flora, vedadas, na forma da lei, as práticas que coloquem em risco sua função ecológica, provoquem a extinção de espécie ou submetam os animais a crueldade ?. Ora, é indubitável que as raças de aves combatentes se constituem num patrimônio genético inestimável e que isso só foi possível devido à prática de sucessivas competições em milhares e milhares de anos. Também é indubitável de que esses processos aparentemente cruel, mas evidentemente necessário, premiou a espécie com atributos surpreendentemente apreciáveis, como impressionante rusticidade, musculatura privilegiada, vigor físico incomum e extraordinário potencial genético. Não fossem as lutas de galos, jamais isto teria acontecido. Por outro lado, não se pode atribuir crueldade ás práticas desse folclórico esporte, já que não há ação direta do homem sobre o animal, uma vez que eles lutam por impulso natural instintivo porque assim determina e impele seus genes. O certo é que não se pode julgar crueldade em competições galísticas sem conhecer de perto esses animais e compreender também, o amor e dedicação a eles dispensados pelos seus criadores, sejam no Brasil ou em qualquer outra parte do mundo. Crueldade contra os animais, existem sim, em proibir a prática dessas competições, já que com esses ato impensado atenta-se contra o patrimônio genético de toda uma espécie, causando-lhe deterioração e em seguida sua extinção com graves prejuízos ao contínuo melhoramento das raças destinadas ao comércio e à indústria! Não é por frivolidade que os puros-sangues são postos a competir nas pistas de corridas! Não é por sutileza de princípios que o pombo-correio é treinado para competir! Não é por requintes de agressividade que determinadas raças de cães são treinadas no combate ao crime e proteção do patrimônio público ou privado! Também não é por inominável crueldade que se põem os galos a pelejar! Tudo isto, é indubitável, possuir ligações óbvias com a célebre teoria do naturalista Lamarck, de que a função é que faz o órgão. Compreende-se assim, a necessidade da preservação do galo combatente, principalmente pela sua inquestionável importância no seio das espécies domesticas. As competições a que são submetidos, nada mais são do que um complemento à manutenção e ao aprimoramento de suas qualidades, o que ocorrendo a séculos. E é bom que se diga que a proibição a essa prática em alguns países jamais alcançou o fim desejado. E isso é muito fácil de se entender, pois um galista jamais foi ou será um contraventor e sim cultor de uma avicultura especializada, queiram ou não os ? donos da verdade ?. Não fosse isso, a espécie combatente já estaria extinta ou desfigurada pela miscigenação e dela só teríamos notícias em publicações ou livros. Aliás, as campanhas que comumente são detonadas contra o esporte galístico, até aqui, têm-se constituído num amontoado de leviandades, sem qualquer fundamento lógico, arrazoado ou científico, em que se possa enquadrar tese de proteção ou preservação de qualquer espécie animal. Que haja gente que não goste das competições galísticas, se admite. Não se pode obrigar ninguém a gostar de determinadas coisas, assim como o gosto por uma delas não pode ser imposto a quem quer que seja e, muito menos, cabe a alguém impor a outros a sua vontade de não gostar, pura e simplesmente por sua maneira de encarar os fatos. Na verdade, não compete ao ser humano guerrear irracionalmente contra os galos combatentes nem contra qualquer outra espécie animal, mas pesquisar sua utilidade e valor intrínseco no contexto biológico. Devemos, igualmente, nos compenetrar, de que Proteger pe Conservar e Não eliminar e que Por sua vez é Manter, Aperfeiçoar e Não Destruir já Que Não Existe Nenhuma Sabedoria em o Homem Destruir o que Ele Não Criou. Acrescente-se ainda, que não é só correto mas imperioso, proteger sem demagogia e preservar com sabedoria, pois o leigo geralmente é pródigo em soluções simplistas para tudo, e o mal intencionado, no seu eufemismo, um detentor de arsenal dos mais nocivos na prática do seu vandalismo ornitológico. Especificamente com respeito ao galismo, há um adágio latino de Horácio que se aplica bem ao caso e deve servir de advertência ? Naturam Expelles Furca, Tamen Usque Recurret ( expulse a natureza com um forcado e ela voltará correndo ).

    Emerson, julho de 2008

  6. Alfredo Matos disse:

    Ha muito que o CRIADOR permite aos homens inteligentes, criadosà sua imagem e semelhaça lutar em público. Não serei eu quem impedirá aos galos o mesmo privilégio.
    Abrahan lincoln-(Presidente dos Estados Unidos).

    Se a esta altura não estivesse tão privado da visão, seria do meu gosto as rinhas de galo. É um esporte totalmente imparcial. Este fator de jistiça que emerge do combateentre dois símbolos de valor perfeito será smpre destacado nos mais diferentes lugares através dos tempos.
    Jorge Luiz Borges-(Escritor argentino).

    Pessoas há que condenam as rinhas de galo como cruéis; mas, porque diabos esses animais não sabem fazer outra coisa senão pelejar? Nenhum homem é grande se conparado a essas extraordinárias aves.
    Hernest Hemingwai-(Premio Nobél da Literatura)

    Para que se comam as aves eles também precisam morrer.(porque não po-los a lutar).
    General Charles de Gaulle-(Herói de Segunda Guerra Mundial).

    As lutas de galos podem ser taxadas de ilegais por algumas pessoas, todavia, elas são perfeitammente legais para as pesquisas e divulgar sua incontestavel atração para substancial segmentoda população do mundo.
    Alan Dundes-(Prof. De antropologia e folclore da University of Califórnia-Berkeley).

    As verdadeiras raças de galináceos tem sido criadas totalmente separadas adscriações caseiras de consumo doméstico há séculos. Elas vêm sendo selecionadas exclusivamente pelas suas habilidades de combate. São aves importante para o futuro da indústria avícola.
    Forest Muir-(Diretor do Departamentode Ciencia avívolas da Universidade de Ohio- USA)

    ….Era um galo combatente castelhano. Em suas pernas brilhavam esporões desafiantes. Nunca pudera contemplar tamanha segurança e galhardia.
    (Ode ao Galo)- Pablo Neruda-(prêmio Nobel de Literatura).

  7. Gerson Neves Fragoso disse:

    Seguramente se soltarem 10 cachorros em um patio , seguramente eles não irão brigar, a não ser que o homem induzam a brigarem .

    seguramente se soltarem 10 galos de briga em um pátio vazio todos eles brigarão até a morte , o instinto do galo combatente não precisa de nenhuma ajuda humana para eles brigarem .
    Os galistas treinam os galos como se fossem atletas e dão uma alimentação digna que todo atleta necessita …..mas não é como os leigos pensam que os galistas induzem os galos a brigar …essas maravilhosas aves nasceram com o instinto para pelejar …. não precisam de ajuda humana para pelear (brigar) .

    Em resumo sou contra briga de cachorros ( são instigados pelo homem a brigar) , sou favorável a rinha de galo totalmente regulamentada , devendo ser assistida por medico veterinário e toda vez que um galo estiver em grande desvantagem o juiz suspende a luta .
    A legalização é necessária para coibir abusos , as esporas não podem ter pontas finas , os galos não podem brigar à noite .
    Seria uma luta totalmente controlada e sem nenhuma crueldade .
    tenho lido notícias que os fiscais do meio ambiente vão a criadores de galos multam e não sabem o que fazer com os galos e ainda nomeiam o proprietário como fiel depositário ( se a mercadoria “galo” é ilegal então deveria apreender e não deixar com o dono , isso vem corroborar que esses agentes do meio ambiente
    não entendem “patavina ” de galo de briga .) e certamente o ofendido procurará na Justiça a reparação ….não existe nenhuma lei que proiba a criação de galo no Brasil …ou se existir é inconstitucional pois estaria aniquilando e extinguindo uma espécie animal .
    Infelizmente a hipocrisia abunda aqui no Brasil.

  8. Adenilson disse:

    Enviado por Nelson Vasconcelos – 1.10.2007| 14h49m
    Polêmica?
    Briga de galo, imprensa etc

    Há alguns meses, publiquei aqui uma nota sobre briga de galos. Foi em julho. Esta semana recebi o seguinte email do Ícaro Andrade, ainda a respeito do assunto. Um pouco extenso, mas acho que vale a discussão. Ei-lo:

    “A respeito das brigas de galo, a imprensa brasileira vem dando aula e mais aula de demagogia pura e barata, não se importando com os costumes populares. Hoje eu vejo as pessoas do nosso país parecidas com o mito da caverna de Platão, já ouviu falar? Elas estão vendo só sombras e nunca enxergam a verdade – e quando aparece uma luz que deixa enxergar a verdade as pessoas não a aceitam, pois preferem seguir o modismo da imprensa (plim, plim). É assim nesse assunto e em outros como no caso do senador Renan Calheiros, onde queriam cruxificá-lo sem ter prova o suficiente. Quando as pessoas alienadas me perguntavam sobre esse tema eu dizia ser neutro, pois não acompanhei o processo de investigação.

    Nosso país viveu um período de ditadura militar de 1964 até 1985, um período muito triste, mas hoje estamos vivendo um período da ditadura do imprensa. Não sou de acordo com o que houve na Venezuela recentemente, onde fecharam a maior rede de televisão daquele país, mas acho que deveria ter um pouco mais de ética na imprensa sim.

    Voltando para as brigas de galo, elas fazem parte da manfestação cultural do país sim, como bem disse o deputado baiano Fernando de Fabinho, do DEM. Quanto aos argumentos de que estão agredindo uma espécie, é a mais pura demagogia, pois foram justamente os adeptos desse esporte que mantiveram por tando tempo essa espécie. Quanto ao argumento de que apenas pessoas irracionais apreciam essas coisas, eu diria que ele é totalmente falho, pois, na história da humanidade, várias pessoas ilustres, como Socrates e Benjamim Franklin, eram apreciadores do “Galismo”. Quanto a dizer que isso é coisa anormal, então vão reclamar com quem criou a raça, porque os galos de briga são belicosos por natureza.

    Outra coisa: me informei com vários criadores de galo que as esporas postiças não são para aumentar o poder lesivo das aves, como muitos falam sem nem ter idéia. Pelo contrário, ela é menos contundente do que as naturais e têm a função de igualar os combates, pois os galos têm esporas diferentes de acordo com a idade; umas são mais longas que outras. Além de ser um instinto natural dessas aves, diferentemente dos rodeios e vaquejadas. Não creio que esteja na carga genética dos bois serem amarrados pelos testículos para ficarem dando pulos de dor. Por isso, um desembargador de Pernambuco, José Fernandes Lemos, deu uma liminar favorável ao palácio do galo, um clube que funciona em Olinda. Eu, como disse, não sou adepto desse “esporte”, mas já fui nesse clube por curiosidade, e não tem nada de mais nem de diabólico, como querem passar de qualquer jeito. Além do mais, meus amigos criadores tratam de seus animais como se fossem heróis, dando-lhe as melhores rações, diferentemente dos animais que serão abatidos para satisfazer o deleite carnal de milhões de pessoas do nosso país. Outro ponto que gostaria de frisar é a interpretação do artigo 215 da Constituição Federal, que diz que o Estado tem o dever de manter as práticas culturais dos brasileiros.”

  9. Adenilson disse:

    Briga de galos e galos de briga
    RONALDOC

    São vários pareceres jurídicos que condenam a briga de galos enquadrando a prática como ilegal e criminosa. No entanto, faltaram aos autores a imparcialidade e o conhecimento necessário à tomada de decisões que realmente protegem a espécie de maus tratos e até mesmo da extinção. Não existiriam os galos de briga se não existissem as brigas de galos, pois 95% dos galos de briga são destinados às rinhas. Qualquer decisão do governo que ponha em risco a sobrevivência da espécie é inconstitucional, visto que a Carta Magna dispõe que é função do mesmo preservar o patrimônio genético nacional doméstico e silvestre. O galo de briga é essencial para o desenvolvimento da avicultura de corte, doméstica e industrial, pois a sua genética é utilizada para o aumento do peso e da rusticidade. A briga de galos é uma prática enraizada na cultura mundial, possuindo muitos adeptos no Brasil, em torno de 1.000.000, que, na verdade, são os responsáveis pela preservação da espécie, e é distinta da briga de cães e canários, pois esses não têm a sua sobrevivência dependente das rinhas. Na verdade, as brigas de galos e criação de galos de briga carecem de uma legislação federal que estabeleça regras que protejam os galos durante os combates e que preserve as características natas da espécie. Caso isso não ocorra, a briga de galos continuará existindo sem nenhum controle ou, com a repressão, a espécie será extinta.

  10. Adenilson disse:

    RONALDOC

    14/03/2008 – 10:03

    Amigos galistas, é com tristeza que venho divulgar, para reflexão de todos, mais um crime cometido com os galos combatentes. Na segunda feira passada, motivada por uma denúncia, a polícia do Rio de janeiro, invadiu um criatório na cidade de Nova Iguaçu. Durante a operação foram capturados vários frangos que estavam soltos e os mesmos foram amontoados em gaiolões de ferro e, em seguida, o criatório foi lacrado. A polícia só retornou ao local no dia seguinte e o pior já havia ocorrido. Os animais presos nos gaiolões ficarão expostos ao sol escaldante do verão carioca e, consequentemente, morreram de sede e insolação. Fatos como esse têm acontecido com frequência, pois a polícia não tem conhecimento do manejo necessário para o bem estar dos animais apreendidos, colocando-os juntos em locais apertados e a destruição é geral. Em outros casos os animais apreendidos são sumariamente exterminados, como aconteceu no sul do país onde o delegado simplesmente mandou degolar todos os animais de um criador. Quando a briga de galos foi tornada crime, o argumento era a proteção dos animais, mas o que está ocorrendo na prática é um extermínio. Não sei se as autoridades têm conhecimento do crime que está sendo cometido que é a destruição de um patrimônio genético nacional e a extinção de uma espécie. Amigos galistas e amantes dos galos de briga, somos a única esperança desses animais, não vamos deixar que a hipocrisia e a mentira vençam

    Celso Alves

    24/03/2008 – 11:03

    Amigo, Ronaldoc li o que voce escreveu e isso realmente me entristece, isso o que estes senhores da policia fizeram se chama crime contra o patrimonio de alguem, este senhor que foi vitima desses vandalos deve procurar um bom advogado e entrar na justiça contra eles, pois a lei e bem clara não se deve jogar rinha por questões previstas em lei como maus tratos aos animais, agora criar, reproduzir e negociar animais não esta previsto como crime em lei alguma, senão nos não poderiamos criar ovino, caprinos, suinos etc.etc.eu acho que este senhor que teve sua criação morta por motivos inexplicaveis deve procurar o ministerio público, denunciar os maus tratos a que foram impostos ele e sua criação, e ai entrar na justiça pedindo uma indenização e a punição aos responsáveis por esse vandalismo, nos estamos vivendo num pais democratico em que todos os cidadãos tem direito a defesa e isso sobre hipótese alguma pode ficar sem punição, hoje são atitudes como essa e amanha o que sera de nos se estas coisas continuarem a ocorrer sem punição com certeza voltaremos a 25 anos aonde o direito dos cidadãos não existia e que pessoas como essas que fizeram isso praticavam suas açoes livremente. um abraço ao companheiro.

  11. Jose Eduardo Guimarães Coelho disse:

    Sou a favor da liberação da briga de galo no Brasil, conheço vários galistas e vejo como eles cuidam bem desses animais, vejo maus tratos e quando o IBAMA prende os galos, colocando-os juntos, e ocasionando brigas e morte. Enquanto nas rinhas existe regas ( Regulamento Nacional ) para não deixar o animal sofrer.
    O galo combatente briga porque gosta, é como o cavalo de corrida corre porque gosta.

  12. Shis disse:

    Olá…eu estava pesquisando sobre mau tratos de animais e achei seu blog. Parabéns, q vc continue esse trabalho lindo de informação. Um grande abraço.

  13. Vanessa disse:

    Boa tarde!!

    O que fazer quando alguém vai à delegacia para fazer uma denúncia de maus tratos em animais (tortura, falta de higiene e comida) e a delegacia se recusa a tomar qualquer providência.

    Obrigada,

    Vanessa.

  14. Tássia disse:

    É surpreendente ver a capacidade

  15. Tássia disse:

    É surpreendente ver a capacidade do ser humano, um ser que pensa ter coragem de fazer isso com um animal que não tem como se defender. O pior de tudo, é saber que tantas pessoas viram isso e sorriram ou nada fizeram pra que essa cena não acontecesse!
    Isso demonstra cada vez mais que o ser humano passa não ter limites quanto ao sua força de poder e capacidade pra não saber lidar com outros seres!
    Tássia Daiane

  16. joyce disse:

    eu acho isso o crime mais banal que um ser humano pode cometer. prisão pra isso é pouco deviam é bater no agresor.

  17. adriana disse:

    ola…..mora na cidade de Varzéa paulista….aqui os policiais naõ levam a denuncia de maltratos de animais a serio……sempre daõ uma desculpa…….
    para naõ compareser ..agora mesmo estou com poblemas com uma vizinha .tenho um gato e a vizinha uma gata ……que anbos saõ irmaõs…
    a vizinha ando batendo no meu gato de vazourada……. rodada…..pra ….piora ela tem um rotivaile..que come uma canequinha de raçaõ por dia….o cachoro é pior que pitib….obs: depois de ela bate tanto no meu gato…….ele sumiu derrepente……pessoas dizem que ela mato……..
    mais vcs sabem na hora ah as testemunha some……peso ajuda….obrigado……sinto muita falta do gatinho pois tinha ele como um filho…agradeso des de ja abraço

  18. ronaldo de barros silva disse:

    briga de galo não é crime é o estinto do galo

  19. Galos brigam por instinto nois preservamos por AMOR Chega de persiguidores

  20. Os que pensam que é crueldade as brigas de galos não sabem o que é crueldade .Crueldade é quando vai a um desses famosos lugares a saborear um saboroso frango , que bom , mas na verdade , sabes como o mataram ? Olha que fácil sem ter a mínima chance de se defender o põem no recipiente e dão um choque eletrico na cabeça e logo passam por uma lâmina cortante que decepam a cabeça e ainda quase vivo vem ao seu encontro água quente e tudo isso para que você que tanto defende os animais…. possa comer com umas batatinhas (frango com batatas) ,
    O galo de briga defende sua vida e tem uma oportunidade para se defender , enquanto o frango que tu comeste não teve a mínima oportunidade e assim também passa com a vaca , e outros animais que são cruelmente abatidos e por hipocrisia nenhuma entidade diz algo em sua proteção ..

  21. Mato Grosso é destino turístico de quem aposta em briga de galo

    “Meu nome Luciano sou criador de galos de briga desde pequeno hoje estou com 28 anos, ou seja, há mais de vinte anos eu acho que Deus fez os galos de briga para brigar tanto é que se eles não forem para as brigas eles vão para a panela e é de instinto deles brigarem tanto que Deus deu bico , deu as esporas, e deu o instinto que é matar para sobreviver e não é porque algumas pessoas não gostam que deve se proibir tanto é que estamos num País democrático cada um cuida da sua vida sem ter que dar satisfação para ninguém não é porque eu não gosto de uma coisa que eu devo proibir alguém de gostar dessa coisa é de instinto do ser humano ninguém é igual a ninguém todos temos gostos e necessidades diferentes, quando as brigas de galos foram proibidas pelo Presidente do Brasil Jânio Quadros muitas pessoas não sabem a causa, foi porque o pai de uma de suas amantes foi morto numa rinha onde ele apostou e não pagou, a partir daí, com influência de sua amante, foi que o Presidente proibiu as brigas de galo, apesar de ter se arrependido depois, já era tarde para voltar atrás, então quer dizer que foi por uma coisa banal, não com relação a morte do pai da vadia, porque ninguém quer ver seu pai morto, mas sim da proibição das rinhas, tanto que ele poderia ter morrido em qualquer lugar não exatamente na rinha, porque se ele apostou e não pagou, é porque ele era pilantra, como tem diversos tipos de apostas em vários outros tipos de coisas como o futebol, onde quem perde não paga, pilantras tem aqui e em qualquer lugar do mundo e assassinos também e cumpram á pena quem for, minha indignação não é pelo ocorrido, mas sim pela proibição das rinhas que é só no Brasil e que é um País democrático, então policiais e autoridades competentes parem para pensar e vão atrás de criminosos e bandidos e não de quem faz o que gosta e que nunca deveria ter sido proibido, já que é para ter um controle melhor façam uma lei que libera as rinhas e os criatórios, e se for preciso anilhem os galos e galinhas ou seja, façam uma associação dos criadores de galos de briga mas tudo legalizado, e lembrem-se que uma coisa não tem nada haver com a outra. Um abraço a todos que gostam e a todos que criam os galos de briga.” Galos brigam por instintos
    eu preservo por AMOR
    Chega de persiguidores

    • heliane disse:

      em algumas coisas de que falou vc tem razão, mais que Deus deu ao galo bicos e esporas com o intuito de que nasceram pra brigas eu discordo. Por que Deus te deu a boca e os pés? Foi pra morder os outros e dar chutes? O galo tem bico porque faz parte da boca como vc tem lábios e nem por isso vc deve viver em rinhas, não acha?

  22. Marcelo disse:

    Fernando silva.
    Você é vegetariano ?
    Estou sentindo um ar de hipocrisia da sua parte.
    Sou contra briga de galos e qualquer tipo de consumo/exploração a animais.

  23. Fernando silva eu sou vegetariano e amo galos de combate e preservo a esteçi

  24. Fernando por que voce nao preserva uma especi envesde criticar

  25. Fernando silva eu sou vegetariano e amo galos de combate e preservo a espeçi

  26. Gostaria de saber quel foi o burro que falou que um serfidor puplico nao pode gostar de galos de brigas porque nunca voces nao vai acabar com as brigas de galos como acabar com uma tradiçao que tem a idade de 510 anos como senpre o nosso pais nao da comta de revauver nada

  27. 10-01
    PRIMEIRA CÂMARA CÍVEL
    RECURSO DE APELAÇÃO CÍVEL – CLASSE II – 19 – Nº 24.593 – CAPITAL
    RELATOR – EXMO. SR. DES. RUBENS DE OLIVEIRA SANTOS FILHO
    APELANTE – SOCIEDADE AVÍCOLA NOVA GERAÇÃO DE CUIABÁ
    APELADO – DELEGADO TITULAR DA DELEGACIA DE DEFESA DA
    NATUREZA
    TJ
    Fls.——-
    R E L A T Ó R I O
    O SR. DES. RUBENS DE OLIVEIRA SANTOS FILHO
    Egrégia Câmara:
    Trata-se de apelação cível em mandado de segurança impetrado
    pela Sociedade Avícola Nova Geração de Cuiabá, sociedade esportiva sem fins lucrativos,
    exploradora de “rinha de galo”, contra ato do ilustríssimo Senhor Delegado Titular da Delegacia
    de Defesa da Natureza – Dr. Aydes Carvalho, que, no uso de seu mister, teria adotado medidas
    legais pertinentes contra seus organizadores, por constituir crime capitulado no artigo 32 da Lei
    nº 9.605/98.
    O MM. Juiz de Direito substituto legal da Vara do Meio Ambiente
    concedeu liminar. Entretanto, por ocasião da sentença meritória, a ordem foi denegada a rigor
    de extensa sentença prolatada pelo Juiz Titular, revogando-se a liminar anteriormente
    concedida.
    Todavia, por força de medida cautelar incidental em apenso,
    houve liminar deferida pelo eminente Des. José Tadeu Cury, e, desta forma, a atividade
    explorada pela impetrante continua em pleno vigor.
    Em sede recursal, a princípio levanta a suspeição do membro do
    Ministério Público de 1ª Instância para figurar neste feito na pessoa do Dr. Domingos Sávio de
    Barros Arruda, salientando que requereu abertura de Inquérito Policial contra ele, junto à
    Procuradoria Geral de Justiça, por abuso de autoridade.
    Em seguida, argumenta que foi surpreendida com a medida do
    ilustríssimo Delegado de Polícia, visto que, passados dois anos, foi beneficiada com decisão
    favorável em sede do Mandado de Segurança Coletivo nº 07 – Classe II -10.
    RECURSO DE APELAÇÃO CÍVEL – CLASSE II – 19 – Nº 24.593 – CAPITAL -2
    TJ
    Fls.——-
    No mérito, afirma que não existiram e continuam a não existir
    normas proibitivas ou que restrinjam o esporte do “Galismo” ou a criação de galos
    combatentes. Que as únicas normas proibitivas, Decretos-Leis nºs 24.645/34 e 50.620/61,
    foram revogadas, respectivamente, pelo Decreto nº 11/91 e pelo Decreto-Lei nº 1233/62.
    Há substancioso parecer ministerial opinando pela manutenção da
    sentença hostilizada que denegou a ordem mandamental requerida.
    É o relatório.
    À douta revisão.
    P A R E C E R (ORAL)
    A SRA. DRA. DALVA MARIA DE JESUS ALMEIDA
    Ratifico o parecer escrito.
    V O T O (PRELIMINAR)
    O SR. DES. RUBENS DE OLIVEIRA SANTOS FILHO
    (RELATOR)
    Egrégia Câmara:
    De início, necessário analisar a questão pertinente à presença do
    Promotor de Justiça Domingos Sávio de Barros Arruda, acoimado de suspeito de participar no
    feito em sede de Juízo de 1º Grau, o que, de resto, ocasionaria a nulidade do processo.
    Como consta do apenso, a apelante realmente ingressou com
    Exceção de Suspeição contra o dito Promotor de Justiça. Entretanto, após regular
    processamento, o Magistrado a quo houve por bem em rejeitá-la, restando irrecorrida tal
    decisão.
    É sabido que a decisão que julga incidente desta natureza tem
    cunho interlocutório e, desta feita, se não aceitou a decisão proferida em sede da exceção de
    suspeição aposta, o remédio jurídico era agravar de instrumento, como o previsto no artigo 522,
    RECURSO DE APELAÇÃO CÍVEL – CLASSE II – 19 – Nº 24.593 – CAPITAL -3
    TJ
    Fls.——-
    Código de Processo Civil, e, assim, sendo defeso discutir questão incidental em sede de recurso
    de apelação, como equivocadamente comparece a apelante.
    Sob a égide da “coisa julgada formal”, a rigor do artigo 473 do
    CPC é defeso à parte discutir, no curso da lide, as questões já decididas, a cujo respeito se
    operou a preclusão.
    Portanto, em se tratando de matéria preclusa, dela não conheço.
    Seqüencialmente, impõe-se analisar a questão pertinente ao
    Mandado de Segurança Coletivo – Classe II – 10 – nº 07 – Capital, impetrado pela apelante
    contra ato do MM. Juiz de Direito Volante Ambiental da Vara Especializada do Meio
    Ambiente, em face de impedimento do seu Representante Legal para fins e efeitos de reunião
    de seus associados ante a alegação da existência da coisa julgada.
    A princípio, sobeja perquirir eventual “coisa julgada” em relação
    ao MS acima referido, questão que, sob o manto do artigo 5º , XXXVI, Constituição federal – a
    lei não prejudicará o direito adquirido, o ato jurídico perfeito e a coisa julgada – restaria na
    extinção deste feito sem julgamento do seu mérito, como recomenda o artigo 267, inciso V,
    Código de Processo Civil, traduzindo o pedido inicial em bis in idem em relação ao
    anteriormente deferido. Por isso, vislumbro que não há como acatar esta pretensão.
    Nos termos dos documentos constantes dos autos, o Mandado de
    Segurança Coletivo – Classe II – 10, nº 07, cujo resultado foi favorável à impetrante e que teve
    como relator o eminente Desembargador Salvador Pompeu de Barros Filho, referia-se a ato
    acoimado de ilegal, da lavra do MM. Juiz Titular da Vara do Meio Ambiente, e tinha conotação
    tão-somente em relação à realização de apenas “uma reunião de seus associados”, e, desta feita,
    a questão trazida em sede deste mandamus é mais abrangente e diz respeito ao ato do
    ilustríssimo Delegado de Polícia desta Capital, lotado na Delegacia de Defesa da Natureza, que,
    em conformidade com o disposto no artigo 32 da Lei nº 9.605/98, pretende indiciar os
    envolvidos na chamada “rinha de galo”, pertencentes à sociedade ora apelante.
    Na dicção do artigo 467 do CPC – “coisa julgada material é a
    eficácia, que toma imutável e indiscutível a sentença, não mais sujeita a recurso ordinário ou
    extraordinário”.
    A coisa julgada, portanto, tem como pressuposto que a coisa
    demandada seja a mesma; a demanda se fundamente na mesma causa de pedir, seja entre as
    mesmas partes e proposta por elas e contra elas na mesma qualidade.
    No caso em apreciação, não está a consolidar a res judicata
    porque, de início, vê-se que as autoridades apontadas como coatoras são completamente
    diferentes e, de igual forma, os objetos são distintos.
    RECURSO DE APELAÇÃO CÍVEL – CLASSE II – 19 – Nº 24.593 – CAPITAL -4
    TJ
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    No MS 07, tratava-se de pretensão para fins e efeitos de suspender
    a determinação do Juiz da Vara do Meio Ambiente, que estava proibindo a realização de um
    certame, em data única. Já no presente, o pretendido reveste-se de pedido para fins e efeitos de
    impedir que o ilustríssimo Senhor Delegado de Polícia venha a indiciar os participantes das
    chamadas “briga de galo” na Lei de Contravenções Penais.
    Diversas as autoridades apontadas como coatoras, diversos os
    objetos dos MS, não se fala em coisa julgada porque, como bem define o artigo 468 do CPC, “a
    sentença tem força de lei nos limites da lide e das questões decididas”.
    Assim, não restando dúvidas de que a figura jurídica da coisa
    julgada material tem como limites objetivos a lide e as questões pertinentes a esta, e que foram
    decididas no curso do mandado de segurança anterior, tratando-se de fundamento diverso,
    inexistindo a chamada identidade de causa petendi, não há como admitir-se que a decisão
    proferida em sede do MS nº 07 venha, sob a égide da coisa julgada, impedir questionamento
    meritório constante deste Mandado de Segurança.
    Rejeito a preliminar.
    V O T O (MÉRITO)
    O SR. DES. RUBENS DE OLIVEIRA SANTOS FILHO
    (RELATOR)
    Eminentes Pares:
    Em que pese a extensa sentença recorrida, no caso vertente não
    vislumbrei que a questão pertinente à rinha de galo esteja proibida no território nacional e, por
    via de conseqüência, a reforma da sentença hostilizada se impõe e necessariamente deve ser
    concedida a ordem mandamental perseguida.
    A princípio, demonstro os conceitos de direito líquido e certo,
    para fins e efeitos de mandado de segurança.
    ARNOLDO WALD assim define:
    “A doutrina brasileira é concorde em que o direito líquido e certo
    é de direito subjetivo, decorrente de fato inequívoco, suscetível de ser
    cabalmente provado com documentos juntos à inicial, sem necessidade de
    provas complementares de qualquer espécie, pouco importando a complexidade
    das questões jurídicas envolvidas na hipótese.” (Do Mandado de Segurança na
    RECURSO DE APELAÇÃO CÍVEL – CLASSE II – 19 – Nº 24.593 – CAPITAL -5
    TJ
    Fls.——-
    Prática Judíciária, 3ª Ed., 1968, pp. 121/122, in Comentários à Lei do MS.
    Cretella Jr., p. 70).
    CARLOS MAXIMILIANO, de forma excêntrica, com
    outras palavras, chega ao mesmo entendimento ao esposar que:
    “… direito líquido e certo é “o que nenhum jurista de mediana
    cultura contestaria de boa-fé e desinteressadamente.” (Comentários à
    Constituição Brasileira, 5ª Ed., in obra reportada acima).
    CARLOS DE MENDONÇA (J.X) esclarece que o vocábulo
    líquido vem do latim liquet significando “o manifesto, claro, certo, evidente”: “liquidum est
    constans et manifestum et certum” (apud Cretella Jr., obra supracitada, p. 70).
    Em mandado semelhante, que embora não exista o trânsito em
    julgado porque as partes são distintas, este egrégio Tribunal, seguindo voto condutor do ilustre
    Desembargador Salvador Pompeu de Barros Filho, já teve posicionamento a respeito.
    E, em sede do Mandado de Segurança Coletivo n. 07 – Classe II –
    10, Capital, assim foi o voto condutor:
    ” … Em um primeiro momento, vejo que a criação das aves
    combatentes, não está sob a proteção de nossa legislação, pela simples razão de
    que tais aves não pertencem à nossa fauna silvestre ou doméstica. São aves
    extremamente belicosas, de origem asiática, sobre as quais não se faz presente a
    zelosa proteção do Juvam.
    Daí, por uma questão de competência, o ato impugnado não pode
    produzir efeito e, isto mais nos convence, quando o IBAMA certifica nos autos a
    sua incompetência em relação a tal tipo de criação.
    Depois disso, a proibição das “rinhas de galo” é matéria
    polêmica, em nossa legislação. Tivemos em passado não muito remoto, quando
    do Governo Jânio Quadros, a promulgação do Decreto 50.620 de 18 de maio de
    1961 que proibia as brigas de galo, todavia, pouco tempo depois, através do
    Decreto 1.233 de 22 de junho de 1962 foi a proibição revogada.
    Vale dizer, em nossa legislação não existe proibição da
    realização de competições dessa natureza e, se não existe, atento à regra de que
    em nosso ordenamento ninguém é obrigado a fazer ou deixar de fazer alguma
    coisa senão em virtude de Lei (artigo 5º, II, da Constituição federal), não há
    como impedir a realização da atividade estatutária da impetrante (sic fls.
    53/54).
    RECURSO DE APELAÇÃO CÍVEL – CLASSE II – 19 – Nº 24.593 – CAPITAL -6
    TJ
    Fls.——-
    Registre-se que a decisão pertinente é oriunda das egrégias
    Câmaras Cíveis Reunidas, em memorável julgamento realizado em 02 de outubro de 1997,
    resultando da seguinte ementa:
    “EMENTA – VARA ESPECIALIZADA – MEIO AMBIENTE –
    GALOS COMBATENTES.
    Os galos combatentes não pertencem à fauna brasileira e sua
    criação não está subordinada às leis protetoras. Em nossa legislação não existe
    qualquer norma que proíba os espetáculos de briga de galo”.
    A recente Lei 9605/98, a chamada Lei de Crimes Ambientais, a
    rigor do seu artigo 32, define como crime ato de abuso, maus tratos, ferir ou mutilar animais
    silvestres, domésticos ou domesticados, nativos ou exóticos.
    Mas a lei em comento não teve qualquer intenção em proibir as
    rinhas de galo ou qualquer outra atividade semelhante, contudo tem alcance de coibir maus
    tratos que se verificarem dentro de todas as atividades, inclusive as rinhas de galo, reprimindo e
    impondo penas aos excessos que eventualmente forem praticados neste esporte que integra a
    cultura do povo brasileiro.
    Tal aplicação não tem reflexo direto aos galos combatentes, estes
    criados totalmente fora do habitat natural e até não se acostumando em tal ambiente, e, deste
    modo, é válido citar o sempre festejado mestre da hermenêutica CARLOS MAXIMILIANO;
    “Não podem os Códigos abranger explicitamente todas as relações e circunstâncias de vida,
    em constante eterno envolver. Dilatam-se as regras, de modo a abranger hipóteses
    imprevistas” (Hermenêutica e Aplicação do Direito, 7ª Edição, p. 302).
    Por outro lado, a proibição tout a court da rinha de galo não há
    como ser considerada, porque violaria o sagrado direito da cultura do povo brasileiro e entraria
    em choque com o disposto na própria Constituição federal, ao determinar que:
    “Art. 215 – O Estado garantirá a todos o pleno exercício dos
    direitos culturais e acesso às fontes da cultura nacional, e apoiará e incentivará
    a valorização e a difusão das manifestações culturais.
    § 1º – O Estado protegerá as manifestações das culturas
    populares, indígenas e afro-brasileiras, e das de outros grupos participantes do
    processo civilizatório nacional.”
    Desta feita, na acepção jurídica do dispositivo constitucional
    supracitado, estando obrigado o Estado a proteger as manifestações da cultura popular, e aí se
    enquadra a chamada “briga de galo”, não há razão para extirpar o esporte dos galos
    combatentes, porque o processo de manutenção de uma sociedade através de seus costumes
    seria rompido com inegável mutilação da identidade cultural de seu povo.
    RECURSO DE APELAÇÃO CÍVEL – CLASSE II – 19 – Nº 24.593 – CAPITAL -7
    TJ
    Fls.——-
    Os motivos acima me convencem de que a chamada “rinha de
    galo” é perfeitamente viável em todo o território nacional; e desta forma, entendendo como
    líquido e certo o direito da impetrante, conheço do recurso e reformo a sentença monocrática
    para conceder a ordem mandamental pretendida.
    É como voto.
    V O T O
    O SR. DES. LICÍNIO CARPINELLI STEFANI (REVISOR)
    Egrégia Câmara:
    Peço vênia ao douto relator para diverjir do seu entendimento, e
    para tanto passo à leitura de um trecho da obra de Waldir Sznick:
    “Segundo os tratadistas, a crueldade gratuitamente aplicada aos
    animais justifica a repressão penal na medida em que revela ofensa à
    delicadeza dos costumes e expressa repulsa aos sentimentos de piedade e
    compaixão, de imprescindível cultivo pelo ser humano. Conforme pregam, na
    medida em que se dá a tal tipo de prática, além de mostrar-se despojada
    daquelas qualidades, indispensáveis ao convívio buscado pela sociedade
    organizada segundo o Estado de Direito, a pessoa provoca nos semelhantes o
    exacerbamento de predicados maléficos já sufocados ou pelo menos contidos
    por efeito de processos educacionais absorvidos. Contribui, enfim, para a
    degeneração da sociedade, concorrendo para o surgimento de indivíduos
    insensíveis e, por conta disso, para a incrementação das práticas violentas. Em
    suma, o sujeito dado a praticar crueldade com o ser irracional, além de instigar
    a violência nos iguais, termina conscientemente levado a ser insensível com o
    próprio ser racional.
    Por isso que a persecução penal de tal prática antecede as
    legislações consideradas modernas (as Capitulares, de Carlos Magno, já a
    contemplava) e se estende desde o ambiente doméstico, onde ameaça com pena
    a simples negligência do dever de alimentá-los, ao interior dos laboratórios de
    pesquisas científicas, onde reprime o sacrifício dos animais em experiências
    dolorosas que não sejam comprovadamente úteis à coletividade ou que, embora
    úteis, apresentem alternativas não-cruéis. Em suma, diante da lei penal, o
    RECURSO DE APELAÇÃO CÍVEL – CLASSE II – 19 – Nº 24.593 – CAPITAL -8
    TJ
    Fls.——-
    supliciamento do ser irracional somente se justifica quando absolutamente
    inevitável e imprescindível ao desenvolvimento dos meios de defesa e evolução
    da própria coletividade racional.
    Óbvio, portanto, que, através dessa postura, o direito repressivo
    revela-se francamente contrário às diversões conseguidas à custa de dor
    imposta aos seres irracionais. E a indignação do sistema jurídico é fundada.
    Nada há que mais degrade o ser humano e ofenda os princípios de civilidade
    que a prazer buscado na dor física do ser dominado, mesmo que irracional. Por
    isso que a “farra do boi”, divertimento sanguinário que, conforme se dizia,
    integrava a cultura do povo catarinense, exemplo cabal de seviciamento animal
    voltado exclusivamente ao deleite de assistentes pervertidos, cujo êxtase se
    elevava na medida em que o animal seviciado mais sofria, se enervava e
    desesperava, acabou sabiamente proibida por decisão judicial tornada
    definitiva.
    Ora, entre a suprimida “farra de boi” e a “briga de galo”, que
    diferença pode haver?
    Nenhuma, evidentemente.
    Tal como ocorria naquela modalidade sanguinária de diversão
    pervertida, nesta, os animais contendores, incitados por um tratamento prévio
    que, por si só, constitui imposição de crueldade, porque levados, através dele,
    ao estresse e consequënte enraivecimento, a fim de que o instinto de preservação
    os faça lutar até ao completo exaurimento, se batem, se ferem, sangram e até
    se matam para dar satisfação a uma platéia ávida por violência e sangue, sem
    contar que, ao defenderem a integridade física e a própria vida dentro da rinha,
    ensejam a escandalosa prática das apostas, fonte de lucros de criadores e
    aficcionados. (Valdir Sznick – Contravenções Penais – Edição Livraria
    Universitária 1987, p. 351).
    Destaco que houve uma polêmica sobre a chamada “briga de
    galo”, se se integra entre as contravenções penais ou não. E atualmente a jurisprudência é
    pacífica e dúvidas inexistem de que a briga de galo constitui a presente contravenção, no
    próprio caput. Aliás, parâmetro já existia na lei – Decreto-Lei nº 24.645/34, art. 3º, XXIX.
    Com essas considerações e em parte com o parecer da douta
    Procuradoria Geral de Justiça, nego provimento ao recurso, mantendo a respeitável sentença.
    É como voto.
    RECURSO DE APELAÇÃO CÍVEL – CLASSE II – 19 – Nº 24.593 – CAPITAL -9
    TJ
    Fls.——-
    V O T O
    O SR. DES. MUNIR FEGURI (VOGAL)
    Senhor Presidente:
    É público e notório que a rinha de galo existe em todo o Brasil,
    assim como as touradas, principalmente na Espanha.
    Venho acompanhando essa questão há tempos, e apesar do
    parecer contrário da douta Procuradoria Geral de Justiça, acompanho o voto do ilustre relator.
    É como voto.
    D E C I S Ã O
    Como consta da ata e das notas taquigráficas, a decisão foi a
    seguinte:
    POR UNANIMIDADE DE VOTOS, REJEITARAM AS
    PRELIMINARES E, NO MÉRITO, POR MAIORIA DE VOTOS, PROVERAM
    O RECURSO, VENCIDO O REVISOR. DECISÃO CONTRÁRIA AO
    PARECER MINISTERIAL.
    Cuiabá, 08 de outubro de 2001.
    ————————————————————————————————-
    BEL. ROBERTO CALMON CERISARA – DIRETOR DO PRIMEIRO
    DEPARTAMENTO JUDICIÁRIO CÍVEL
    aef/acgc/12780/00
    08-10-01
    PRIMEIRA CÂMARA CÍVEL
    RECURSO DE APELAÇÃO CÍVEL – CLASSE II – 19 – Nº 24.593 – CAPITAL
    APELANTE – SOCIEDADE AVÍCOLA NOVA GERAÇÃO DE CUIABÁ
    APELADO – DELEGADO TITULAR DA DELEGACIA DE DEFESA DA
    NATUREZA
    TJ
    Fls.——-
    E M E N T A – APELAÇÃO CÍVEL – MANDADO DE
    SEGURANÇA – RINHA DE GALO – ESPORTE – DIREITO LÍQUIDO E
    CERTO – CULTURA DE UM POVO – PROTEÇÃO CONSTITUCIONAL –
    RECURSO CONHECIDO E PROVIDO PARA A CONCESSÃO DA ORDEM.
    Não existe ilegalidade em relação à existência da “rinha de galo”
    no território nacional. Os maus tratos de animais capitulados na Lei Ambiental e
    Lei de Contravenções Penais se aplicam a todos eles, inclusive no que pertine à
    rinha de galo, somente no que se refere aos excessos. O esporte de galos
    combatentes é um cultura nacional que, como tal, não pode ser mutilada, estando
    protegido pelo disposto no artigo 215, § 1º, da Constituição federal.
    A C Ó R D Ã O
    Vistos, relatados e discutidos os autos do Recurso de Apelação
    Cível – Classe II – 19 – nº 24.593, da Capital.
    ACORDA, em TURMA, a Primeira Câmara Cível do Tribunal de
    Justiça do Estado de Mato Grosso, por unanimidade de votos, rejeitar as preliminares e, no
    mérito, por maioria de votos, prover o recurso, vencido o revisor. Decisão contrária ao parecer
    ministerial.
    RECURSO DE APELAÇÃO CÍVEL – CLASSE II – 19 – Nº 24.593 – CAPITAL -2
    TJ
    Fls.——-
    Presidiu o julgamento o Desembargador LICÍNIO CARPINELLI
    STEFANI, e dele participaram os Desembargadores RUBENS DE OLIVEIRA SANTOS
    FILHO (Relator), LICÍNIO CARPINELLI STEFANI (Revisor) e MUNIR FEGURI (Vogal).
    Cuiabá, 08 de outubro de 2001.
    ————————————————————————————————-
    DESEMBARGADOR LICÍNIO CARPINELLI STEFANI – PRESIDENTE DA
    PRIMEIRA CÂMARA CÍVEL
    ————————————————————————————————-
    DESEMBARGADOR RUBENS DE OLIVEIRA SANTOS FILHO – RELATOR
    ————————–

  28. Esta foi o acortao que a justiça de Mato Grosso fez com que comtinuase as brigas de galos e a preservaçao de uma espeçi a nossa vitoria esta chegando e o fin de perseguicães que nao tem limite

  29. Galos de briga apreendidos passam fome no Rio
    Aproximadamente 90 galos apreendidos no domingo em um sítio onde funcionava uma rinha de brigas, em Santa Cruz, zona oeste do Rio, deixaram de ser alimentados desde a ordem judicial que fechou o estabelecimento. O antigo ringue fica na estrada Santa Veridiana com a travessa Barbosa.

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    » vc repórter: Mande fotos e notícias

    Policiais militares do 27º Batalhão (Santa Cruz), que ocupam o sítio fechado pelo Ministério Público (MP), denunciaram que muitos dos animais estão doentes e outros morreram. Os galos estavam sob responsabilidade do Ibama.
    Os PMs que foram ao local disseram que os bichos, mal tratados pelas rinhas, são agora mal tratados pela falta de comida.
    A operação conjunta do MP, do Batalhão de Operações Especiais (Bope) e do Batalhão Florestal, prendeu 60 pessoas, que foram fichadas e liberadas, no último. nescrupulosos a fome e a pior covardia que o homem posa dar para o Animau‏

  30. Justiça do Brasil voces nunca vao acabar com as brigas de galos estas instituicoes protetora de animasi nao estao enportamdo com essas aves se tivesi estaria trabalhando para preservamdo d esta espeçi pois cando eleis prenden os galos elis matao os galos na maior covardia e depois fala que os galista e covarde

  31. marcone disse:

    os fiscais elis matão os galos queimados vivo .por q elis n/ sabem o q fase com elis . por q elis ficão brigando etre si

  32. E triste e jogar uma menina do ardar de um predio triste e arastar um menino de 10 anos na traseira de um carro triste e o namorado matar a namorada com um tiro na cabeça e um louco que esquarteijou a namorada em Goiania triste e ver o trafigo de drogas mandar no pais a criminalidade nao tem fim quem vai ficar com estas responsabilidades largem os galistas em paz prelcupem com tudo isto

  33. Originárias da Índia, suas linhagens mais conhecidas são: RAJA MURGH, KHAN, RAMPUR, CALCUTA e outras menos difundidas entre nós.De maneira geral, os Aseels têm em comum a extraordinária fibra e compleição muscular privilegiada, além de pulmões super eficientes. As linhagens puras originais são raridades mas graças ao empenho de criadores tem sido preservadas sendo requisitadas e valorizadas tanto para cruzamentos (crossbreeding) ou por criadores de raças puras.

  34. Galos de brigas broibir ou nao proibir as rinhas esta questao e muito serio. Faço aqui com tristeza este comentario,Meu Ávo foi um grande galista é muito respeitado no meio galista em Belo Horizonte entre os anos 1930 e 1950,Meu Pai tambem foi um galista de respeito entre os anos 1960 ate os meiados dos anos 80,estes Homens foram e ainda são cidadões de respeito sem nenhuma mancha em sua honra como chefes de familia e muito mais,quanto eu sou galista de alma e tradição,apezar de um cidadão cumpridor dos meus deveres,não tenho o direito de nos finais de semana levar meu filho as rinhas como fazia meu pai que tambem fazia meu vovo,peço ous companheiros nunca desista,sertamente um teremos uma bela historia para contar aos nossos filhos que sertamente não serão galistas e uma pena,mas e assim o cursso da vida e da historia,UM forte abraço a todos criadores e amigos dos combatentes emplumados como dizia o saudoso Francisco DE Paula Elias Galista de Alma e esccritor do livro aves Combatentes.

  35. Eu gosto de galos de brigas esta tradiçao esta à nais de 200 anos na ninha Familia galistas de todo o Brasil vamos nos unir para derubar esta Lei de 9,605 de 1998 nao lei que proiba a brigas de galos no pais olhar o estado do Mato Grosso vamos nos unir para que podemos comseguir esta vitoria
    CHEGA DE PERSEGUIDORES
    TERRODISTAS
    PODEROSSOS E MAUS
    (CHEGA)
    CULTURA

  36. Voce esta serto nao tem Lei que proiba a pratica do galismo no Brasil
    CHEGA DE MENTIRA
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    ;;CHEGA

  37. Justiça do Brasil mim responde esta pergunda porque o assasino do jornalista Tim-Lopes vai responder o processo em liberdade cade a rede globo? kd os mentirosus? falam mau dos galistas nao ve as coisas do lado serto e so analizar quem e mautratado? os galos de combates ou os frangos de cranjas

  38. Amigo boa pergunta kd a rede globo

  39. Já-sei esta fazendo um comentario falso sobri as brigas de galos sera que ela fai comentar sobri o assasino que matou o jornalista Tim-Lopes só pra lembrar eli vai responder em liberdade serra que elis estao preucupado com galos de brigas nao temjeito esta justiça do pais nunca vai acabar com as brigas de galos viva o galismo 510 de avecultura esportiva no Brasil 510 ANOS

  40. Amigos de todo o pais a rede globo mente quando fala do galismo serra que elis vam mentir sobri o assasino do jornalista Tim-Lopes so pra lembrar eli vai responder o prosseço em. Liberdade. Diga nao ao crime temos que punir estas assasinos severamente

  41. O Brasil está em choque. Reportagens são exibidas na televisão, matérias foram publicadas nos grandes jornais do país, e os principais portais de notícias brasileiros lamentam a perda deste que é um personagem importantíssimo para a cultura do país.Sera que vamos perder as brigas de galos tambem

  42. O Brasil está em choque. Reportagens são exibidas na televisão, matérias foram publicadas nos grandes jornais do país, e os principais portais de notícias brasileiros lamentam a perda deste que é um personagem importantíssimo para a cultura do país. Crianças choram sobre o seu corpo, que tão bravamente lutou durante seis meses contra um câncer de pele. Cultuado na Índia, ele deixou por aqui centenas de descendentes, alguns clones e vários litros de esperma congelados.

    Além da fama de invencível nos rodeios da vida, ele também foi astro de novela da Globo. Com sua atuação impactante, roubou a cena na novela América. E para provar que sua passagem pela terra não foi em vão, com sua morte o boi Bandido escancara a falência no jornalismo brasileiro. Porque, pelamordedeus, quem foi o editor que teve a infeliz idéia de mandar uma equipe cobrir o enterro de um boi?

    Isso é falta de notícia no Brasil? Não temos crianças morrendo de fome? Não temos violência? Não temos novas enchentes em Santa Catarina? Não temos pais de família mofando em filas de desempregados? Não temos corrupção? E pra não dizer que eu não falei de flores, não temos tantas ONGs e iniciativas bacanas que mereciam espaço na mídia? Não temos guerreiras que sustentam a família a duras penas e são exemplos para muitos de nós?

    Esse é só mais um retrato do mundinho infeliz em que nós vivemos, onde somos instigados a lamentar a partida de um animal ruminante e não pensar no que realmente interessa. Sei que a perda de um animal é dolorosa, principalmente para seu dono que devia lucrar horrores prostituindo o pobre do Bandido, mas já estou até vendo quanta gente vai batizar seus gatos, cachorros, e – se bobear – até os filhos de Bandido depois de ver a matéria sobre a morte na Sônia Abrão. Quanta vergonha alheia!

  43. Jane disse:

    Quanta ignorancia. Quanto desprezo pela vida… Simplesmente para manter uma “cultura” que desde seu principio, a mais de 500 ou 600 anos esteve errada… como se consegue perdurar por tanto tempo tanta ignorancia, tanta violencia… os galos brigam entre si sim, mas para defenderse no seu hatibat natural, para procriarem, e nunca jamais para divertirem os seres humanos “irracionais” e muito menos lutam por fins lucrativos… ou algum galo ja falou alguma vez que gostaria de ser rico???

  44. Jane disse:

    é por esses e outros tipos de violencia, que os seres humanos incitados a serem tão insensiveis e desrespeitarem tanto a vida, por estarem tão “acostumados” a violencia, richas de galo, cavalos maus tratados e feridos puxando carroças no asfalto, cachorros abandonados e apedrejados.. que jogar uma criança pela janela ou arrastá-la pela rua já não os perturba mais, a violêcia faz parte da “cultura” deles…

  45. Jane disse:

    que exemplo estaremos dando aos nossos filhos? quando deixamos que eles nos vejam divertir-nos com a violencia e dor de um ser vivo? Instigar um animal a lutar, sem ser por seu motivo natural, é crime sim, e maltratar qualquer tipo de animal, é crime sim. E espero que o ser humano na sua grande maioria pense assim, senão o mundo acabará com seres mais irracionais do que aqueles que comem seus próprios filhos para sobreviver.. qual seria nosso motivo, nossa defesa se um dia fizermos isso? matar uns aos outos, ferir, por varios motivos irracionais, já o fazemos… chegaremos um dia ao extremo de comer nossos filhos rescem nascidos apenas por apreciar a violencia, pelo prazer…? Se a grande maioria da população pensar como pensam os defensores de rinhas de galo, nao duvido que isso não aconteça.. é extremo demais, eu sei… mas seguindo o raciocio de alguem ae que defendeu com tanta veemencia as rinhas de galo, dizendo q é apenas uma “cultura” violenta, imaginem onde podemos parar…

  46. Jane disse:

    Existem pessoas que querem condenar os crimes violentos cometidos contra a vida de seres humanos… e se contradizem quando defendem a violência e maus tratos contra os animais. Um animal também é um ser vivo. Ou será que ninguem ainda lhes ensinou isso? Deve se condenar todo e qualquer tipo de crime contra a vida. Respeitar o ciclo da vida, é usar somente o necessário para a própria sobrevivencia. Se um galo vai ser sacrificado para saciar a fome, isso não é crime, mas se ele vai ser usado como objeto de prazer para saciar a sede de violencia que existe dentro de uns e outros, isso sim é crime. Estudos científicos comprovam que no caso dos psicopatas e sociopatas, a maioria destes, quando crianças e adolescentes, cometia crueldades contra animais, sentindo nisso um incomensurável prazer nesta conduta.

  47. que exemplo estaremos dando aos nossos filhos? quando deixamos que eles nos vejam divertir-nos com a violencia e dor de um ser IDIOTA COMO VOCE PREFIRO TER UM GALISTA NA FAMILIA OU ATE UM FILHOR NO GALIMO DO QUE TER UM ASSASINO UM LADÃO UM ESTRUPADOR UM CORUPIDO UM IDIOTA VEIJA COMO ESTA PAIS ESTAR COMO ESTA SOCIEDADE ESTA AJINDO EU AMO GALOS DE BRIGAS http://WWW.GALLEROSOY.COM

  48. eles brigam por instinto ninguem inventou essa raça em laboratório, apenas tentamos aprimorar mais os seus instintos que é infinito geneticamente falando voces acham que sabem desta raça voces nao sabem men o estao falando

  49. aldoadv disse:

    Quem coloca animais pra brigar, ou é veado, ou sei lá o quê ! Além de covarde, é claro !!!

    Como vcs se sentem em serem tão retardados ao ponto de acharem isso natural ?!

    É bom ser babaca ???

  50. ALAIR GOMES DE SOUZA disse:

    OS PSEUDO DEFENSORES ANIMAIS DIZEM QUE BRIGA DE GALO DEIXA O POVO VIOLENTO . ESSA É MAIS UMA MENTIRA , POIS ATÉ A DÉCADA DE 50 AS RINHAS ESTAVAM EM TODAS AS CIDADES BRASILEIRAS … E A VIOLÊNCIA NO BRASIL NESSA ÉPOCA ERA NULA SE COMPARADA AOS DIAS ATUAIS ONDE NÃO EXISTEM MAIS RINHAS DE GALOS .
    ANTIGAMENTE O POVO SE DIVERTIA MAIS ,OS JOVENS PODIAM ASSISTIR BRIGA DE GALOS E EXISTIA RESPEITO , HOJE O POVO NÃO ASSISTE MAIS LUTAS DE GALOS MAS EM COMPENSAÇÃO ,NOS DIAS ATUAIS, GRANDE PARTE DOS JOVENS HOJE VÃO ATRÁS DE DROGAS E O BRASIL SEM BRIGAS DE GALOS SE TORNOU UM PAÍS EXTREMAMENTE VIOLENTO !!!!
    EM RESUMO : QUANDO TINHA BRIGA DE GALO O POVO NÃO ERA VIOLENTO .

    HOJE SEM BRIGA DE GALO O BRASIL É UM PAÍS VIOLENTO ONDE SE MATA MAIS PESSOAS QUE MUITOS PAÍSES EM GUERRA ( ISRAEL , IRAQUE, ETC)

  51. Briga de galo é proibida no, Brasil mas tradição se mantém Proibição chegou ao Brasil.
    Criadores de galos brigam na justiça contra a lei.Famílias inteiras viviam dos rendimentos gerados pela atividade e a proibição representou um duro golpe na economia do estado. Os lucros obtidos com as brigas de galo, como hotéis, lojas de alimentos e material especializado sofreram queda de 70% em média. Enquanto lutam na justiça para tentar reverter a lei, os donos de galos de briga e arenas ainda não se desfizeram dos animais ou da estrutura dos criadouros na esperança de voltar a legalidade. ww.gallerosoy.com

  52. ronaldo disse:

    Temos uma vizinha que está maltratando seus animais (uma poodle e três gatos) de forma abisurda, embora tenha perdido outros animais anteriormente (morreram ou fugiram) não teve consciência que são vidas, de quem ela teria que estar cuidando e não faz.
    Dar algo para comer quando lembra, não pode, e ainda a cadelinha está com feridas pavorosas por todo corpo e muita gente é testemunha disso.
    Como proceder para acabar com essa covardia.

  53. Amigo Ronaldo voce sabe porque a tartaruga vivi 100 anos de idade porque ela cuida da sua propria vida
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    penci nisso

  54. Eu sou afavor destas brigas de galos
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  55. eu acho q deveria ser liberadosim ! se não fosse os GALISTAS vcs nuncam iria conhecer essa raça de galo,pois ja istariam estintas a rinha jera imprego se liberada enclusive o dinheiro q vcs pagaram pra fazer cartazes com o dinheiro de seus maridos que vão trabalhar que nem um burro de cangaia,porq esse sim sofre fica o dia inteiro subindo e descendo ladeira carregado de lenha!porq vcs não põe uma cangaia nas costas e sai fazer manivestos seus parazitas desocupados
    desocupados
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  56. A única coisa céria no Brasil é o carnaval, o jogo do bicho, a corrupção, o crime organizado, o tráfico de drogas,
    GALOS BRIGAM POR ENSTINTOS NOS GALISTAS PRESERVAMOS POR AMOR
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  57. Os casos de maus tratos praticados pelo poder público contra os galos de briga devem ser divulgados para que as autoridades entendam que somente sob os cuidaos dos galistas essa espécie está protegida de maus tratos e até da extinção. Em todos os casos de apreenções a maioria dos animais não resistem à forma como são tratados, até quando ficam sob os cuidados de veterinários. Eu assisti na televisão que uma senhora de Niteroi, no Rio de Janeiro,a qual recolhe cachorros abandonados, está fazendo compartimentos para abrigar galos apreendidos. A intenção dessa senhora até que é boa, mas, como de costume, ela também não tem a mínima noção do que é um galo de briga e suas necessidades, pois os compartimentos que foram mostrados na televisão devem ter ums 20/60cm, e qualquer pessoa que entende um pouco sobre galos de briga sabe que um galo vivendo nesse espaço não dura duas semanas e, se durar, ao final desse período vai estar todo aleijado, pois o espaço mínimo que um galo consegue viver de forma saudávelé 80/80cm e ainda precisa regularmente ser solto em um espaço maior para que possa correr e se exercitar. Li também o relato de um veterinário que tem galos aprendidos sob os seus cuidados, no qual ele diz que não sabe mais o que fazer para que os animais não morram, pois de aproximadamente 50 aprendidos só restavam 8 vivos. Os galos aprendidos do nosso companheiro Teobaldo, no sul, também estão quase todos mortos. Esses erros cometidos pelo poder público, de certa forma, nos é favorável, pois demostra que o assunto não pode ser tratado como vem sendo e a única forma de se preservar e proteger a espécie é liberar o funcionamento das rinhas de forma racional e sob regras de proteção ao galo combatente. Um exemplo do que estou falando é o que aconteceu no estado do Mato Grosso, onde as autoridades visualizaram o problema da forma correta. Parabeniso a todos que vem a internete dar sua opinião sobre este assunto, inclusive os que são contra, pois são movidos por sentimentos de amor aos animais, no entanto, na minha opinião, deveriam buscar mais informações sobre o assunto, para que possam entender que as rinhas podem parecer cruéis e sem sentido, no entanto, é a única atividade que preserva o galo combatente por mais de 5.000 anos, espécie essa, que é o alicerce sólido de toda a avicultura moderna doméstica e industrial, sem a qual não há como se desenvolver novas espécies com maior precocidade, rusticidade e ganho de peso. Amigos galistas, sabemos que não somos bandidos, tarados, sádicos, pedófilos, traficantes ou quisquer outro adjetivo pejorativo que os meios de comunicação tenta nos atribuir. Somos apenas pessoas normais, pais e mães de família que tivemos a coragem de assumir nossos próprios gostos, fugindo aos modismos que a sociedade moderna impõe. Temos nossos direitos como qualquer outro cidadão e é inconcebível o poder público vir a nossas casas apanhar nossos animais super bem tratados e leva-los para o sacrifício com a desculpa de estarem protegendo-os contra maus tratos. Isso é barbárie, regressão, violência, crime contra a Nossa Constituição. http://www.gallerosoy.com

  58. Daí vejo alguns(a) idiotas que simplesmente nunca deram um grão de milho para um galo, nunca colocaram uma galinha pra chocar, que tem opinião formada por mídia televisiva parcial, dizer que somos cruéis, perversos, bandidos, será que algum deles já visitaram uma granja de frangos e porcos, outra o que e maltrato, pensa castrar um cavalo, colocar o mesmo pra puxar uma carroça pesada, ou usa-lo para transportes de pessoas, isso não e mal trato, não tenho duvida em afirmar que os animais criados em regime de confinamento industrial, essa sim são submetidos a desrespeito e maus tratos.

    Mais de uma coisa sempre me conforta, e minha consciência amigo, da qual tenho a absoluta certeza da ética , respeito e amor para com minhas aves, e também sei que são atitudes compartilhadas por 80% dos companheiros galistas sérios de nosso pais.
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  59. Doa a quem Doer
    Os Desembargadores de Mato Grosso com base na Constituição , uma vez que está preservando uma tradição popular de mais de 500 anos e por outro lado , não existe nenhuma lei que diga sobre proibição de briga de galos no Brasil , existiu um Decreto do ex-presidente Janio Quadros que proibia o uso de biquinis , briga de galo , etc , mas esse decreto foi revogado há muito tempo por ministro Tancredo Neves .
    O que existe é uma lei geral sobre maus tratos aos animais e não especificamente a briga de galos, não existe crime sem tipificação penal e nenhuma parte do Código Penal fala que briga de galo é crime . Por esse motivo os Doutos desembargadores que são profundos conhecedores do Direito Brasileiro e talvez pensando também na preservação da genética do galo brasileiro que devem ser selecionados e os melhores reproduzirão os seus descendentes para que não se estinga essa maravilhosa ave , que é o única não precisa ser estimulada para brigar . Certamente para preservação da espécie liberaram um clube de galos na progressista Cuiabá

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  60. Wanderlei Beseigel de Araujo disse:

    OS DESEMBARGADORES DE MATO GROSSO DO SUL SÃO SEM DÚVIDAS ECOLOGISTAS POIS NA VERDADE ESTÃO PROTEGENDO OS GALOS DE BRIGA DA EXTINÇÃO . HAJA VISTA QUE EXISTE GALOS DE BRIGA ATÉ HOJE É PÓR CAUSA DA SELEÇÃO QUE OS GALISTAS FAZEM HÁ SÉCULOS PARA RINHA . PORTANTO , AS BRIGAS DE GALOS É FUNDAMENTAL PRA PRESERVAÇÃO DESSA RAÇA MARVILHOSA E EXTRAORDINÁRIA QUE É A AVE COMBATENTE .

    PARABÉNS AOS MAGISTRADOS DESEMBARGADORES DE MATO GROSSO QUE SÃO OS VERDADEIROS PRESERVADORES AMBIENTAIS !!!!!!

  61. Paula Silva disse:

    muitas das pessoas gostam de mal-tratar os animais, mas para mim essas pessoas deviam MORRER COM AS TRIPAS AO SOL .
    essas pessoas(se é ke se podem chamar pessoas akelas brutidões) se tanto gostam de mal tratar os animais, seres inofensivos, pke nao experimentam levar eles proprios… aí nao achariam a mesma coisa.
    se voce for um dos tantos que gostam de lutas de galos, aproveite e ande você , vai ver que é muito mais engraçado. também seria de morrer a rir, se os mau- tratadores, aproveitassem e tambem se mutilassem, espacassem…(tal como muitas bestas fazem aos animais)…bom ai sim, eu nao teria pena nenhuma…Para mim os miseraveis que maltratam os animais…podiam morrer, e ai teria todo gosto nisso.
    TENHAM CORAÇAO E NAO MAL-TRATEM OS ANIMAIS…PONHAM-SE NOS LUGARES DELES, PORQUE O SER HUMANO NAO EXISTE PARA DESTRUIR O MUNDO MAS SIM PARA PRESERVÁ-LO!!!!!

  62. Paula Silva disse:

    ande-* leve

  63. raiana disse:

    a natureza esta sendo destroida por nos os seris humanos .
    nos os seris humanos nao colaboramos com a prezer vasao da natureza .
    eu tentu cuidar da natureza mas sozinha nao cosigo .
    vamos cuidar da natureza

  64. Paulo Silva porque voce quer ver um ser-humanos
    morer com as tripas para fora amigo ainda bem que voce e um prodetor de animais porque en seres humanos voces nao sai muito bem voce não pode viver no meio de sociedade

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  65. Gildo Maquerzon disse:

    Muitas entidades protetoras de animais esterilizam (mutilam) cães e gatos e cobram por esse serviço e é sem dúvidas uma alta fonte de renda …..elas condenam briga de galo que é natural , haja vista que essas aves nasceram assim devido a genética que herdaram de seus ascendentes .Agora castrar(esterilizar, mutilar) é a pervercidade dos hipócritas “defensores dos animais” que atrás de numerários mutilam animais , nenhum animal pediu para ser castrado …..portanto , briga de galo é da natureza do galo combatente, esterilização (mutilação) não é natural …é a maldade humana contra os indefesos gatos/a e cachorros/a .
    Infelizmente há muita hipocresia nesses “protetores de animais” que ganham muito dinheiro com castração .

  66. valeria disse:

    boa noite se poder me ajudar agradeço estou querendo saber tel de protetor aos animais em nova iguaçú (rj) (baixada) para fazer uma denuncia porque e orrivel ver o bicho sofrendo e ainda bota o cavalo p- trabalhar com um ferro machucando a boca e esta toda ferrida e o juelhos tamb nao aguentei ver por favor me ajudar

  67. Valeria porque voce não vai denunciar traficantes estrupadores pedofolos o Brasil e um dos pais que mais comsomer cocaina na america latina
    e voce preocupada com pessoas trabalhando e melho ver este Homem trabalhando com seu cavalo doque ver ele traficando ou robando ou estrubando esta justiça brasileira nao pode preocupar com brigas de galo em com maus tratos com os animais mim responde sí uma pergunta porque um frango de corte vivi 45 dias e um galo de briga vivi 8 anos
    kd esta justiça brasileira
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  68. tone silva disse:

    meus amigos galistas eu estou de queixo caido depois de ler o que nosso companheiro arnaldoc escreveu acima, sou cridor e galista a mais de 30anos tenho hoje 40, mas o que li realmente arnaldoc tú é o cara mesmo parabens e fico bastante horgulhoso de ter um amigo até então desconhecido, espero que vç cara continue escrevendo mais sobre tal assunto nos deixa bastante otimísta e com esperança de em breve ter a liberdade de ir e vim com nossos animais que ´o mais que desejamos um abraço amigo e que deus ponha na cabeça dessas autoridades a real intelgencia para tal assunto.

  69. Até agora tenho visto somente comentários absurdos de pessoas que não tem idéia alguma do que estão falando. Percebi que os colegas, ao tecerem seus comentários, demonstraram que não são a favor das brigas entre galos combatentes, porém não concordam que pessoas que praticam esta atividade sejam condenadas como criminosos ou formadores de quadrilhas.
    Se pararmos para analisar, todos nós, de certa forma, praticamos “uma certa crueldade contra os animais”. Já pescou? Como será que o peixe se sentiu no momento da fisgada? E toda aquela batalha para não ser retirado das águas? Será que ele teve escolha? Você deveria ser preso e se estivesse junto com amigos deveria ser acusado de formação de quadrilha (um absurdo). Como já citado, os frigoríficos, as engordas de porcos e boi, bem como a engorda de qualquer tipo de animal para o abate, os centros de umbanda, aqueles que possui pássaros engaiolados, aqueles que abandonam ou castram animais, os grandes e populares rodeios e jóqueis, entre outras, todos deveriam ser presos (haja cadeia!!) Quantas vezes ouvi pessoas dizendo “gosto de frango, mas se eu ver matando eu não consigo comer”, que boa justificativa “eu como mas não serei culpado do derramamento de sangue deste animal perante Deus no dia do juízo final, mata você”, será que o frango teve escolha? Falando em Deus, não foi Ele que deu a Nóe autorização para comer carne animal? Nossa, quem é doido de criticar o Ser Supremo? Precisamos parar de hipocrisia e aceitar que todos nós seres humanos temos um pouco de crueldade, ou deveríamos parar de usufruir das deliciosos sabores provenientes das carnes animais.
    Voltando a falar dos galos, como Duda, também tenho esta prática por hobbi, desde 8 anos de idade (hoje tenho 30 anos) e não vejo esta prática como “maus tratos”, aliás, garanto que meus galos comem melhor que muitos brasileiros, praticam atividades físicas moderadas, que lhes darão condições de enfrentar seus adversários que também são bem tratados. É revoltante ver um repórter dizendo que os bicos de aço encontrados nas rinhas são feitos para cortar a pele do adversário, quando na verdade serve de proteção para que não seja quebrado o bico natural durante o combate. Quando dizem que as esporas artificiais são para ferir o adversário com maior precisão, quando na verdade serve para evitar a infecção que as esporas naturais provocam, elas não são uma arma a mais para o galo, pois ele já possui as que são naturais. Quando dizem que os remédios encontrados nas rinhas são entorpecentes para dopar as aves, quando olham o peso dos animais nas lousas e dizem que são os valores das apostas, quando se mostram tão contrários as brigas mas dão pulos de alegria quando há uma denúncia pois tem matéria para publicarem. Chega de hipocrisia!!!
    Quando se compara a briga de galo com lutas como o boxe, karatê, jiu-jitsu, entre outras, alguns dizem: “Essa lutam são praticadas por pessoas, e elas tem consciência do que estão fazendo, os galos não tem escolha”, pois bem, isso não é verdade, se no momento do combate um dos galos não quiser pegar briga (as vezes por ser novo, ou estar doente, ou estar trocando de pena), não há insistência e a briga esta anulada. Agora vou dizer outra verdade, se pegarmos um casal combatente e soltarmos em um grande terreno, sendo alimentados normalmente, eles irão se reproduzir, logo nos dois primeiros meses, os pintinhos vão brigar para decidir quem é quem, nessa alguns poderão não sobreviver, pois não terão os cuidados que os galistas teriam para que eles não morressem, a partir dos nove meses, os combates seriam mais intensos e mais duros entre eles, conclusão, dentro de um ano e meio só restaria um macho no quintal, até o pai corre o risco de morrer se um dos filhos for melhor que ele. Este é o ciclo de vida do galo combatente solto na natureza, e qualquer outra versão fora esta é mentira. Portanto, afirmo que os galistas não fazem os galos brigarem, eles brigam por natureza, nós damos melhores condições físicas para eles, além do que as brigas são feitas entre galos do mesmo tamanho e com o mesmo peso, não podendo haver diferença nem de 100g entre as aves.
    Não tenho culpa de ter nascido aqui no Brasil, tenho orgulho, esta cultura milenar nem lembro como entrou na minha vida, o que sei é que não sou criminoso, nunca roubei nada de ninguém, nunca matei e nem pretendo, trabalho desde meus 15 anos e estou na mesma empresa que comecei até hoje, pago todos meus impostos em dia, tenho muitos amigos e familiares que amo muito e sei que eles sentem o mesmo por mim, tenho planos e sonhos para o futuro, mas lamentavelmente corro o risco de ser preso e condenado a cumprir alguns anos na cadeia, pois nossa sociedade arrumou uma nova maneira de punir os galistas, estão nos acusando de “formação de quadrilha”, onde já se viu!!!
    Sinceramente, eu gostaria de saber onde ficariam alojados os galistas do Brasil caso todos fossem presos!!! Haveriam cadeias para todos? Ou seriam libertos os assassinos, traficantes, estupradores para que pudéssemos ocupar seus lugares? Pelo que estou vendo, acredito que sim, pois nossa sociedade está dando mais atenção aos animais do que para as pessoas, não vejo ninguém sendo preso ou pagando fiança por maltratar ou negar ajuda a um mendigo, não vejo ninguém fazendo fortes campanha para acabar com a miséria, só vejo apresentadores de programas policiais e jornalistas se aproveitando das desgraças da pessoas para fazerem sensacionalismo e venderem notícias, como as notícias dos galistas criminosos e formadores de quadrilhas que estão espalhados aos milhares pelo país e se constituem hoje numa grande ameaça a sociedade. “Cuidado com seus filhos, os galistas estão a solta”, “A polícia (que não tem o que fazer ou não consegue prender quem realmente deveria estar na cadeia) intensifica sua perseguição aos galistas”, “A polícia está recebendo novos treinamentos e novos armamentos para fazerem frente aos novos criminosos que assolam nosso país, os galistas”… Será que os jornais, na falta de matéria policial, justamente por falta de trabalho da polícia, começarão a publicar estas notícias?
    Eu, que convivo neste meio, posso dizer com muita tristeza, que estou vendo muitos amigos perdendo seus empregos, devido a perseguição e a punição que estão praticando contra os galistas. As pessoas não tem idéia do tanto de gente que trabalha neste meio, desde as empresas que beneficiam milho, ração e farelos, aqueles que tratam e dão condicionamento físico as aves, entre outros.
    Penso que as pessoas não precisam aceitar as brigas entre os galos, assim como não precisam vê-los sendo abatidos para poder comê-los, somente deveriam deixar em paz aqueles que por um motivo ou outro aprenderam gostar deste hobbi e hoje não consegue abandoná-lo, caso contrario, muitos inocentes serão presos como criminosos, muitos perderão seus empregos e os galos continuarão brigando as escondidas, sendo que a legalização desta prática poderia gerar de formas diretas e indiretas impostos para o governo. E aqueles milhares espalhados pelos país não seriam mais tratados como criminosos, por terem aprendido a gostar de uma prática que faz parte da cultura de seu próprio país.

    PEÇO AO ADMISTRADOR DESSE SITE QUE TENHA CORAGEM EM DEIXAR ESSE MEU COMENTÁRIO POSTADO E NÃO O DELETE.

  70. MARCOS disse:

    Para os ignorantes na arte do galismo, em especial IBAMA e a polícia (autor Marcos oliveira)

    Vocês que se dizem preocupados com os animais em especial os galos combatentes, vocês que acham que os galos sofrem maus tratos nas mãos dos galistas, vocês que acham que galismo é coisa do passado e que as pessoas que gostam deveriam abandonar a cultura, vocês que nunca viram pessoalmente nem tocaram em um galo combatente e os comparam com qualquer outro animal, vocês que acham que galos são animais silvestres e pertencem a fauna brasileira.
    Se vocês realmente se preocupam com os animais, ( mesmo que de forma errada) eu gostaria de lhes dizer que o IBAMA, a POLÌCIA, as Autoridades( nem todos)não estão nem aí para os animais, se referindo especialmente aos galos combatentes, sabe porque; Porque o IBAMA não se preocupa em construir instalações para abrigar os galos quando são apreendidos, e ao invés de abrigá-los, os mata sem piedade com o argumento de serem impróprio para o consumo, cometendo um crime grave(matar animais), e quando não os mata com as próprias mãos eles deixam morrer de fome ou doença, ou ainda solta todos os galos juntos, ora eles sabem que os galos se matam se ficarem juntos
    Para aqueles que dizem galísmo é coisa do passado e que as pessoas devem evoluir e praticar coisas modernas e não regredir; ora as coisas mudam, mas mudam naturalmente e não pela força; exemplo, os tipos de roupas mudaram, mas ninguém vigorou nenhuma lei para que proibir determinadas modas, afinal estamos num país democrático. O que vocês me dizem do fato de que a maioria dos países do mundo terem a prática do galismo legalizada? É porque esta é uma cultura que passa por cima de tudo e de todos, inclusive da lei e do tempo, não há como acabar com o galismo e enquanto as autoridades não se derem conta disto, os ANIMAIS e o PAÍS estarão sempre pagando o parto. Ora os animais(pagam o parto) por quê ?, Porque quando são apreendidos não são bem tratados, pelo contrário são mortos ou soltos juntos o que resulta também na MORTE. O PAÍS paga o parto; porque o esporte que deveria geram milhões de empregos diretos e indiretos além de arrecadação de impostos, gasta muito colocando a POLÍCIA e outras instituições como o IBAMA na perseguição dos galistas com tantas coisas mais importantes para preocuparem.
    Na verdade o IBAMA persegue os galistas não por proteção aos animais, mas por ódio aos galistas. É assim que pensa o agente do IBAMA; “Estes galistas criminosos pensam que podem nos desafiar, eles vão ver só, vamos aplicar multas tomar seus galos e matá-los, pois não estamos nem aí pra estes animais”. Se a perseguição fosse por amor aos ANIMAIS, eles teriam instalações para abrigá-los e separá-los.

  71. RonaldoC disse:

    Não quero aqui modificar a opinião de ninguém, mas acho que existem informações que as pessoas precisam saber, para que possam formular opiniões devidamente embasadas na realidade dos fatos.
    O galismo nunca foi tão discutido como na atualidade, no entanto, uma enxurrada de informações erradas e muitas vezes levianas inunda os meios de comunicação e é a base para formulação das opiniões dos leigos no assunto.
    Quando leio uma notícia sobre a ação da polícia em uma rinha ou casa de galista fico indignado com a quantidade de informações que não condizem com a realidade, mas basta raciocinar um pouco que qualquer um pode concluir que tais informações são falsas, tais como:
    Galista amarra canivete nas asas dos galos – Essa é inusitada. Imagine um canivete desses soltando em alta velocidade, no bater das asas de um galo, e entrando no olho de um espectador, seria o sonho de um “antigalismo”. Gostaria que a pessoa que publicou tal informação me dissesse como se faz isso, pois as asas dos galos têm várias articulações dificultando a fixação desse apetrecho, sem contar que os galos atacam com as patas e não com as asas;
    Galista deixa galo com fome para ficar agressivo – Esse cara duvidou da inteligência do leitor, pois como um animal faminto e debilitado vai sagrar-se vitorioso em um combate. Dizem também que os galistas fornecem alimento aos galos apenas uma vez ao dia. Isso realmente é verdade, ou uma meia-verdade, pois os galos comem uma ou duas vezes ao dia, de acordo com o tipo de manejo que o galista adotar, no entanto o galo não passa fome, pois em seu aparelho digestivo existe uma bolsa, vulgarmente chamada de papo, a qual o galo a enche de uma só vez e essa o manterá por 24 horas. Quem alimenta os galos duas vezes ao dia, na primeira fornece somente verduras frutas e legumes e, na segunda, grãos diversos. Quem alimenta os galos uma vez fornece tudo junto;
    Galista põe os galos para brigar até a morte – Essa somente quem conhece uma rinha saberia que não é real. No Brasil os combates têm a duração máxima de uma hora e há um juiz que tem como atribuição determinar o término da luta quando um dos galos não tiver condições de reagir às investidas do outro. Casos de mortes ocorrem em menos de 10% dos combates;
    Galistas são criminosos – Não há na legislação brasileira nada que defina sem margem de dúvida que rinha de galos é crime. Com base nesse fato, várias são as decisões jurídicas a favor de galistas. Cabe ressaltar que nem todo criador de galos de briga freqüenta rinhas, no entanto estão sendo tratados da mesma forma, sendo processados e tendo seus animais dizimados.
    Galistas utilizam substâncias que esterilizam os galos: Esse também duvidou da inteligência do leitor, pois os galos campeões serão utilizados na reprodução para melhoramento genético do plantel, assim como cavalo de corrida campeão vira garanhão. Se ficar estéril para que servirá?
    Galista utiliza anabolizante: O anabolizante é o inimigo nº 1 do galo de briga, pois esse o deixará com um peso desproporcional a sua altura e o animal estará sempre em desvantagem lutando com um adversário do mesmo peso e mais alto.
    Galos de briga são galos comuns modificados geneticamente para que fiquem agressivos: O registro mais antigo sobre galismo data de 3.000 AC, acho difícil naquela época haver tecnologia para modificar uma galinha geneticamente. Cabe ressaltar que se a pessoa que publicou tal informação tivesse lido um bom livro de avicultura, teria constatado que a domesticação das galinhas ocorreu para fins de entretenimento do povo, havendo a proibição do consumo de sua carne, comprovando que o galo combatente é que foi cruzado de forma a reduzir a sua agressividade até formar os demais tipos híbridos de galinhas poedeiras e de corte.
    Galistas são formadores de quadrilha: Piada. Galistas somente cultivam uma avicultura especial que é parte integrante da cultura brasileira e mundial, sem contar que galismo não é crime. Galista formador de quadrilha só existe em festa de São João.
    Galos são criados em compartimentos individuais e de tamanho inapropriados: Gostaria de saber qual lei define o tamanho dos compartimentos para poder comparar o tamanho mínimo da gaiola de um galo combatente (80cm/80cm) com a gaiola em que são criadas as galinhas poedeiras que, além de menores, comportam até cinco galinhas.
    Galistas são pessoas de péssimo caráter, pedófilos, tarados e etc.: Quem publica tais ofensas deveria lembrar-se daquele mandamento “não julgarás”. Rotular uma pessoa que você não conhece por uma coisa que você também não conhece não demonstra um bom caráter ou, no mínimo, sabedoria. Galistas, em sua maioria, são pessoas comuns como quaisquer outras e cumpridores de seus deveres e que têm a coragem de fugir dos modismos que a sociedade moderna impõe.
    Os galos apreendidos morreram por conseqüência dos maus tratos praticados pelos galistas: Essa é a história que o poder público usa para justificar a morte de dos animais em função da falta de manejo adequado no momento das apreensões. Os animais são amarrados ou presos juntos e, em função de sua natureza belicosa, brigão até ficarem totalmente destruídos. Considerando que a maioria dos galistas são pessoas humildes que terão dificuldades para uma defesa judicial, fica muito fácil imputar-lhes a culpa pelas mortes junto à mídia.
    Os galos precisão ser sacrificados por estarem contaminados com substâncias tóxicas: Essa é a desculpa utilizada pelo poder público para se livrar do abacaxi de ter que cuidar de um monte de galos brigões e, ainda, da possibilidade de um processo por maus tratos devido ao tratamento que os animais sofreram durante a apreensão. (nunca foi publicado nenhum laudo comprovando tais afirmações)
    Na casa do galista foram apreendidos vários remédios destinados a aumentar a agressividade das aves: Nesse caso parece mais leviandade que incompetência, pois nunca foram publicados os nomes dos remédios. Se ter remédios para cuidar do plantel é crime, eu iria pegar prisão perpétua pois lá em casa tem: duotril (tratar pulorose), baycox (tratar coccidiose), tetradur LA (para coriza e cólera), systamex (vermífugo), ripercol (vermífugo), ivomec oral (vermífugo), trisulfin (pulorose), ganadol (tratar ferimentos), ungüento (tratar ferimentos), matabicheiras (tratar sarna dos pés), óleo de fígado de bacalhau (recuperação de animais debilitados por doença), modificador orgânico (recuperação de animais debilitados por doença) e outros que agora não me lembro.
    Galistas utilizam bicos artificiais de aço e esporas artificiais de aço para tornar as lutas mais sangrentas: Em relação aos bicos de aço, este tem o mesmo afiamento do bico natural do galo e tem por objetivo proteger esse bico natural das pancadas do adversário, evitando a se quebre. Cabe ressaltar que o bico não é a arma do galo, estas são seus pés e esporões. O bico somente Serve de ponto de apoio para direcionamento dos golpes. Em relação às esporas, as utilizadas no Brasil são de plástico, descartáveis (evitar infecções) e imitam o mesmo formato da espora natural do galo, no entanto, são menores (3cm) e de ponta rombuda (3mm ou 4mm). São utilizadas esporas artificiais em função dos galos não possuírem esporas do mesmo tamanho, o que poderia acarretar em uma luta desigual. Em uma briga de galos os animais precisam estar nas mesmas condições.
    Essas e várias outras informações do mesmo nível são corriqueiramente publicadas nos meios de comunicação, não sei se por incompetência de quem as forneceu ou por pura leviandade, pois transformar um determinado grupo de pessoas em inimigo público nº 1 tem dado ibope e justifica para a sociedade os milhares de reais gastos dos cofres públicos em mega operações para prender criadores de galinhas.
    Como já foi dito a maioria dos galistas são pessoas das classes menos favorecidas da sociedade ficando fácil transformá-las em marginais.
    Espero que a sociedade brasileira perceba que tais informações distorcidas estão sendo utilizadas para justificar/camuflar o extermínio de uma espécie única e de grande importância para a avicultura nacional, pois esses animais também são utilizados em cruzamentos para obtenção de indivíduos mais rústicos e com melhor ganho de peso.
    Galos de briga e galistas vivem em simbiose perfeita a mais de 5.000 anos e esse relacionamento tornou-os uma das espécies domésticas de maior sucesso, pois permitiu que saíssem da Ásia e conquistassem todo o mundo civilizado. As rinhas podem parecer sem sentido, mas é a razão dessa espécie estar intacta até os dias atuais. Muitas raças domésticas sucumbiram ante outras modernas e, conseqüentemente, mais aptas a atender às necessidades humanas, mas o galo combatente permanece puro conservando todas as suas características natas conquistando a paixão e respeito de milhões de pessoas por todo o mundo.

    • MARCOS oliveira disse:

      Oh! ronaldo. conta estas coisas para os Promotores, pois eles são os responsáveis por sustentarem a maioria das mentiras sobre o galismo, eles argumentam baseando-se eu não sei em que. agora essa dos canivetes nas asas dos galos, só um burro pra acreditar nisto, ou então são galos de Marte.

  72. jeada disse:

    Conforme disposto no ARTIGO 215 da Constituição Federal de 1988, fica garantido aTODOS o pleno exercício dos DIREITOS culturais e acesso às fontes nacionais de cultura bem como apoio e incentivo à valorização e difusão das MANIFESTAÇÕES culturais.Já faz 510 anos que o galismo é praticado no país,faz parte da cultura…ou precisa adenção de todos????

  73. RonaldoC disse:

    Galofobia Uma Doença Moderna

    Até pegarem o Duda Mendonça em uma rinha de galos no Rio de Janeiro, briga de galos era apenas uma atividade que foi proibida por lei no governo do Presidente Jânio Quadros e a maior parte da sociedade brasileira não tinham o menor conhecimento de que o galismo perdurava por todo esse tempo. Antes daquele evento, o combate ao galismo não passava de pequenas extorsões, no entanto, partir desse momento, incentivado pela mídia e entidades de proteção dos animais, vem sendo realizadas diversas incursões policiais em rinhas e moradias de criadores, mesmo a legislação brasileira não definindo, de forma clara e inconteste, a briga de galos como sendo crime, uma vez que a Lei aprovada no governo Jânio Quadros foi revogada pelo Presidente Tancredo Neves.
    Provocado pelo sensacionalismo da mídia brasileira, que transformou essa atividade em um dos maiores inimigos do povo brasileiro, está se formando um seguimento da sociedade que acha que galo de briga bom é galo de briga morto. São pessoas criadas nos grandes centros urbanos e que não têm o menor conhecimento sobre o que é um galo de briga, sua história e sua utilidade para a humanidade e, também, não conhecem as pessoas que os criam e seus objetivos.
    Esses “galófobos” tentam justificar a necessidade de se banir os galos combatentes da face da terra, utilizando, entre outros, o argumento de que galos combatentes não existem e, na verdade, são galos comuns nos quais os galistas injetam hormônios, ou anabolizantes, ou foram modificados geneticamente para ficarem agressivos, não havendo, dessa forma, a necessidade da preservação da espécie.
    Opiniões desse tipo são facilmente encontradas na internet e até em entrevistas dadas por autoridades policiais e, considerando que a falsidade das mesmas pode ser facilmente constatada lendo um bom livro de avicultura, se pode concluir que são levianas e tem como objetivo tentar justificar para a sociedade brasileira o extermínio em massa desses animais, eximindo de culpa os “galófobos”, uma vez que a nossa Constituição prevê a obrigação do governo de coibir práticas que levem à extinção de quaisquer espécies (art. 225, §1º, VII diz que incumbe ao Poder Público “proteger a fauna e a flora, vedadas, na forma da lei, as práticas que coloquem em risco sua função ecológica, provoquem a extinção de espécies ou submetam os animais à crueldade”).
    O combate a briga de galos tornou-se uma catástrofe para os galos de briga, quando animais vêm sendo mortos das formas mais cruéis possíveis (cremados vivos, enterrados vivos, degolados e jogados em lixões, servidos como alimento em hospitais e presídios ou, simplesmente, deixados que morram de fome e sede, abandonados em zoológicos e hortos), já tendo havido casos em que até ovos sendo incubados foram quebrados pela polícia, na casa de um criador. A forma cruel como esses animais são mortos denota claramente o ódio e desprezo que os que se dizem seus protetores sentem pelos galos combatentes (“galofobia”).
    Em virtude de manifestações contra o extermínio por parte de algumas autoridades jurídicas brasileiras, os “galófobos” estão utilizando uma nova tática para promover a extinção dos galos combatentes, que é esterilização em massa dos animais aprendidos colocando-os para adoção. Tal prática de esterilização constitui uma afronta a nossa Constituição, por colocar a espécie em risco de extinção e também prática de maus tratos (mutilação), trazendo grande prejuízo, uma vez que os galos aprendidos nas rinhas são justamente os melhores e, consequentemente, mais aptos a serem utilizados na reprodução. São justamente esses animais superiores que contribuirão com suas aptidões (força, musculatura bem desenvolvida, rusticidade e resistência) para o melhoramento não só dos futuros galos de briga, mas, inda, para o desenvolvimento da avicultura de corte e postura, visto que galos de briga são utilizados na formação de novas linhagens com o objetivo de aumentar o ganho de peso e resistência a doenças, beneficiando economicamente a avicultura industrial e doméstica.
    Um animal não esterilizado até poderia ser adotado para servir de reprodutor no cruzamento com galinhas comuns, tendo sido desse cruzamento, objetivando o aumento da resistência a doenças e ganho de peso, que surgiu a nossa famosa galinha caipira e, com cruzamentos direcionados, o galo índio gigante e demais raças de corte modernas.
    Jamais se justificará a extinção dos galos de briga para acabar com as brigas de galos. Essa espécie, que segundo relatos históricos é a precursora das atuais raças de corte e postura, jamais deverá compor uma relação de milhares de espécies extintas anualmente na face da terra, somente para a satisfação dos galófobos.
    O tempo mínimo de vida de um galo de briga é de dois anos, podendo chegar a mais de oito anos, a menos que seja apreendido pelo poder público, quando a probabilidade de ser morto chega a quase 100%, para deleite dos “galófobos”. Quando um galo entra em uma rinha a probabilidade do mesmo não sair vivo é de, no máximo, 10%, pois se houverem cem galos em uma rinha, em média, vinte e seis brigarão, em função da dificuldade de se encontrar animais parelhos (mesmo peso e altura), sem contar que a probabilidade de um galo sair morto de um combate é de 10%, visto que as pelejas de galos são assistidas por um juiz que define o fim da mesma, assim que um dos animais não mais revidar às investidas do adversário. Ao fim do tempo regulamentar de 55 minutos estando ambos ainda combatendo a luta é dada como empatada.
    As rinhas de galos podem parecer sem sentido e violentas, mas essas preservam o galo combatente intacto a mais de 5.000 anos desde a sua domesticação. Muitos países, inclusive de primeiro mundo, criaram leis que protegem esses animais, permitindo o funcionamento das rinhas dentro de regras que proporcionam o crescimento e desenvolvimento da espécie, evitando abusos que poderiam ser caracterizados como maus tratos.
    Considerando que o primeiro relato histórico de brigas de galos no Brasil data do ano de 1530, já está mais do que na hora de haver uma discussão do assunto de forma científica, para definir-se o futuro dos galos combatentes brasileiros, pois se esse futuro ficar a cargo de “galófobos” a espécie somente será encontrada em fotos de livros antigos.
    Após ser domesticado e ter o seu habitat natural devastado, os galos de briga tiveram sua sobrevivência garantida graças à admiração que muitas pessoas (galistas) têm por suas magníficas qualidades. Sua força, seu destemor e sua beleza incomum encantam milhões de pessoas por todo o mundo e essas qualidades fizeram do galo combatente uma das espécies domésticas de maior sucesso, saindo da Ásia e conquistando todo o mundo civilizado, e em cada país foram criadas novas estirpes de galos combatentes que evidenciam os valores morais e culturais cultivados pela população local.
    A “galofobia” pode ser comparada à homofobia e ao racismo e é uma prática que não deve prosperar, pois não se pode combater um suposto crime com um verdadeiro crime.

  74. jeada disse:

    :

    CONTRA FATOS NÂO HÁ ARGUMENTOS, OS CONTRA:´´E muito feio eu não gosto é muito feio desumano,é mau-trato e nosso trabalho consiste em amontoa-los como estão nas fotos lá em cima(no portal)deixandos juntos para que se despedacem aí mostramos na impressa para (agueles que não conhece a natureza das aves)senssibilizar as pessoal e vamos atrás da proxima rinha que trabalho magnifico fazemos.

    CONTRA FATOS NÃO HÁ ARGUMENTOS,OS AFAVOR:Nòs criamos nossas aves dedicamos nosso tempo e dinheiro ( o que é muito trabalhoso ) dado sua natureza belicosa,selecionamos nossos craques,mantendo sempre os melhores para reprodução e os mais fracos segue seu proposito assim como os demais animais, panela obviamente,não fossamos ninguem a gostar do que gostamos nem tampouco tentamos descer garganta a baixo aquilo que não te satisfaz…afinal questão de gosto não se descute e a democracia serve a todos ATÉ OS GALISTAS.

  75. Gabriel Barudi disse:

    Alguem que é capaz de maltratar um animal inocente indefeso… não merece defesa!

  76. João santos disse:

    A avícola ROSANA DE OLIVEIRA BRITO SANTOS ME CNPJ-03.443.859/0001-63
    localizada à Rua Maria Helena 146,Vila Eureca-Calmom Viana cidade de
    Poá-SP telefone 1146368184,matém em seu estabelecimento aves vivas para
    abate, contrariando a lei estadual, em péssimo estado de sobrevivência,o
    que causa a morte de diversas destas que são vendidas normalmente para a
    população como “aves frescas”,não há ventilação adequada, não há como
    sugere a lei a presença de um médico veterinário e as aves morrem por maus
    tratos e ou omissão de cuidados específicos como reza a lei.
    Quando questionada a proprietária Rosana de Oliveira Brito Santos, alega
    “ter as costas quentes com políticos influentes da cidade em questão
    Poá/SP” e que está com a consciência tranquila pois “paga para manter o que
    ela chama de avícola”, e eu como morador vizinho chamo de campo de
    concentração.
    Acredita ainda esta proprietária que qualquer proteção a animais cuide apenas de
    cães e gatos e que segundo ela “jamais terá quaisquer aborrecimentos”, já
    que se diz coberta por políticos influentes da cidade, zomba da lei que
    proíbe o comércio de aves vivas se dizendo imune, e de fato quanto
    denunciada a vigilância sanitária da cidade de Poá,nada sofreu,nenhuma
    penalidade e seu campo de concentração continua a praticar abusos e
    absurdos contra as aves e contra a população( já que as aves que morrem
    por maus tratos são vendidas como frescas, ora inteiras,ora “em pedaços
    feito a passarinho,ou em partes- coxas,peito,etc).
    Para quem tem o mínimo de respeito à vida, é inaceitável assistir dia- a-
    dia os maus tratos,o deboche da proprietária e a continuidade deste campo
    de concentração sem que NENHUMA AUTORIDADE COMPETENTE TOME CIÊNCIA E
    PROVIDÊNCIAS ACERCA DO DESCASO EM QUE NOSSA VILA CONVIVE perante a VIDA,
    repito das aves e da população.
    Peço sigilo uma vez que já discutí com a proprietária sobre este assunto
    e temo represália de sua parte, uma vez que a existência deste campo de
    concentração há mais de dez anos comprova sua influência na região e ou na
    cidade.Peço também urgência pois é doloroso que o sofrimento destes
    animais não tenha fim e que a saúde da população não seja respeitada em
    que somente se vise o lucro fácil por meio de vidas inocentes,indefesas
    que morrem diariamente de modo tão cruel,o descaso com seu
    acondicionamento,com a vida é revoltante,porém esta proprietária é
    perigosa e tememos represálias como já foi dito;mas imploramos urgência
    nas providências,pois cremosque esta mulher não pode ser mais forte que a
    a proteção a animais, proteção e respeito
    a VIDA.
    Desde já cremos , temos esperança que esta situação absurda tenha fim.

  77. MARIA JOSÉ SIQUEIRA CAMPOS disse:

    OLHA, EU ESTOU CHOCADA C/A CENA LÇÁ DE CIMA!!!
    Ñ TENHO PALAVRA P/DESCREVER ESSES SERES “HUMANOS…”

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Apenas com Justiça Social seremos capazes de transformarmos a dura realidade das pessoas menos favorecidas.

Antes disso, é importantíssimo que possamos desenvolver uma mentalidade nacional voltada para o suprimento dessas necessidades básicas da população humilde, a fim de que tenhamos condições de sencibilizar a todos (inclusive nossa classe política, que há tanto tempo vem ocasionando esses desajustes perante a coletividade, afinal de contas, grandes importâncias pecuniárias estão sendo desviadas para o domínio ilícito particular da maioria desses políticos, assim como é de conhecimento público e notório e que quase ninguém faz nada).

Dentro dessa perspectiva, é fundamental que possamos fiscalizar, direta e indiretamente, a atuação do "Estado" e do particular (ONG's também) e exigir a punição aos infratores, especialmente, se forem Autoridades Públicas.

Dessa forma, talvez estejamos dando um passo concreto e mais eficaz em direção a um futuro mais equitativo para todos nós, principalmente para os mais pobres.

Bel. Aldo Corrêa de Lima - Advogado e Professor

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