Cuidados com a DIETA

Para ter uma dieta eficaz é recomendado identificar as calorias necessárias que cada pessoa necessita para as funções básicas do organismo

Para se ter uma dieta eficaz e personalizada, é indicado a estimativa individualizada do balanço energético de cada pessoa. A recomendação é feita para que o planejamento alimentar seja específico para o indivíduo e possibilite identificar a quantidade de calorias necessárias para realização das atividades básicas diárias, como dormir, tomar banho, andar, falar etc.

Para avaliar esse consumo energético, hoje já é possível realizar um exame que aponta alguns dados com precisão. Trata-se de um novo recurso diagnóstico que mede, por meio da avaliação da produção de gás carbônico e consumo de oxigênio, a taxa de metabolismo do indivíduo, isto é, a quantidade de calorias necessárias para suprir as funções básicas do organismo. O exame, realizado pela coleta e análise do ar expirado num dispositivo próprio, é conhecido como “metabolismo de repouso” e é recomendado para quem deseja seguir uma dieta planejada.

“Com o laudo, os especialistas fazem um balanço energético individualizado de cada paciente, podendo traçar um mapa preciso para readequar suas rotinas de alimentação e de exercícios físicos”, explica Tebexreni.

Segundo o especialista, o grande diferencial do diagnóstico é a obtenção da taxa de metabolismo de repouso real e personalizada e não aquela calculada por equações matemáticas. “Muitas equações superestimam essa taxa o que pode, em parte, prejudicar o planejamento nutricional”, confirma a nutricionista do Fleury, Carla Yamashita.

O exame mede a quantidade de oxigênio consumido e de gás carbônico produzido durante a respiração. Com duração de aproximadamente 30 minutos ao todo, sendo 10 minutos para a aquisição do material, o metabolismo em repouso baseia-se na coleta dos gases da respiração, com auxílio de uma máscara de silicone ajustada sobre a boca e o nariz, e análise simultânea do material coletado, processada por um programa de computador.e disponível on-line.

“Quanto maior é o gasto de energia em repouso, maior é a taxa de metabolismo da pessoa. A medição só não vale para pacientes com hipertiroidismo, e em algumas outras situações específicas nas quais o gasto energético excessivo deve ser interpretado no contexto da condição específica”, explica o cardiologista do Fleury.

O exame dimensiona o que a pessoa está consumindo a mais ou a menos para seu metabolismo. “Por exemplo, se uma pessoa gasta 2000 kcal/dia, sendo 1500 kcal em repouso e mais 500 kcal nas atividades que realiza ao longo do dia, e consome 2500 kcal, isso significa que ela está “acumulando” 500 kcal extras por dia. Um acúmulo de 7 a 8 mil kcal extras na semana equivale a aproximadamente 1 kg a mais na massa da pessoa. Ou seja, se o indivíduo mantiver esse padrão, ele engordará 1 kg em aproximadamente uma semana”, exemplifica Tebexreni.

Fim da licença-maternidade: como a mulher deve se preparar para voltar ao trabalho ?

De um lado está o desejo de retomar a carreira profissional e, do outro, a vontade de permanecer o tempo todo com o filho

A primeira separação entre mãe e filho ocorre quando o médico corta o cordão umbilical. A partir daí, o bebê tem a vida toda pela frente, vai crescer, aprenderá a falar e a andar, fará amigos, ganhará o mundo… Várias situações exigirão que se façam novas rupturas, como a volta ao trabalho, o dia de dormir na casa da avó, o início da escola… “Mas a separação mais radical e, no geral, inevitável é quando a licença-maternidade chega ao fim e a mãe precisa retornar ao trabalho. Muitas ficam divididas. A mulher que trabalha fora vive um dilema ao ter que deixar seu bebê, com quem manteve uma relação intensa nos últimos meses. Os primeiros dias de trabalho nunca são fáceis, mas é preciso encará-los com determinação”, defende o ginecologista Aléssio Calil Mathias, diretor da Clínica Genesis, em São Paulo.

A licença-maternidade é um direito que não existe apenas para ser um período de descanso à mulher que deu à luz, é um período para fortalecer o vínculo entre mãe e filho. O médico defende que se a mulher estiver tranqüila e serena, esta transição será positiva para a mãe e para o filho. E ainda dá mais um conselho: “Faça o melhor dentro daquilo que é possível. As crianças precisam de amor dos pais e não de perfeição”, diz o ginecologista.

Conheça o tempo da licença-maternidade em outros países:

Alemanha
Período: 3 meses
Salário: integral

Áustria
Período: 1 ano e meio
Salário: integral

Croácia
Período: 1 ano
Salário: 100% até a metade e 50% no semestre final

Dinamarca
Período: a criança tem direito a 1 ano, combinado entre a mãe e o pai
Salário: integral

Culpa, medos, angústia…

“Na volta ao trabalho, é normal a mãe sentir-se culpada, angustiada e indecisa. Elas ficam deprimidas porque a separação é algo frustrante. É importante ser tolerante consigo mesma, uma vez que toda transição envolve mudanças, reorganização e aprendizagem”, explica a psicóloga da Clínica Genesis, a Dra. Vânia Solé Botelho.

Por isso, é preciso que a mulher se prepare antecipadamente para este momento. A psicóloga sugere que ainda na gravidez seja feito um planejamento de como será a vida após a volta da mãe ao trabalho. “É preciso pensar em quem vai cuidar do bebê, se ele ficará em um berçário ou na casa dos avós, por exemplo. Com esta preparação antecipada, a mulher poderá enfrentar a tensão e os medos inevitáveis com mais calma”, diz Vânia.

A situação deve ser bem estudada e discutida pelo casal, a mulher não deve decidir tudo sozinha. “De preferência, os casais precisam conversar sobre seus medos, dúvidas e angústia, para encontrar uma maneira de minimizar os desconfortos que surgem”, afirma a psicóloga.

Algumas mulheres conseguem encontrar maneiras diferentes de aliviar os efeitos desta fase de separação. “Confiar na instituição ou na pessoa que cuidará de seu filho lhe trará confiança e tranqüilidade nesta fase”, aconselha Vânia Botelho. Além dos recursos tecnológicos, a psicóloga lembra que o fundamental neste período é “garantir um tempo de qualidade com o filho todos os dias. Isto é mais importante e tem um efeito bem maior do que se você ficasse o dia todo em casa distraída com outras tarefas, sem se envolver com ele”, reforça Vânia Botelho.

Diversão não pode?

A psicóloga da Clínica Genesis chama a atenção para outra sensação que atinge a maioria das mães de crianças pequenas: “sair para trabalhar até pode, mas na hora de divertir-se… É difícil dizer `agora você fica com a vovó porque a mamãe vai namorar o papai` ou `mamãe vai ao cinema e a babá cuidará de você’. Mas é importante que isso aconteça porque, dessa forma, os limites do relacionamento com os pais começam a ser estabelecidos”, afirma Vânia.

Tudo isso, porém, deve ser feito de forma gradual para que mãe e filho se acostumem, sem traumas, com as separações. “Com os momentos de separação, a criança vai aprendendo gradativamente a lidar com essas emoções que precisam ser interiorizadas. Por meio da separação de mãe e filho, o pequeno aprende que ele e ela não são uma coisa só. E muito mais: a criança passa a se relacionar com outras pessoas, ganha diferentes referências de afeto, diversifica a forma de ver o mundo e fica mais segura”, garante a psicóloga.

Fonte: http://www.clinicagenesis.com.br

Estatísticas da Camisinha

Apesar das dimensões continentais do Brasil, quando o assunto é comportamento sexual, as regiões apresentam poucas diferenças em relação ao retrato geral do país. No Nordeste, 97,4% das pessoas sabem que o uso da camisinha é a melhor forma de prevenir a infecção pelo HIV. A média nacional fica pouco abaixo (96,6%). O índice de pessoas na região que se relacionaram sexualmente no último ano chega a 74%. Desse total, 86% tiveram parceiros fixos. Os dados são da Pesquisa de Conhecimentos, Atitudes e Práticas da População Brasileira de 15 a 64 anos de idade (PCAP – 2008), do Ministério da Saúde

O percentual de uso da camisinha em todas as relações sexuais com parceiros casuais entre as pessoas da região ficou em 39,6%. No entanto, o uso do preservativo subiu para 52,6% na região na última relação sexual com parceiros casuais. Entre os jovens de 15 a 24 anos, o uso da camisinha na primeira relação sexual chegou a pouco mais da metade (52,1%).

Dados nacionais

Mais de 96% da população de todas as regiões do Brasil sabe que o uso do preservativo é a maneira mais eficiente de evitar a transmissão da aids.

Mais de 93% das pessoas têm conhecimento que a doença é incurável.

Os indivíduos das regiões Sul (82,8%) e Centro-Oeste (81,1%) são mais sexualmente ativos do que os das demais regiões: no Norte 79%, no Nordeste 74% e no Sudeste 76,5%.

O maior índice de relacionamento sexual com pessoas do mesmo sexo é da região Sudeste com 8,4%, seguido respectivamente das regiões Nordeste (7,2%), Norte (7%), Sul (6,8%) e Centro-Oeste (5,6%).

Na primeira relação sexual entre os jovens de 15 a 24 anos, o uso do preservativo varia de quase 70% no Sul a 52% no Nordeste (no Sudeste 64,6%, no Centro-Oeste 64,4% e no Norte 56,1%).

Fonte: ABNews

Orgasmo (mitos)

Dia 31 de julho é o dia mundial do orgasmo. A data foi criada por sex shops inglesas. Vale lembrar que as mesmas chegaram a uma constatação triste: após encomendarem uma pesquisa, descobriram que cerca de 80% das mulheres inglesas nunca chegaram ao orgasmo. Infelizmente, reclamações como falta de desejo sexual, falta de excitação, dor durante a penetração e dificuldade em chegar ao clímax são supernormais. Ressaltamos, portanto, a importância da terapia sexual. Vale lembrar que cada um é responsável pelo próprio prazer sexual, não é mais aceitável culpar a parceria. Temos que conhecer o nosso corpo, como ele reage aos estímulos e passar isso ao parceiro. Culpá-lo, definitivamente não resolve o problema.

Saiba o que é verdade e o que não é quando o assunto é Orgasmo:

1 – QUEM ESTIMULA É O RESPONSÁVEL PELO ORGASMO – Falso

Cada pessoa é responsável pelo seu próprio orgasmo. Precisa saber o que mais a excita e quais os pontos de seu corpo são responsáveis pela excitação e assim passar essa informação ao outro. Por isso é preciso buscar a parceria na relação sexual para a troca desta energia.

2 – O ORGASMO É SEMPRE MUITO INTENSO – Falso

Muitas pessoas acham que ter orgasmo é ver estrelas, entrar numa outra dimensão cósmica, uma expressão violenta de sensações, euforia e desfalecimento. As sensações do orgasmo são variáveis de pessoa para pessoa. O orgasmo é o resultado de uma excitação crescente, tendo como resultado o clímax, onde está inserido entrega, sentimento e sensações. As sensações do orgasmo sofrem influência de fatores intrínsecos (emoções, sentimentos, orgasmos anteriores registrados na memória) e extrínsecos (ambiente, tempo e parceria sexual).

3 – RECEITA DE BOLO PARA CHEGAR ATÉ LÁ – falso

É comum a procura pela mulher de uma solução rápida, eficaz e de sucesso garantido na busca do orgasmo, como uma receita pré-definida para todas as mulheres. O orgasmo é individual e a receita está na pessoa, na sua entrega, na cumplicidade, tendo como resultado uma excitação crescente até o máximo do prazer sexual.

4 – O TEMPO PARA O ORGASMO MASCULINO E FEMININOS SÃO IGUAIS – falso

De maneira geral, a excitação crescente até o orgasmo na mulher é mais lento. A mulher, na sua resposta sexual tem mudanças anatômicas na sua genitália para que possa ser penetrada sem dor. Desta forma, os tempos de orgasmo são diferentes. Muitas vezes em um encontro casual, a mulher pode ter um orgasmo dentro de poucos minutos, pelo fator fantasia do momento.

5 – O ORGASMO MASCULINO É A EJACULAÇÃO – falso

O orgasmo e a ejaculação são respostas fisiológicas diferentes no homem. O orgasmo é uma resposta sensorial, enquanto que a ejaculação é a eliminação do esperma. No homem, geralmente eles acontecem simultaneamente.

6 – PRELIMINARES MAIS LONGAS, ORGASMOS MAIS INTENSOS – falso

As preliminares são importantes para que a mulher chegue ao orgasmo, porém a intensidade do orgasmo depende exclusivamente da excitação, da entrega total ao momento erótico e de suas emoções.

7 – PONTO G MASCULINO E FEMININO – este conceito é muito questionado.

Não há comprovação científica que ateste a existência do Ponto G masculino ou feminino mas sim regiões que ao serem estimuladas favorecem o orgasmo. É importante saber que existem zonas erógenas, tanto na região genital como em todo corpo que proporcionam excitação, variadas de pessoa para pessoa. Para os homens as carícias na região perineal e anal podem estimular a próstata e favorecer a ereção. Para as mulheres o canal vaginal possui uma plataforma orgástica, região mais sensível ao toque logo nos primeiros centímetros, que participa efetivamente na elevação da excitação.

8 – TODO SER HUMANO É EQUIPADO BIOLOGICAMENTE PARA TER UM ORGASMO – certo

Salvo doenças que comprometem a resposta sexual, o nosso corpo está apto para o sexo e consequentemente para o orgasmo. O orgasmo depende mais de fatores emocionais, que promovem as mudanças físicas durante o prazer maior.Na dificuldade ou ausência do orgasmo, é necessário a busca de tratamento por um especialista – terapeuta sexual – para investigar as possíveis causas, físicas ou psicológicas.

9 – HÁ MULHERES QUE EJACULAM – A ciência ainda não comprovou nada a respeito.

O que acontece em alguns casos é que há algumas mulheres que se lubrificam mais do que as outras, pela atuação de glândulas no canal vaginal. Mas estas glândulas não são como a próstata e o canal seminal masculino que podem armazenar um liquido para depois jorrá-lo em determinado momento. Na mulher, estas glândulas assim que produzem o liquido para lubrificação, o solta, e isso é feito durante toda a relação.

10 – ORGASMO ANAL – O Ânus não é preparado anatomicamente falando para produzir um orgasmo. Mas orgasmo é um só e ele não é separado em vaginal, clitoriano, peniano. Ele é uma sensação do corpo inteiro. O que muda são os pontos estimulados para a excitação.

11 – UM MULHER QUANDO TRANSA COM OUTRA TEM ORGASMOS INFINITOS – quando uma a mulher transa com uma outra não significa que elas terão orgasmos infinitos até que se cansem fisicamente. A mulher, assim como o homem, também tem um período chamado de resolução, ou seja, o período em que o corpo recomeça todo o processo de excitação, realização e novamente o clímax. A diferença entre o homem e a mulher é que ela continua, depois de um orgasmo, em um nível de excitação e ele não.

12 – ORGASMOS MÚLTIPLOS – eles existem e dependem do nível de estimulação durante a relação sexual.

13 – METADE DAS MULHERES PARA TER UM ORGASMO PRECISAM DE ESTIMULAÇÃO CLITORIANA – isso é perfeitamente normal e não se trata de um distúrbio. O orgasmo não depende da penetração para acontecer.

Sylvia Faria Marzano é Médica Urologista e Terapeuta Sexual. Membro da Sociedade Brasileira de Urologia. Pós-graduada em Terapia Sexual pela Sociedade Brasileira de Estudos em Sexualidade Humana e Faculdade de Medicina do ABC-SP. Diretora da Clínica Clinsy. Diretora Geral do Instituto Brasileiro Interdisciplinar de Sexologia e Medicina Psicossomática – ISEXP.

Fonte: ABNews.

Publicado em Diversos. 1 Comment »

Vc está preparado para 2010 ?

Mais um ano está chegando ao fim e esta época é marcada pelas confraternizações, comemorações, festas em família e reuniões de amigos. Em contrapartida, é um período no qual podemos rever e avaliar tudo o que foi realizado e quais resultados foram obtidos. Que objetivos alcançou? Quais sonhos realizou? Conquistou tudo o que queria? Fez todas as mudanças que desejou?

Mais um ciclo se fecha, 365 dias passaram e mais outros virão, e é a partir do balanço do ano que está se encerrando que se inicia o planejamento do seguinte. Por falar nisso, você já começou a pensar sobre os objetivos para o ano de 2010?

De acordo com a couch e diretora da CrerSerMais – Desenvolvimento Humano, Roselake Leiros, existem algumas condições importantes para programar uma estratégia de realização efetiva – metas e objetivos claros e bem formulados, fazer as pazes com suas experiências do passado, ter habilidade de utilizar positivamente todos os seus sentidos, saber acessar as capacidades que geralmente parecem inacessíveis em determinados contextos, entres outras coisas. “Reconhecer o seu segredo de sucesso faz toda a diferença”, diz Roselake, referindo-se a ferramentas de Programação Neurolinguística como facilitadora para alcançar seus objetivos pessoais e profissionais. “Cada pessoa é única e por isso tem a sua fórmula exclusiva de conquista”.

Ela afirma ainda, que através da Programação Neurolinguística é possível se conhecer e saber como fazer tudo o que é necessário para realizar. “Encontrar a estratégia que realmente vai fazer a diferença e substituir os vazios das velhas frases de Reveillon, como: “agora vai” por “Este ano eu fiz”, com sentimento verdadeiro de alegria e realização é o que todos podem e merecem. Muito dinheiro no bolso, amor e saúde para dar e vender pode ser muito mais do que uma música de final de ano”, complementa Roselake.

Analisar os diversos contextos da vida e observar os valores que movem cada pessoa é um do muitos tópicos que cada pessoa deve analisar para começar 2010 com o pé direito. “O segredo de viver um ano realmente novo e realizar tudo o que se planejou é se reconhecer e conhecer dentro de si que existem ferramentas que podem potencializar o poder de realização de cada um”, conclui Roselake.

%d blogueiros gostam disto: